Como foi o pronunciamento dos senadores no julgamento

A sessão desta terça-feira (30) foi marcada pelo debate entre advogados de acusação e defesa e discursos de senadores

São Paulo – Depois de 14 horas de defesa de Dilma Rousseff no Senado, se iniciou nesta terça-feira (30) mais uma etapa decisiva no processo que pode afastar definitivamente a petista presidência da República.

Foram 16 horas de debate entre advogados de acusação e de defesa e discursos de senadores. A partir das 11h desta quarta, o destino de Dilma será cravado pelo voto dos 81 senadores. 

Veja o que disse cada parlamentar na sessão de hoje. 

31/08/2016 – 02:30

EXAME.com encerra a cobertura ao vivo

Encerramos a cobertura da sessão de hoje do julgamento do impeachment de Dilma Rousseff.  

Voltaremos amanhã com o início da votação, marcada para às 11h. Até breve.

31/08/2016 – 02:28

Fim de sessão

O senador Romário (PSB-RJ) diz que “não resta dúvida de que houve crime e nem há dúvida do que diz a lei”.

Com a conclusão da fala do senador, o presidente do STF encerra a sessão de hoje. 

31/08/2016 – 02:27

Gleisi fala ao telefone com preocupação

31/08/2016 – 02:25

Fala agora o último senador inscrito

O senador Romário (PSB-RJ) tem a palavra.

31/08/2016 – 02:22

A crise, muitas vezes, é o início da solução, diz senador

Para o senador  José Maranhão (PMDB-PB), “a crise, muitas vezes, é o início da solução”. Ele ainda diz que “é claro que houve” crime de responsabilidade de Dilma.

31/08/2016 – 02:15

Votação deve acontecer por volta das 14h

Assessoria do STF acredita que votação deve ser concluída entre 14h e 15h desta quarta-feira (31).

31/08/2016 – 01:54

O governo de Dilma Rousseff errou, diz senador

Fala agora o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Ele diz que não há dúvida de que a presidente afastada violou a Lei e a Constituição brasileira.”O governo de Dilma Rousseff errou ao não adotar medidas urgentes contra a crise”, diz.

“Ela cometeu, sim, crime de responsabilidade. Esses crimes ocorreram e devem, sim, ser punidos”.

31/08/2016 – 01:52

Cristovam Buarque diz que seu voto é consciente

31/08/2016 – 01:48

Na reta final

Quem fala agora é o senador Eduardo Lopes (PRB-RJ). Depois dele, faltam mais 4. Romário – o último a falar – se inscreveu há pouco.

31/08/2016 – 01:42

Romário se inscreve para falar aos 45 do segundo tempo

31/08/2016 – 01:29

“Somos juízes ou políticos neste julgamento?”

O senador João Capiberibe (PSB-AP) questiona: “Somos juízes ou políticos neste julgamento?”.

Em resposta, ele se declara político. “Respondo por mim: não me cabe a toga.”

“O impeachment não resolve a crise”, conclui o senador que declara voto contra o impedimento de Dilma Rousseff.

31/08/2016 – 01:17

Seis senadores ainda vão discursar

O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) tem a palavra.

“Niguém está fora do alcance da Lei”, diz. Ele descreve que apesar do momento atual, o PT é um partido importante para a democracia. 

31/08/2016 – 01:10

Temer e Renan devem viajar após votação, diz Senador

31/08/2016 – 00:56

Especulação

31/08/2016 – 00:44

“Tentei evitar que o Brasil enfrentasse esse momento”

O senador Cristovam Buarque (PPS-DF) tem a palavra.

“Votarei pelo impeachment, pois votar pelo governo Dilma seria votar pela corrupção”, afirma. “Voto com muita tristeza pelo impeachment”, conclui. 

Ele descreve que se Dilma sair, não ficará do lado de um eventual governo Temer. Pelo contrário, o senador informa que fiscalizará a gestão do peemedebista.

31/08/2016 – 00:26

Pedro Chaves diz sim ao impeachment

O senador Pedro Chaves (PSC-MS) recorda que foi favorável ao encaminhamento do processo na última votação plenária.

Após deliberação, ele diz que seu voto não mudou e votará pelo impeachment de Dilma Rousseff. 

31/08/2016 – 00:16

Cardozo me convenceu, diz Otto Alencar

O senador Otto Alencar (PSD-BA), que abriu mão de seu tempo na rodada de perguntas para a presidente afastada, diz que o advogado José Eduardo Cardozo foi o responsável por convencê-lo de que a petista não cometeu crime de responsabilidade. “

“O meu voto é com toda a confiança e nenhuma interferência, contra o impeachment”, diz.

Fala agora o senador Pedro Chaves (PSC-MS).

