Ameaças a Teori; Trump zomba…

Ameaças a Teori

O advogado Francisco Zavascki, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal Teori Zavascki, morto na quinta-feira, afirmou ontem em entrevista ao Fantástico que seu pai havia pedido abertura de inquérito na Polícia Federal para investigar os autores de ameaças feitas contra ele e sua família. Em nota ao programa, a polícia afirmou que “todas as ocorrências foram analisadas e conclui-se que nenhuma delas apresentava risco real à segurança do ministro”. Francisco alertou ontem para a criação de perfis falsos nas redes sociais que têm espalhado notícias inventadas sobre a apuração da morte de seu pai.

17 suspeitos

A Secretaria de Segurança Pública do Rio Grande do Norte (Sesed) afirmou neste domingo que abriu inquérito contra 17 suspeitos de envolvimento na rebelião da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, nas proximidades de Natal. Dentre eles, estão cinco homens apontados pela polícia como líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), que estavam dentro do presídio durante a execução de membros da facção Sindicato do Crime. O local está amotinado desde sábado 14.

As ações foram realizadas durante uma força-tarefa envolvendo a Polícia Civil, a Polícia Militar, a Força Nacional e a Guarda Municipal, iniciada na segunda-feira 16.

Homicídios em série

A região metropolitana de Belém registrou 27 homicídios entre a manhã de sexta-feira e o sábado. O governo do Pará considera o número “muito além da média” e suspeita que a série de assassinatos – muitos com sinais de execução – pode ser uma reação à morte do policial militar Rafael da Silva, durante um tiroteio em uma perseguição a criminosos na manhã de sexta. Segundo a secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado, um gabinete permanente de situação, envolvendo todos os órgãos da área, foi instalado investigar as mortes, registradas em dezesseis bairros.

Trump zomba, e se arrepende

O novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou uma mensagem sarcástica em seu Twitter neste domingo, em resposta aos protestos da Marcha das Mulheres. As manifestações reuniram mais de um milhão de pessoas em Washington, outras cidades norte-americanas e ao redor do mundo. “Assisti aos protestos ontem, mas fiquei com a impressão de que acabamos de passar por uma eleição! Por que essas pessoas não votaram?”, escreveu Trump. Entretanto, duas horas mais tarde, o republicano voltou a escrever, desta vez com um tom mais conciliatório. “Os protestos pacíficos são uma marca registrada da nossa democracia. Mesmo que eu nem sempre concorde, reconheço o direito das pessoas de expressarem suas visões”, disse.

Nafta revisto

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste domingo que começará a renegociar o Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta) com autoridades do Canadá e México, com as quais irá se reunir em breve. “Iremos nos reunir com o premier do Canadá e o presidente do México, e iniciaremos as negociações relacionadas ao Nafta”, declarou, em um ato na Casa Branca.

Trump receberá o colega mexicano em 31 de janeiro. Não há data para o seu encontro com o chefe de governo canadense, mas se espera que o mesmo aconteça em breve, segundo a transcrição de um telefonema entre os dois líderes neste sábado.

Israel aproveita

A prefeitura israelense de Jerusalém deu a aprovação definitiva à construção de 556 casas em três bairros de colonos do leste da cidade, de população majoritariamente árabe, anunciou neste domingo um conselheiro municipal. A confirmação das novas construções israelenses acontece dois dias depois da saída de Barack Obama do poder nos Estados Unidos e a posse de Donald Trump. O agora ex-presidente democrata era contrário a novos assentamentos de Israel em áreas palestinas e tinha uma relação conturbada com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. O líder israelense anunciou que pretendia conversar na noite de ontem com Trump.

Disputa na França

O ex-ministro da Educação Benoît Hmaon venceu ontem a primeira rodada das primárias que irão escolher o candidato de esquerda para as eleições presidenciais francesas deste ano. Ele vai disputar o segundo turno, marcado para o dia 29, com o ex-primeiro ministro Manuel Valls, que chegou em segundo lugar. Hamon, 49, abandonou o governo do presidente François Hollande por críticas à política econômica. Valls, 54, foi um dos maiores defensores, dentro do governo, de medidas a favor de empresários. Os candidatos de direita são a ultranacionalista Marine Le Pen e o conservador François Fillon, o favorito na disputa nacional prevista para o dia 23 de abril.

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