Recuo no reajuste; Taxas atrativas…

Cunha e o golpe

O ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, afirmou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo desta segunda-feira que sua cassação vai fortalecer o discurso de que a queda de Dilma Rousseff foi um golpe. “Os defensores do PT querem a minha cabeça para ter o troféu”, disse. Cunha pediu que os colegas deixem seu destino nas mãos do Supremo Tribunal Federal, e afirmou que eles precisam “julgar sabendo que amanhã podem ser julgados”. Cunha ainda voltou a rejeitar a possibilidade de uma delação.

Ato na Paulista

Manifestantes protestaram na Avenida Paulista, em São Paulo, contra o governo do presidente Michel Temer (PMDB). A concentração do evento, convocado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, foi em frente ao MASP. O ato reuniu 60.000 pessoas, segundo os organizadores, e 8.000 segundo a Polícia Militar. Três pessoas, entre elas uma adolescente, foram detidas com máscaras, faca e soco inglês na mochila. Manifestações foram realizadas também em dezenas de cidades, como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Fortaleza.

200.000 vagas a menos

Mais de 200.000 pessoas foram demitidas em consequência da crise do setor automotivo brasileiro nos últimos dois anos, revela o jornal O Estado de S. Paulo. A conta considera o fechamento de 31.000 vagas em montadoras, de 50.000 nas autopeças e mais 124.000 nas concessionárias. A previsão é que o número de demitidos cresça ainda mais já que as vendas no ano devem ficar 19% abaixo de 2016.

Recuo no reajuste

Caciques do PMDB voltaram atrás na defesa do reajuste dos salários dos ministros do Supremo Tribunal Federal depois que o presidente Michel Temer afirmar, ao jornal O Globo, que “não é o momento”. Para Temer, o aumento provocaria uma cascata gravíssima para o país. O presidente disse ainda que não usou a faixa presidencial no 7 de setembro, e tampouco quer seus retratos nas paredes das repartições, por considerar sinais de soberba.

Taxas atrativas

A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, afirmou ao jornal Folha de S. Paulo que as novas concessões do governo Temer terão taxas de retorno atrativas e não seguirão em que a menor tarifa oferecida leva, como fez Dilma Rousseff. “O que ocorreu no passado é lição para não se repetir no presente e no futuro. Quantas concessões não se viabilizaram?”, afirmou.

Nova lei de mídia

O governo de Mauricio Macri trabalha nova nova lei de comunicação para substituir a polêmica lei de mídia kirchnerista. Com Cristina no comando, as verbas oficiais iam para os canais de sua preferência, e não para os maiores grupos de comunicação do país. Macri já adotou o critério de audiência e, agora, estuda uma legislação mais tolerante à propriedade privada dos meios – a base da lei anterior, que reduziu o poder de grupos como o Clarín.

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