31/08/2016 – 00:13

Sobre as manifestações em SP

30/08/2016 – 23:59

Cartada final

Cientes da provável derrota de Dilma, defesa já está com recurso no forno para enviar ao STF. Percepção, porém, é que derrota no STF é certa.

30/08/2016 – 23:40

20 senadores ainda devem falar

Com a palavra a senadora Ana Amélia (PP-RS).

“A história contará sobre um processo que durou 9 meses e que levou os brasileiros às ruas”, diz a parlamentar. “A história está sendo escrita pela cidadania que passou a fiscalizar o comportamento dos parlamentares no Congresso Nacional”.

30/08/2016 – 23:34

“Este é um dos momentos mais difíceis da vida política”

A senadora Rose de Freitas (PMDB-ES) descreve que teve a impressão de que em 2015 o governo estava totalmente descolado da realidade.

Ela ainda diz que naquele momento Dilma perdeu a capacidade do “ouvir”.

“A falta de diálogo levou  ao desequilíbrio das contas públicas. O país merece uma esperança”, conclui. 

30/08/2016 – 23:26

Senta que ainda vem história

30/08/2016 – 23:23

Movimentos sociais marcam atos para amanhã

Movimentos contra o impeachment de Dilma marcam protestos para esta quarta-feira (31), no Rio de Janeiro.

Pelo Facebook, os organizadores convocam a militância a partir das 16h, na Cinelândia – 1,3 mil pessoas estão confirmadas no evento.

30/08/2016 – 23:19

PM e manifestantes entram em conflito na Av. Paulista

30/08/2016 – 23:01

Xô solidão!

Sem solidão na reta final. Lula, ex-ministros e líderes de movimentos sociais farão companhia a Dilma amanhã durante votação.

30/08/2016 – 22:48

“São os seus algozes que temem os braços da Justiça”

Fala agora o senador Lindbergh Farias (PT-RJ).

“Está claro para todos que o objetivo desse processo é estancar a sangria da Operação Lava Jato”, diz. 

“A história cobrirá com vergonha todos que hoje cometem essa injustiça”, afirma. “Dilma, a senhora nunca precisará esconder o seu rosto. Viva a democracia brasileira”, conclui o senador.

 

Com a palavra o senador Wilder Morais (PP-GO).

30/08/2016 – 22:41

Senadores elogiam postura de Lewandowski

O senador Zeze Perrella (PTB-MG) toma a palavra e elogia o modo como o presidente do STF, o ministro Ricardo Lewandowski, tem conduzido o julgamento de Dilma. 

30/08/2016 – 22:27

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, diz que a sessão de hoje deve ser finalizada após às 3h.

Segundo o ministro, a sessão de amanhã será retomada às 11h.

30/08/2016 – 22:24

28 senadores ainda devem falar

“A crise não decorre do impeachment, mas do mau governo”, diz o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES).

30/08/2016 – 22:06

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) é o próximo a falar.

30/08/2016 – 22:05

Nos bastidores: Renan permanece em mistério sobre seu voto

30/08/2016 – 21:59

Uma economia ruim é o legado de Dilma, diz senador

De acordo com o senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), a economia brasileira luta atualmente “para se recuperar da era Dilma”.

Ele diz que o aumento do desemprego, o retorno da inflação, a desaceleração industrial e despesas públicas descontroladas são os legados da gestão da petista. 

Ele permanece fazendo críticas ferrenhas ao governo da presidente afastada. 

30/08/2016 – 21:49

Pelas redes sociais

O que diz o brasileiro sobre a sessão de hoje:

30/08/2016 – 21:28

Sessão de hoje deve terminar às 3h

Chegando a metade dos oradores inscritos agora.

A expectativa é de uma nova pausa por volta das 23h e de encerramento entre 2h e 3h da manhã.

30/08/2016 – 21:16

Paulo Bauer diz que processo é juridicamente perfeito

O senador Paulo Bauer (PSDB-SC) tem a palavra e diz que processo de impeachment contra Dilma não representa um golpe. 

“Golpe é perder o controle da inflação, como aconteceu no governo da presidente afastada”, diz. 

“Que a brava gente brasileira continue construindo uma pátria forte e feliz”, conclui.

O senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) fala agora.

30/08/2016 – 21:03

Prato principal? Coxinha!

30/08/2016 – 21:01

Sessão de hoje não tem hora para acabar

30/08/2016 – 20:55

Não podemos acusar sem provas, diz Paulo Paim

O senador Paulo Paim (PT-RS) faz um apelo e pede que os senadores votem com a verdade, ao lado dos inocentes. “Não podemos ser uma república onde as acusações e os processos ocorrem sem provas”, diz o parlamentar.

