Bate-boca marca 2º dia do julgamento do impeachment

Na etapa de hoje serão ouvidas seis testemunhas em defesa de Dilma Rousseff (PT)

São Paulo – O segundo dia do julgamento de impeachment de Dilma Rousseff foi marcado por ânimos à flor da pele no Senado. Após discussões, a sessão foi suspensa na manhã pelo presidente do julgamento, Ricardo Lewandowski. Um discurso de Renan Calheiros, que tinha como objetivo de acalmar os presentes, acabou servindo como pólvora. Ele falou que havia desfeito o indiciamento da senadora Gleisi Hoffmann (PT) e de seu marido Paulo Bernardo.

Durante o restante do dia, foram realizadas as oitivas de Luiz Gonzaga Belluzzo, Geraldo Prado e Luiz Cláudio Costa.

Neste sábado, será realizada uma nova sessão para que os depoimentos de testemunhas sejam concluídos. Na segunda-feira fala a presidente afastada Dilma Rousseff.

22:10
26/8/2016

Fim da cobertura ao vivo

Chega ao fim a cobertura ao vivo de EXAME.com.

Abaixo você pode acompanhar a sessão desta sexta-feira.

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21:24
26/8/2016

Fim da oitiva de Geraldo Prado

Chega ao fim a oitiva de Geraldo Prado, que foi testemunha como consultor jurídico. Agora, terá início a oitiva de Luiz Cláudio Costa, ex-secretário executivo do Ministério da Educação e ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Neste momento, são 13 parlamentares inscritos para fazer perguntas à testemunha de defesa. O primeiro a questionar será o senador Paulo Paim, do PT do Rio Grande do Sul.

Vale lembrar que a previsão para o término da oitiva de Geraldo Prado era para as 21 horas. Termina um pouco atrasada portanto.


21:20
26/8/2016

Tumulto

Uma discussão complexa toma conta do plenário. Tudo começou com Janaína Paschoal questinoando a testemunha se considera Cuba ou Venezuela democracias. Defensores de Dilma e petistas ficaram exaltados de maneira imediata.

O presidente do julgamento, Ricardo Lewandowski, decide que as testemunhas não poderam dar opiniões pessoais. Ele afirma que boa parte do que foi dita nas oivitas até agora envolvou posicionamentos pessoais – sejam as testemunhas de acusação ou defesa.

Agora, com os ânimos acalmados, Geraldo Prado volta a responder às questões de Janaína Paschoal.


20:37
26/8/2016

Está encerrada a oitiva da testemunha Geraldo Prado

Senado deve interrogar mais uma testemunha hoje. Outras duas serão ouvidas no sábado. 

A partir de agora, defesa e acusação questionam o professor. 


20:17
26/8/2016

Sono deve durar pouco …


20:16
26/8/2016

Impeachment global


19:53
26/8/2016

Arrependido


19:48
26/8/2016

Protesto

Lindbergh Farias, senador pelo PT, coloca uma questão "gravíssima". Ele afirma que os senadores, como júris, deveriam estar no plenário para ouvir as oitivas das testemunhas. Vanessa Grazziotin também faz o mesmo protesto. Cássio Cunha, do PSDB, diz que a comparação não faz sentido. "O júri de um tribunal fica recluso, sem contato", diz ele. "É uma comparação descabida."

Lewandowski diz que ausência física não implica desconhecimento do processo. Senadores, de acordo com o presidente da sessão, podem estar acompanhando o conteúdo de seus gabinetes–o mesmo acontece com ministros do STF.


19:27
26/8/2016

Mudanças

Lewandowski acaba de anunciar uma mudança na ordem das testemunhas de defesa. Em vez de Nelson Barbosa, a próxima oitiva será com Luiz Cláudio Costa, ex-secretário executivo do Ministério da Educação e ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Nelson Barbosa, que foi ministro do Planejamento e da Fazenda no governo Dilma, será ouvido amanhã. Além dele, Ricardo Lodi, professor-adjunto de Direito Financeiro da Faculdade de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), será ouvido. Com isso, temos oficializada a informação de que teremos sessão do julgamento neste sábado.

A oitiva de Geraldo Prado deve acabar por volta das 21 horas. A sessão seguirá até a finalização das perguntas a Luiz Cláudio Costa.


19:8
26/8/2016

Mais 14 para perguntas

Ainda temos 14 parlamentares inscritos para questionar a testemunha Geraldo Prado. Em média, cada parlamentar fala por seis minutos e a testemunha por mais seis. Com isso, a expectativa é que os questionamentos a Prado sejam concluídos dentro de quatro horas – ele seria finalizado às 21 horas.

Além dele, estão listadas outras três testemunhas. É provável, no entanto, que alguns deles sejam questionados em uma sessão amanhã.


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