PIB anêmico; Trump: 3 mi expulsos…

PIB anêmico

Bancos e consultorias estão revisando para baixo suas previsões de crescimento para a economia brasileira, segundo o jornal Valor. Para 2016, a expectativa é que o país encolha 3,5%, ante estimativas anteriores que anteviam recuo de 3%. Para o ano que vem, a maior parte dos analistas prevê crescimento na casa de 1%, ante 2% das previsões anteriores. O motivo são os maus resultados da indústria e do comércio nos últimos relatórios, que reforçam a tese de que a economia deve encolher também no último trimestre.

Ações prescrevem

Um terço das ações penais contra políticos no Supremo Tribunal Federal prescreveram nos últimos dez anos, segundo levantamento do jornal Folha de S. Paulo. Os atrasos podem ter ocorrido no Supremo e em instâncias inferiores. Entre os casos prescritos estão ações contra o senador Jader Barbalho (PMDB-PA), a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP), e o deputado Paulo Maluf (PP-SP). No total, 113 causas foram encerradas de 2007 a 2016. O Supremo não se manifestou.

Renan busca aval de Temer

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) busca respaldo político da Câmara e do Planalto para as ações que tem encampado contra o Poder Judiciário e o Ministério Público, informa o jornal O Estado de S. Paulo. Renan almoçou, no sábado, com Michel Temer, Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara, e com Aroldo Cedraz, presidente do Tribunal de Contas da União. Outros nomes de peso do governo, como o secretário Moreira Franco, também estavam presentes. Renan, vale lembrar, é alvo de 11 inquéritos no Supremo. No mesmo almoço, Rodrigo Maia falou sobre pareceres que obteve para uma nova candidatura à presidência da Câmara.

7 bilhões desviados

Auditorias internas realizadas pela Petrobras estimam que o grupo Odebrecht participou do desvio de pelo menos 7 bilhões de reais da estatal, segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Os valores incluem desvios e um passivo criado com o superfaturamento de contratos de construção de unidades, de fornecimento de equipamentos, e de exploração de petróleo. Fontes ouvidas pelo jornal dizem que o valor ainda pode crescer, o que inflaria o pedido de indenização a ser feito pela petroleira. Atualmente, 70 executivos da Odebrecht, entre eles o ex-presidente Marcelo Odebrecht, negociam acordo de delação premiada.

Uma opção para o Rio

Técnicos do Banco do Brasil e do governo do Rio de Janeiro se reúnem nesta segunda-feira em São Paulo para montar uma operação de captação de recursos com o objetivo de salvar as finanças do estado. Como garantia, o Rio vai oferecer a receita futura dos royalties do petróleo. Segundo o governo, liberar recursos da União não está nos planos. Um terço das cidades do estado já atrasa os salários, segundo o jornal O Globo. No domingo, o governador Luiz Fernando Pezão afirmou que terá dinheiro para pagar apenas sete salários em 2017.

3 milhões expulsos?

O presidente eleito americano, Donald Trump, deu entrevista ao programa 60 Minutes, neste domingo, e prometeu deportar até três milhões de imigrantes ilegais com ficha criminal. Seria o primeiro passo do plano de expulsar até 11 milhões de imigrantes. O muro na fronteira com o México, por sua vez, já começou a entrar para o campo das promessas impossíveis. Trump afirmou que deve instalar grades em “certos trechos”. Ainda ontem, o presidente da Câmara, Paul Ryan, afirmou que o partido republicano não vai formar uma força especial para caçar imigrantes. O objetivo é acalmar os cidadãos. “Este não é nosso foco”, disse.

O novo plano colombiano

Para tentar salvar o acordo de paz com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o governo do país cedeu em vários pontos defendidos pelos opositores. Alguns detalhes do novo pacto firmado no sábado foram revelados ontem. As Farc indenizarão as vítimas, terão menos financiamento para montar seu novo partido político e serão mais ativas na cooperação para combate ao narcotráfico. Mas continuarão com prazo para o cessar-fogo e ainda terão direito a cadeiras no legislativo do país. O texto final do novo acordo ainda não foi divulgado. “É um acordo melhor”, disse o presidente colombiano Juan Manuel Santos.

Terremoto na Nova Zelândia

Ao menos duas pessoas morreram na Nova Zelândia após um forte terremoto de 7,8 graus atingir a área central do país às 9h de domingo (horário de Brasília). A defesa civil chegou a emitir alerta de tsunami e pedir a moradores de áreas costeiras que se refugiassem em regiões mais altas. Mas as ondas que atingiram a costa não passaram dos dois metros. Em 2011, um terremoto de 6,3 graus matou 185 pessoas e trouxe um prejuízo de 25 bilhões de dólares ao país.

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