“Vida longa pela democracia”, agradece. 

O senador José Aníbal (PSDB-SP) é o próximo a falar.

30/08/2016 – 20:47

O senador Paulo Paim (PT-RS) fala agora. Outros 37 parlamentares ainda farão suas considerações – cada um terá 10 minutos para discursar.  

30/08/2016 – 20:41

Manifestantes protestam contra Temer na Av. Paulista

Muitos dos manifestantes são jovens. O comandante da operação de segurança no local, major Telles,disse que cerca de 100 policiais militares estão a postos.

A tropa já está enfileirada próxima ao Masp, com cerca de 30 policiais, bloqueando a avenida Paulista, na esquina com a alameda Casa Branca. Outro cordão policial bloqueia a avenida Paulista do outro lado do Masp. A tropa de choque também já está no local.

Avenida Paulista tem novo protesto contra o governo

30/08/2016 – 20:34

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) sinaliza a presença da cantora Fernanda Takai no plenário do Senado.

Em seguida, o senador Ivo Cassol (PP-RO) toma a palavra.

30/08/2016 – 20:28

Processos de impeachment são sempre traumáticos, diz senador

O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) diz que processos de impeachment são sempre traumáticos para o país.

“Estamos cientes da gravidade do momento e os nossos votos devem transparecer essa consciência”, afirma. 

Ele diz que o governo Dilma perdeu sua credibilidade e faz elogios ao presidente interino, Michel Temer. O parlamentar encaminha voto sim ao impeachment.

30/08/2016 – 20:24

O senador José Pimentel (PT-CE) fala em defesa de Dilma

De acordo com o senador José Pimentel (PT-CE), nenhum dos decretos teve impacto nas despesas primárias.

“Todos nós sabemos: não tem crime”, conclui.

30/08/2016 – 20:07

Senador passa mal no plenário

Senador Randolfe Rodrigues passa mal e está em atendimento no Posto Médico do Senado depois de sofrer um princípio de desmaio.

Neste momento ele toma soro por recomendação dos médicos por estar em estado de desidratação.

30/08/2016 – 20:03

O senador Magno Malta (PR-ES) é o próximo a falar.

30/08/2016 – 19:56

Senador Aécio fala no plenário

O senador elogia a condução do julgamento pelo presidente do STF.

“O Brasil espera que nós possamos dizer nas próximas horas é que a presidente cometeu crime e violou a Constituição”, afirma.

“Existe uma outra consequência muito mais perversa desses crimes cometidos por Dilma: a perda da credibilidade do país, o aumento da crise econômica e os 12 milhões de desempregados”.

Ele conclui dizendo que hoje não é um dia feliz para os brasileiros, mas que ele irá para casa tranquilo. “Acreditem que somos capazes de sobreviver a este tempo negro que estamos vivendo. Vamos juntos permitir que o Brasil e os brasileiros escrevam uma nova história”.

30/08/2016 – 19:47

Líder do PSC no Senado encaminha voto sim ao impeachment

Para o senador Eduardo Amorim (PSC-SE), Dilma violou a Lei.

“A verdade pura e cristalina é uma só: quer por omissão ou não, a presidente cometeu crime de responsabilidade”, diz. “Que venham, portanto, os novos tempo”, conclui. 

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) é o próximo a falar.

30/08/2016 – 19:41

Parlamentares mudaram de voto, diz senador

30/08/2016 – 19:38

Quem são os senadores inscritos para falar

Cada um deles pode fazer suas considerações por até 10 minutos cada. A expectativa é que a sessão termine às 2h30 desta quarta-feira (31).

30/08/2016 – 19:33

A senadora Regina Sousa (PT-PI) é a primeira a falar

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, retoma a sessão.

30/08/2016 – 19:09

Aécio faz críticas ao PT no Twitter

30/08/2016 – 18:59

Impeachment decretará pena de morte política, diz Cardozo

O advogado da presidente afastada Dilma Rousseff, José Eduardo Cardozo, afirmou que o Senado, se aprovar o impeachment, decretará a “pena de morte política” da presidente e que espera que a história a inocente.

Cardozo diz que Senado irá condenar Dilma a morte política

30/08/2016 – 18:23

“Impeachment foi fruto de conspiração”, diz senadora

30/08/2016 – 18:04

Sessão deve terminar às 2h30

Lewandowski acaba de dar o recado: a sessão deve terminar às 2h30. Depois do senador Cássio Cunha Lima discursar, haverá um intervalo de 1 hora. Na volta, quem começa é o petista Lindbergh Farias. 

30/08/2016 – 17:47

Após 3 horas de sessão, ainda faltam 48 senadores

Mesmo depois de 3 horas de sessão agora à tarde, 48 senadores ainda devem discursar hoje. Praticamente todos os parlamentares usaram todos os 10 minutos a que têm direito para falar.

