Serra na Fazenda?; Acordão para Cunha…

Acordão à vista?

O vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA) limitou as provas que podem ser analisadas no Conselho de Ética contra o presidente da casa, Eduardo Cunha. Em decisão lida no plenário, Maranhão proibiu o Conselho de Ética de investigar e usar como prova qualquer documento que não explicite que Cunha mentiu à CPI da Petrobras em março de 2015, quando ele negou ter contas no exterior. A Comissão ainda retirou as denúncias de que ele recebera propina. A decisão aumentou a suspeita de que a Câmara prepara um acordão para salvar Cunha. Maranhão diz cumprir um regimento. Cunha nega acusações.

A AGU de Temer

O vice-presidente Michel Temer convidou o secretário de segurança de São Paulo, Alexandre Moraes, para assumir a Secretaria Geral da União, segundo o jornal Folha de S. Paulo. Também segundo a Folha, senadores do PSDB dizem que o partido vai condicionar seu apoio a um eventual governo Temer a nomeação de José Serra para o ministério da Fazenda.

Dilma no dia 17

Um mês depois da Câmara, a presidente Dilma Rousseff deve ter seu processo de impeachment votado no Senado. Esse é o planejamento do presidente da casa, Renan Calheiros, que culminaria com a votação em plenário no dia 17 de maio. A oposição pressiona pela aceleração do processo. Calheiros antecipou para segunda-feira a eleição da comissão impeachment e decidiu manter, na comissão, a proporcionalidade dos blocos partidários da casa, o que dá ao PMDB cinco das 21 vagas. Governo e oposição terão quatro cadeiras cada.

Lula encrencado?

A Procuradoria-Geral da República usará a delação premiada do ex-chefe de gabinete de Delcídio do Amaral, Diogo Ferreira, para encorpar a denúncia que prepara contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A informação é da revista Época. Ferreira apontou em seus depoimentos que o filho do pecuarista José Carlos Bumlai, Maurício, pagou para financiar a família do ex-diretor da Petrobras, Nestor Cerveró, e evitar com isso uma delação do ex-dirigente da petroleira. Delcídio já disse, em sua delação, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva arquitetou o plano de comprar o silêncio de Cerveró.

Cunha tranquilo (por enquanto)

Ainda não há prazo para o julgamento do pedido de afastamento do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, segundo afirmou nesta terça-feira Teori Zavascki, ministro do Supremo Tribunal Federal. O pedido foi feito em dezembro de 2015 pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Teori afirmou que ainda está analisando o caso.

OAB pede cassação

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro, Felipe Santa Cruz, anunciou que vai acionar o Supremo Tribunal Federal na smeana que vem para pedir a cassação do deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Bolsonaro homenageou, durante a votação do impeachment, o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, reconhecido pela Justiça como torturador na ditadura militar.

A lógica em Nova York

O republicano Donald Trump e a democrata Hillary Clinton confirmaram o favoritismo e venceram as primárias de Nova York na noite desta terça-feira. Hillary reverteu uma série recente de derrotas para o senador Bernie Sanders e conseguiu 57% dos votos dos democratas. Trump teve 60% dos votos entre os republicanos, seguido de John Kasich, com 25%, e Ted Cruz, seu principal adversário, que levou apenas 15%. Trump comemorou a vitória ao som de “New York, New York” numa festa na Trump Tower, em Manhattan. Mas um detalhe deixou um gostinho amargo na vitória – ele perdeu em Manhattan, onde vive. Por lá, sua intolerância não teve vez.

AB InBev vende



Com uma oferta de 2,9 bilhões de dólares, o grupo cervejeiro japonês Asahi arrematou nesta terça-feira três marcas premium da cervejaria SABMiller: Peroni, Grolsch e Meantime. A compra é um importante passo para a AB InBev finalizar a fusão com a SABMiller e satisfazer as regras regulatórias que regem o acordo. A companhia já havia vendido operações na China e nos Estados Unidos para garantir a fusão. O acordo entre a AB InBev e a SABMiller cria o maior grupo cervejeiro do mundo, com um market share de 30% de todo o mercado global.

Intel nas cordas



Passando por reestruturações internas, a gigante da computação Intel anunciou hoje que pretende diminuir os postos de trabalho em 12.000 até 2017, num misto de demissões e “saídas voluntárias”. Esse número de funcionários é equivalente a 11% da mão de obra total. Segundo comunicado à imprensa, a Intel afirma que essa é uma maneira de “acelerar a evolução de uma companhia de computadores para uma que permite a conexão de bilhões de dispositivos em nuvem”.

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