Centrais sindicais fazem ato em SP pela redução da Selic

O secretário-geral da Força Sindical, conhecido como Juruna, defendeu a redução dos juros, como forma de permitir a retomada da geração de empregos no país

São Paulo – Uma manifestação organizada por centrais sindicais pediu hoje (7) a redução da taxa básica de juros.

O ato, que reuniu militantes da Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB), foi realizado em frente ao prédio do Banco Central na Avenida Paulista, região central da capital.

A manifestação ocorre no dia em que o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne para discutir a tendência da taxa básica de juros (Selic), atualmente em 14,25% ao ano e também quando ocorre, no Senado, a sabatina do economista Ilan Goldfajn, indicado para presidir a autoridade monetária. O Copom decide a taxa da Selic amanhã (8).

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, conhecido como Juruna, defendeu a redução dos juros, como forma de permitir a retomada da geração de empregos no país.

“Nós temos a certeza que reduzindo a taxa de juros você pode melhorar o emprego no país. Você abre mais indústrias e investimento na produção. E o consumo aumenta e gera emprego também”, disse.

A melhor forma de conter a inflação, na opinião de Juruna, é melhorar a infraestrutura e aumentar a produção industrial.

“O aumento da inflação está ligado ao fato de as pessoas, tendo um salário melhor, vão comprar. Para comprar, tem que ter produção. Se não tem produção, gera inflação”, disse.

“É importante para nós garantir ao máximo um desenvolvimento do país que não se baseie apenas nos números. É importante que o Brasil crie mais infraestrutura, invista mais no nosso país”, acrescentou Juruna.

Durante o ato, que contou com diversos discursos feitos no carro de som e militantes carregando bandeiras das centrais, foi inflado um boneco de dragão.

No peito do monstro, constavam menções à inflação, ao desemprego e aos juros altos, como problemas que atrapalham o trabalhador brasileiro.

No entanto, como manifestantes enfrentaram dificuldades para colocar o inflável de pé, o dragão passou a maior parte do protesto esparramado pela calçada.

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