Nesse ritmo, ainda restam nove horas de sessão hoje, contando com os oito horas de discurso e uma hora de intervalo previsto para jantar. 

30/08/2016 – 17:35

Collor mantém suspense sobre voto

Apesar de ter votado pela continuidade do impeachment nas fases anteriores do processo, Collor ainda não se pronunciou sobre sua posição no julgamento final.

E preferiu manter o suspense na sessão de hoje — além de não ter declarado o voto, saiu da tribuna sem falar com jornalistas.

Tragédia anunciada, diz Collor sobre governo Dilma

30/08/2016 – 17:23

Ministro Blairo Maggi representará Temer na China

Em plano B, o ministro Blairo Maggi representará Temer na primeira parte da reunião do G20. O chefe da pasta de Agricultura embarca hoje.

Temer gostaria de viajar nesta terça-feira, mas adiou planos diante do ritmo lento do processo de impeachment de Dilma. Além da China, Maggi fará uma missão comercial em mais seis países: Coreia do Sul, Tailândia, Mianmar, Vietnã, Malásia e Índia. 

Na Coreia do Sul, Maggi pretende ampliar as relações comerciais para vender carne suína e grãos. Nos demais países, com exceção da Índia, quer abrir mercado. O final da missão será na Índia, onde participará da reunião dos BRICs.

30/08/2016 – 17:18

Fernando Collor se mostra contra Dilma

O senador Fernando Collor (PTC-AL) não declarou seu voto abertamente, mas deu a entender pelo discurso que votará a favor do impeachment de Dilma. Ele disse que não tinha aliados em 1992 e sofreu impeachment porque forjaram uma crise institucional, situação “completamente diversa” à de hoje. 

“Ontem era inúmeras as simulações. Hoje, inúmeras são as dissimulações”, disse. 

No entanto, as articulações continuam e nada garante que ele manterá a mesma posição das votações anteriores. 

Tragédia anunciada, diz Collor sobre governo Dilma

30/08/2016 – 17:09

Collor: “Governo transformou sua gestão numa tragédia”

O ex-presidente e senador Fernando Collor lembra a sua história de impeachment e diz que a situação hoje é completamente diversa. “O governo afastado transformou sua gestão em uma tragédia anunciada.”

30/08/2016 – 16:39

Fátima Bernardes é mais comentada no Twitter que impeachment

Desde de manhã, a separação dos jornalistas William Bonner e Fátima Bernardes é mais comentada no Twitter do que o impeachment. Enquanto a hashtag #FatimaBernerdes já contabiliza 52,9 mil tweets, os assuntos “Janaína Paschoal” e “Cardozo” foram mencionados 30,8 mil vezes e 20,7 mil tweets, respectivamente.

Agora há pouco, “Requião” também entrou na lista dos assuntos do momento. Ontem, a rede social contabilizou 1 milhão de menções a termos relacionados ao impeachment. 

Fátima Bernardes é o quarto assunto mais comentado do Twitter. Em primeiro, segundo e terceiro lugar, respectivamente, estão #SouContraHomofobiaPq, #fabfive e #GameOfThronesVsTeenWolf. 

30/08/2016 – 15:56

Dilma ligou para Cardozo no intervalo

Em conversa com jornalistas, Cardozo afirmou que recebeu ligação de Dilma durante o intervalo. Em ligação, Dilma agradeceu o apoio e o empenho de Cardozo para defendê-la e brincou com o advogado, que se emocionou mais cedo falando do processo. 

30/08/2016 – 15:53

Acir Gurgacz mantém mistério sobre seu voto

Misterioso até então, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) discursou sem revelar seu voto no processo de impeachment. O senador pediu o fim da “disputa do poder pelo poder” e fez críticas a Dilma e a Temer. 

Assim, o placar até então está nos 6 a 1, com maioria a favor do impeachment. O único senador até agora que revelou seu voto pela permanência de Dilma foi o petista Jorge Viana. 

São necessários pelo menos 54 votos favoráveis ao impeachment para que a petista seja afastada. 

30/08/2016 – 15:44

Segurança em Brasília é reforçada para final do impeachment

Com um muro dividindo a Esplanada dos Ministérios em ala pró e contra o impeachment, a segurança nos arredores do Congresso Nacional foi intensificada hoje para os momentos finais do impeachment. 

Desde ontem, as vias principais que levam ao Congresso Nacional, ao Palácio do Planalto e ao Supremo Tribunal Federal estão fechadas para o trânsito e ficarão assim até o final da votação.

Segurança na Esplanada é reforçada para final de impeachment

30/08/2016 – 15:39

Será que Renan vota?

