Membro do COI se declara inocente de venda ilegal no Rio

"Confio no sistema judicial brasileiro e acredito que serei absolvido de todas as acusações", completa a nota

O presidente do Comitê Olímpico Irlandês, Patrick Hickey, declarou-se “completamente inocente” das acusações de venda ilegal de ingressos dos Jogos Rio-2016.

“Enfrentarei todas as acusações apresentadas contra mim, e me defenderei de cada uma delas. Sou completamente inocente e quero defender meu nome e minha reputação”, afirma em um comunicado.

“Confio no sistema judicial brasileiro e acredito que serei absolvido de todas as acusações”, completa a nota.

“Minha prioridade é recuperar a saúde o mais rápido possível”, destacou Hickey, que saiu da prisão no dia 29 de agosto por razões médicas.

“Não farei mais declarações até o fim do processo”, concluiu o dirigente esportivo, que também é presidente dos Comitês Olímpicos Europeus (EOC).

Hickey havia sido detido em 17 de agosto no Rio de Janeiro, acusado de participar de uma rede de revenda ilegal de ingressos dos Jogos Olímpicos, um sistema que teria movimentado pelo menos 10 milhões de reais.

Depois da detenção, o irlandês anunciou seu afastamento temporário de todos os cargos que ocupa no movimento olímpico.

O governo irlandês iniciou uma investigação independente sobre a revenda ilegal de entradas, ampliando os trabalhos aos Jogos de Londres-2012 e Sochi-2014 (Olimpíadas de Inverno).

O presidente do Comitê Olímpico Irlandês, Patrick Hickey, declarou-se “completamente inocente” das acusações de venda ilegal de ingressos dos Jogos Rio-2016.

“Enfrentarei todas as acusações apresentadas contra mim, e me defenderei de cada uma delas. Sou completamente inocente e quero defender meu nome e minha reputação”, afirma em um comunicado.

“Confio no sistema judicial brasileiro e acredito que serei absolvido de todas as acusações”, completa a nota.

“Minha prioridade é recuperar a saúde o mais rápido possível”, destacou Hickey, que saiu da prisão no dia 29 de agosto por razões médicas.

“Não farei mais declarações até o fim do processo”, concluiu o dirigente esportivo, que também é presidente dos Comitês Olímpicos Europeus (EOC).

Hickey havia sido detido em 17 de agosto no Rio de Janeiro, acusado de participar de uma rede de revenda ilegal de ingressos dos Jogos Olímpicos, um sistema que teria movimentado pelo menos 10 milhões de reais.

Depois da detenção, o irlandês anunciou seu afastamento temporário de todos os cargos que ocupa no movimento olímpico.

O governo irlandês iniciou uma investigação independente sobre a revenda ilegal de entradas, ampliando os trabalhos aos Jogos de Londres-2012 e Sochi-2014 (Olimpíadas de Inverno).

O presidente do Comitê Olímpico Irlandês, Patrick Hickey, declarou-se “completamente inocente” das acusações de venda ilegal de ingressos dos Jogos Rio-2016.

“Enfrentarei todas as acusações apresentadas contra mim, e me defenderei de cada uma delas. Sou completamente inocente e quero defender meu nome e minha reputação”, afirma em um comunicado.

“Confio no sistema judicial brasileiro e acredito que serei absolvido de todas as acusações”, completa a nota.

“Minha prioridade é recuperar a saúde o mais rápido possível”, destacou Hickey, que saiu da prisão no dia 29 de agosto por razões médicas.

“Não farei mais declarações até o fim do processo”, concluiu o dirigente esportivo, que também é presidente dos Comitês Olímpicos Europeus (EOC).

Hickey havia sido detido em 17 de agosto no Rio de Janeiro, acusado de participar de uma rede de revenda ilegal de ingressos dos Jogos Olímpicos, um sistema que teria movimentado pelo menos 10 milhões de reais.

Depois da detenção, o irlandês anunciou seu afastamento temporário de todos os cargos que ocupa no movimento olímpico.

O governo irlandês iniciou uma investigação independente sobre a revenda ilegal de entradas, ampliando os trabalhos aos Jogos de Londres-2012 e Sochi-2014 (Olimpíadas de Inverno).

O presidente do Comitê Olímpico Irlandês, Patrick Hickey, declarou-se “completamente inocente” das acusações de venda ilegal de ingressos dos Jogos Rio-2016.

“Enfrentarei todas as acusações apresentadas contra mim, e me defenderei de cada uma delas. Sou completamente inocente e quero defender meu nome e minha reputação”, afirma em um comunicado.

“Confio no sistema judicial brasileiro e acredito que serei absolvido de todas as acusações”, completa a nota.

“Minha prioridade é recuperar a saúde o mais rápido possível”, destacou Hickey, que saiu da prisão no dia 29 de agosto por razões médicas.

“Não farei mais declarações até o fim do processo”, concluiu o dirigente esportivo, que também é presidente dos Comitês Olímpicos Europeus (EOC).

Hickey havia sido detido em 17 de agosto no Rio de Janeiro, acusado de participar de uma rede de revenda ilegal de ingressos dos Jogos Olímpicos, um sistema que teria movimentado pelo menos 10 milhões de reais.

Depois da detenção, o irlandês anunciou seu afastamento temporário de todos os cargos que ocupa no movimento olímpico.

O governo irlandês iniciou uma investigação independente sobre a revenda ilegal de entradas, ampliando os trabalhos aos Jogos de Londres-2012 e Sochi-2014 (Olimpíadas de Inverno).

O presidente do Comitê Olímpico Irlandês, Patrick Hickey, declarou-se “completamente inocente” das acusações de venda ilegal de ingressos dos Jogos Rio-2016.

“Enfrentarei todas as acusações apresentadas contra mim, e me defenderei de cada uma delas. Sou completamente inocente e quero defender meu nome e minha reputação”, afirma em um comunicado.

“Confio no sistema judicial brasileiro e acredito que serei absolvido de todas as acusações”, completa a nota.

“Minha prioridade é recuperar a saúde o mais rápido possível”, destacou Hickey, que saiu da prisão no dia 29 de agosto por razões médicas.

“Não farei mais declarações até o fim do processo”, concluiu o dirigente esportivo, que também é presidente dos Comitês Olímpicos Europeus (EOC).

Hickey havia sido detido em 17 de agosto no Rio de Janeiro, acusado de participar de uma rede de revenda ilegal de ingressos dos Jogos Olímpicos, um sistema que teria movimentado pelo menos 10 milhões de reais.

Depois da detenção, o irlandês anunciou seu afastamento temporário de todos os cargos que ocupa no movimento olímpico.

O governo irlandês iniciou uma investigação independente sobre a revenda ilegal de entradas, ampliando os trabalhos aos Jogos de Londres-2012 e Sochi-2014 (Olimpíadas de Inverno).

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