30/08/2016 – 15:35

Íntegra dos discursos da acusação e da defesa

30/08/2016 – 15:31

Senadores aliados de Temer devem falar menos de 10 minutos

30/08/2016 – 15:12

Na reta final, aliados de Dilma já parecem admitir derrota

Primeiro senador petista a se expor na sessão, Jorge Viana (PT-AC) questionou como será julgada pela história a justiça brasileira. “Somos um tribunal que vai julgar uma brasileira que emprestou sua vida, pôs risco nela, para servir à democracia.”

Em tom de despedida, Viana disse que tem orgulho de ter vivido durante governo do PT “que tirou milhões de pessoas da miséria”. “Como a história vai dizer do que Dilma foi acusada? Qual foi a bala de prata do impeachment? Aquele juiz de quinta categoria que impediu Dilma de nomear Lula? Não cometam injustiça com a senhora presidente”.

30/08/2016 – 15:00

Votação deve acontecer amanhã às 14h

30/08/2016 – 14:53

O que deve acontecer no Senado ainda hoje

 São 66 senadores inscritos para discursar e cada um  terá 10 minutos para se manifestar. Depois disso, Lewandowiski fará a leitura do resumo do processo com as fundamentações da acusação e da defesa.

Na última etapa antes da votação, dois senadores favoráveis ao afastamento definitivo de Dilma e dois contrários terão cinco minutos cada para o encaminhamento da votação.

Ainda não se sabe exatamente que horas a sessão de hoje vai terminar, mas Lewandowski disse mais cedo que poderia durar até 2h da madrugada.  A votação, via painel eletrônico, deve ser realizada amanhã de manhã. 

30/08/2016 – 14:41

Sessão recomeça com discursos dos senadores

Para acelerar o julgamento de impeachment, a advogada de acusação Janaína Paschoal abriu mão da réplica após o intervalo. O silêncio de Janaína faz parte de uma estratégia de Temer e seus aliados de agilizar o processo, para que ele consiga viajar o quanto antes para a China como presidente oficial. 

Consequentemente, o advogado de defesa, José Eduardo Cardozo, também não se expôs novamente, e a sessão recomeçou direto com os discursos dos senadores.

O primeiro a falar é o senador Gladson Cameli (PP-AC). 

30/08/2016 – 14:00

Janaína diz que choro de Cardozo pode ser teatro

30/08/2016 – 13:28

Cardozo chora após citação de Janaína a netos de Dilma

30/08/2016 – 13:26

Advogados da acusação foram políticos, diz Humberto Costa

30/08/2016 – 13:19

Cardozo: “Peçam desculpas pela ditadura e pela democracia”

José Eduardo Cardozo terminou sua fala de defesa da presidência afastada com um pedido: “Peço a Deus que, se Dilma for condenada, um novo ministro da Justiça peça desculpas a ela pelo que a ditadura fez e pelo que a nossa democracia fez. Votem, por favor, pela justiça e pela democracia”. 

30/08/2016 – 13:07

Temer e aliados tentam convencer senadores a falarem rápido

Na ofensiva do governo, Temer e seus aliados devem seguir o dia em conversas para tentar convencer senadores da base para que eles falem rapidamente, já que  todos querem deixar registradas as suas participações nesta sessão histórica, ou abram mão de falar. 

O Planalto está preocupado com a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, em deixar a votação final para amanhã de manhã.

Isso poderia atrasar ainda mais os planos de Temer, que tinha previsto viajar amanhã à tarde para poder chegar a tempo de participar das agendas na China.

Temer e ministros fazem ofensiva para acelerar impeachment

30/08/2016 – 13:03

Como a imprensa estrangeira avaliou discurso de Dilma

São Paulo – Jornais estrangeiros repercutiram ontem o depoimento da presidente afastada Dilma Rousseff (PT) no Senado, um dos mais importantes episódios da história política nacional.

Washington Post 

“Dilma Rousseff faz discurso emocional em um esforço de continuar como presidente”, afirma texto do jornal americano Washington Post, apontando que o discurso pode ser o último de Dilma como presidente.

O Post salienta os trechos em que Dilma afirmou ter sofrido tortura na Ditatura enquanto era uma “guerrilheira de esquerda”. Também reporta que Dilma atribuiu ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB) a culpa pela instauração do processo de impeachment.

New York Times

O New York Times traz o título “Dilma Roussef diz que não será silenciada pelo julgamento do impeachment”. O jornal ressalta que Dilma afirma inocência e se descreve como “vítima de uma conspiração”.

Além de trechos da fala da presidente afastada, também destaca que protestos aconteceram em várias cidades do país “refletindo o crescente senso de divisão no país” enquanto Dilma era “intensamente interrogada” por senadores no Senado.

Le Monde

O francês Le Monde publica que “Enfrentando seu julgamento, Dilma Rousseff recusa ‘o obsequioso silêncio dos covardes’”. O jornal diz que Dilma respondeu aos seus “julgadores” falando “ olho no olho” e com a cabeça erguida, dedos levantados, tom professoral, orgulhosa e forte. Segundo o jornal, analistas veem a possibilidade de Dilma continuar do poder como pequenas “ou inexistentes”.

BBC

A reportagem do site da inglesa BBC indaga: “Impeachment no Brasil: última tentativa de Dilma Rousseff?”. O veículo destaca que o depoimento foi “um improcedente momento na história brasileira, o episódio final em um julgamento esperado para terminar com a retirada definitiva dela do cargo.” E pergunta : “Fim de uma era?”.

“[Dilma] Rousseff poderia ser representada por seus advogados na sessão de segunda-feira, mas ela decidiu se defender, uma decisão que pode ser mais sobre deixar sua marca na história do que tentar mudar a cabeça dos senadores”, diz o texto.

The Guardian

O também britânico The Guardian ressalta a “batalha” de Dilma no impeachment final com um “testemunho em própria defesa diante de um predominante opositor Senado”. O jornal podera que a comparação do julgamento com a Ditadura e a teoria do golpe seguem as consistentes alegações que ela vem fazendo nos quase 10 meses de debate sobre o impeachment.

Dando como certa a retirada de Dilma do poder, a publicação afirma que a sessão de segunda-feira vai ficar marcada na história.

“Embora muitos brasileiros estejam cansados das disputas em Brasília, historiadores terão que olhar para a sessão de hoje [segunda-feira]como um momento chave na expulsão do PT, que está prestes a ser tirado do poder apesar de nunca ter perdido uma eleição presidencial desde 2002”, diz o texto do The Guardian.

30/08/2016 – 12:51

Cardozo: “Vamos afastar presidente por uma tese construída”

Exaltado, José Eduardo Cardozo disse que não há “nexo lógico” na justificativa de afastamento da presidente.”Vamos afastar presidente da república por uma tese construida no mundo das ideias”, afirmou.

“É um escândalo que o mundo inteiro observa, basta olhar os fatos e os argumentos”, completou. 

30/08/2016 – 12:36

“Nunca demonstraram que Dilma enriqueceu”, defende Cardozo

Para José Eduardo Cardozo, advogado de defesa, a acusação nunca demonstrou “que Dilma enqueceu ou desviou dinheiro para seus filhos”. “Podem acusá-la de ter se equivocado, porque todos nós erramos, mas não atinjam a honra de uma mulher digna. É absolutamente indigno esse assassinato de reputação”, argumentou. 

Cardozo disse, ainda, que Dilma não seria tratada assim se fosse um homem “Falaram que ela tomava remédios para desqualificá-la. Afirmaram inúmeras barbaridades”, completou.  

30/08/2016 – 12:30

Cardozo: “Impeachment tem nome e sobrenome: Eduardo Cunha”

O advogado de acusação, José Eduardo Cardozo, disse que processo de impeachment “tem nome e sobrenome: Eduardo Cunha”. “Após Janot divulgar 1ª lista da Lava Jato, começou pressão contra Dilma”, apontou. 

Para ele, “Cunha se tornou o vértice dos derrotados em 2014 e quem queria parar a Lava Jato”. Segundo ele, a partir de então, o governo começou a “amargar seus piores dias”, com Cunha paralizando a Câmara com o apoio dos derrotados em 2014. 

30/08/2016 – 12:19

“Povo não sabe dizer que crime Dilma cometeu”, diz Cardozo

O advogado de defesa José Eduardo Cardozo, ex-ministro da Justiça, disse que provavelmente, daqui um tempo, “ninguém vai se lembrar do que Dilma é acusada”. “Sao explicações tão técnicas, complicadas e confusas que a maior parte da população não sabe dizer que crime ela cometeu”, afirmou. 

Para Cardozo, ela foi condenada porque ganhou uma eleição contrariando interesses e porque não tentou impedir as investigações sobre corrupção.

30/08/2016 – 12:12

Cardozo começa exposição de defesa

30/08/2016 – 12:10

Gleisi “se especializa em ofender esta casa”, diz Aécio

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) pediu a palavra para dizer que Gleisi Hoffmann não tem o direito de acusar os advogados de acusação. Ele elogiou o “brilhantismo” da acusação e disse a senadora “vem se especializando em ofender essa casa” e agora quer ser “censora”.

30/08/2016 – 12:02

“Deus não tem nada a ver com o golpe”, diz Gleisi Hoffmann

A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) pediu a palavra para criticar as defesas dos advogados de acusação. Para ela, as argumentações apresentadas não foram “técnicas”, mas políticas”. 

“Deus não tem nada a ver com esse golpe”, disse a senadora, em referência à fala de Janaína Paschoal, que disse que o impeachment foi influenciado por Deus. 

30/08/2016 – 11:42

Reale Júnior diz que impeachment é “exemplo de democracia”

O jurista Miguel Reale Júnior, advogado de acusação, iniciou sua fala no plenário bastante exaltado. Para ele, o impeachment é um exemplo para o mundo de “democracia” e de “maturidade política”. “Esse é o Brasil da labuta, que sai de situações de dificuldades econômicas para o pódio, como aconteceu nas Olimpíadas.” 

O jurista também afirmou que saíu “chocado” da sessão de ontem no Senado, que Dilma está “de costas para a nação” e que o processo de impeachment “nasceu nas ruas”. Para ele, “há cadáver e há cheiro” no crime de responsabilidade fiscal da presidente. 

30/08/2016 – 11:28

“Peço desculpas à Dilma”, diz Janaína, chorando

A advogada de acusação Janaína Paschoal finalizou seu discurso chorando. Ela disse que “mesmo estando certa, sua atitude pode gerar sofrimento para as pessoas” e pediu desculpas para Dilma. “Peço desculpas porque sei que a situação que ela está vivendo não é fácil e eu lhe causei sofrimento. Fiz isso pensando nos netos da Dilma”, disse, aos prantos. 

Antes, ela afirmou que o “modo PT de ser é a enganação” e que o partido “nega os fatos e a realidade”. “Não me parece honesto dizer para um povo que existe dinheiro para continuar com programas essenciais quando já se sabe que não existe”, acrescentou em sua defesa de acusação. 

30/08/2016 – 11:14

“Não só a presidente mentia, mas os balanços”, diz Janaína

A advogada de acusação volta a defender a ideia de que houve um estelionato eleitoral. Janaína Paschoal disse que “não só a presidente mentia, mas os balanços mentiam” .

Segundo ela, os bancos públicos foram “instrumentalizados” e os próprios auditores do BC perceberam a fraude das “pedaladas” em uma visita de rotina à Caixa Econômica Federal.

30/08/2016 – 11:01

“Sofri mais que ninguém”, diz Janaína Paschoal

Janaína Paschoal, advogada de acusação e co-autora do pedido de impeachment de Dilma, disse que sofreu “mais que ninguém” para solicitar o afastamento da presidente, por ela ser a primeira mulher na Presidência. Hoje, ela volta ao habitual tom firme para defender que Dilma cometeu crime.

A advogada afirmou que o processo é “do povo” e que quer ver “o povo com o coração tranquilo”. Disse que as vontades da defesa são totalitárias e, novamente, que as questões contábeis apresentadas são uma grande fraude. 

30/08/2016 – 10:46

Julgamento recomeça com exposição da advogada de acusação

O julgamento recomeça com debate entre acusação e defesa. A fala é da advogada de acusação, Janaína Paschoal, que terá 1h30 para falar.

Depois, é a vez do advogado de defesa, o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, também com direito de fala de 1h30. O debate entre acusação e defesa deve terminar pouco antes das 14h, seguido de uma pausa para almoço

À tarde, 65 senadores estão inscritos para falar.  A votação da cassação de Dilma deve acontecer só amanhã. 

30/08/2016 – 10:20

“Votação deve ficar para amanhã”, diz Lewandowski

30/08/2016 – 10:18

Aliados de Dilma estão conscientes de que a virada é difícil

Após ouvir Dilma por 14 horas, aliados da presidente afastada se reuniram: o balanço foi positivo, mas todos estão conscientes de que virada é difícil. 

30/08/2016 – 10:16

Como foi a defesa de Dilma no Senado

Ontem foi a primeira vez que a presidente foi ao Senado na condição de ré para dar explicações. Se até agora, a tese da defesa havia sido apresentada por seu advogado José Eduardo Cardozo, ontem o Brasil pode ouvir a própria Dilma falando sobre as acusações.

O objetivo do PT era de comover alguns senadores para que o número mínimo de votos para salvar a presidente fosse alcançado. O principal trunfo da defesa nessa busca, era o discurso inicial de Dilma. Nele, a petista falou sobre seu comprometimento com o cargo e com o país. “Tenho sido intransigente na defesa da honestidade na gestão da coisa pública”, afirmou pela manhã.

A estratégia, no entanto, não funcionou bem o suficiente. Ao longo do dia, Lula partir para o corpo a corpo para convencer senadores a mudar o voto na última hora. A conta feita por um dos senadores, já no final da sessão, era de que Dilma tinha 25 votos—ainda menos do que o necessário. A esperança do partido, neste momento, recai sobre os ombros de Lula e sua capacidade de articulação política.

Mas nem todos do PT estão confiantes. Uma figura de alto escalão ouvida por EXAME.com mostrou pouca empolgação. “Viemos para demonstrar apoio, mas temos convicção de que o jogo está perdido”, disse o membro do partido à reportagem.

Já a oposição se mostrava otimista. Membro do núcleo principal do presidente interino Michel Temer (PMDB) afirmou que, de acordo com as contas do governo interino, os 61 votos necessários para o impeachment já haviam sido garantidos.

Como foi a sessão de defesa de Dilma Rousseff no Senado

30/08/2016 – 10:05

Há rumores de que a votação aconteça só amanhã de manhã

Rumores de que a votação fique apenas para amanhã de manhã ganham força nos corredores do Congresso. 

Para tentar dar celeridade ao processo, advogados de defesa devem falar menos tempo que o previsto.

30/08/2016 – 09:58

O que vai acontecer hoje no Senado

Os advogados de defesa e de acusação debaterão o processo por uma hora e meia cada. Serão permitidas ainda réplica e tréplica de uma hora. Caso a acusação abra mão da réplica, a defesa não poderá usar o tempo da tréplica.

Na sequência, cada senador terá 10 minutos para se manifestar. Os parlamentares poderão se inscrever até o início da discussão. Até agora, são 61 inscritos. 

Depois disso, Lewandowiski fará a leitura do resumo do processo com as fundamentações da acusação e da defesa.

Na última etapa antes da votação, dois senadores favoráveis ao afastamento definitivo de Dilma e dois contrários terão cinco minutos cada para o encaminhamento da votação.

Depois do encaminhamento, será realizada a votação, via painel eletrônico.

30/08/2016 – 09:51

Ações do MTST são “expressão da resistência contra o golpe”

O Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) divulgou uma nota em seu Facebook para justificar os bloqueios nesta manhã em rodovias e avenidas em São Paulo, Fortaleza e Porto Alegre. Outras ações devem acontecer ao longo do dia em mais cidades. 

A nota diz que as ações de hoje são “expressão da resistência contra o golpe em curso no Brasil, contra a soberania do voto popular e os direitos sociais”. Segundo os manifestantes, “os direitos dos trabalhadores e os programas sociais, conquistados com muita luta, estão seriamente ameaçados pelo governo ilegítimo de Michel Temer”. 

Em São Paulo foram fechadas as Marginais Pinheiros e Tietê, a Ponte Eusébio Matoso, a Avenida Jacú Pêssego, a Radial Leste e a Rodovia Regis Bittencourt. Em Porto Alegre, foi a Free Way e em Fortaleza a Rodovia CE 020.
 

30/08/2016 – 09:40

Manifestantes ateiam fogo em pneus

Alguns manifestantes atearam fogo em pneus na Marginal Tietê e na Marginal Pinheiros, mas o fogo já foi extinto. Outros também escreverem “Fora Temer” e “Não vai ter golpe” no asfalto. 

A Tropa de Choque, o Corpo de Bombeiros e funcionários da Companhia de Engenharia deTráfego (CET) estão nos locais. Segundo o Corpo de Bombeiros, caminhões também foram acionados para atender incêndios na Avenida das Nações Unidas e na Avenida Vital Brasil. 

Também há atos nas rodovias Raposo Tavares e Régis Bittencourt, além das avenidas Eusébio Matoso, Nove de Julho e Francisco Morato.

Segundo o Twitter do MTST, a Polícia Militar prendeu três manifestantes hoje cedo em São Paulo.  

Em Porto Alegre, o MTST também bloqueia a Rodovia Freeway contra o impeachment e a ausência de políticas habitacionais na cidade. Também há protestos em ruas de Fortaleza. 

30/08/2016 – 09:17

Integrantes do MTST lideram protestos

30/08/2016 – 08:50

Dia começa com manifestações contra o impeachment

Manifestações contra o impeachment já ocupam as ruas de São Paulo no início da manhã de hoje. Há bloqueios na Marginal Tietê (altura da Ponte Casa, zona norte, no sentido da Rodovia Ayrton Senna) e na Marginal Pineheiros (altura da Ponte Transamérica, zona sul, no sentido da Rodovia Castello Branco).

Outro ponto de bloqueio é a Avenida Professor Francisco Morato, no cruzamento com a Avenida Vital Brasil (zona oeste, em ambos os sentidos).

Ontem, houve repressão policial aos protestos em São Paulo, com bombas de efeito moral, gás de pimenta e caminhões de água para dispersar os manifestantes. Alguns deles jogaram lixeiras pelas ruas e as incendiaram. 

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