Trump nega críticas a May; Doze russos indiciados nos EUA…

Prisões no Paquistão

O ex-primeiro-ministro do Paquistão Nawaz Sharif e sua filha Maryam foram detidos nesta sexta-feira assim que chegaram em avião à cidade de Lahore, no leste do país, uma semana depois que foram condenados a dez e sete anos de prisão, respectivamente, por corrupção. A prisão gerou tumulto no país, que está sob um governo provisório e aguarda eleições no próximo dia 25. Os dois vinham de Abu Dhabi e Sharif retornava ao país para dar apoio a seu partido nas eleições. Entre os protestos, um atentado suicida deixou 128 mortos em um comício no sudoeste do Paquistão. É o terceiro incidente relacionado ao pleito esta semana e o mais letal realizado no Paquistão em mais de um ano.

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Russos indiciados nos EUA

A apenas três dias do encontro entre os presidentes Donald Trump, dos Estados Unidos, e da Rússia, Vladimir Putin, a Procuradoria-geral americana anunciou o indiciamento de 12 militares russos como responsáveis pela invasão da rede de computadores da campanha da democrata Hillary Clinton, em 2016. O indiciamento faz parte da investigação do promotor especial Robert Mueller sobre a interferência do governo russo nas eleições daquele ano, que deram a vitória a Trump. Além de terem invadido os computadores do Comitê Nacional Democrata (DNC) e da campanha de Clinton, “de forma constante”, os espiões russos os utilizaram para disparar arquivos com vírus para as contas de e-mail de voluntários e funcionários da equipe democrata. Trump foi comunicado previamente que o Departamento de Justiça acusaria formalmente os 12 agentes. “O presidente está plenamente informado das ações tomadas hoje”, afirmou o procurador-geral adjunto, Rod Rosenstein, responsável pela acusação.

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Neurotoxina Novichok

A polícia de contraterrorismo do Reino Unido afirmou que acredita ter encontrado a fonte do agente nervoso que matou Dawn Sturgess, de 44 anos, pouco mais de uma semana depois de ser exposta a um agente nervoso chamado Novichok. O fato aconteceu perto da cidade de Salisbury, onde o ex-agente duplo da Rússia, Sergei Skripal, e sua filha Yulia foram vítimas do mesmo veneno em março. Segundo a polícia, uma garrafa pequena foi recuperada durante buscas e cientistas confirmaram que a substância contida na garrafa é Novichok. Mais exames estão sendo realizados para tentar estabelecer se ele vem do mesmo lote que contaminou os Skripal, e inquéritos estão em curso para determinar de onde veio a garrafa, acrescentou o comunicado.

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Trump nega ter criticado May

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira que não criticou a primeira-ministra britânica Theresa May, depois de uma entrevista do americano ao tabloide The Sun ter causado polêmica. “Eu não critiquei a primeira-ministra, tenho muito respeito pela primeira-ministra”, disse Trump. “Infelizmente houve uma reportagem, que no geral estava boa, mas que não publicou o que eu disse sobre a primeira-ministra e eu disse uma coisa tremenda. Isso se chama fake news”, disse. A entrevista apresenta críticas de Trump ao processo de saída do Reino Unido da União Europeia, o Brexit, em que o presidente afirma ter dito à primeira ministra britânica o que fazer, mas que ela “não escutou”.

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Peña Nieto pede reunificação a Pompeo

O presidente do México, Enrique Peña Nieto, pediu à comitiva americana que visita o país e que é liderada pelo secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, a “rápida reunificação das famílias separadas na fronteira”. Cerca de 3.000 crianças foram separados dos seus pais desde que a Casa Branca decidiu em abril deste ano adotar uma política de “tolerância zero” contra os imigrantes que entravam no país irregularmente pela fronteira com o México. A medida foi suspensa em meados de junho pelas enormes críticas recebidas, mas muitas famílias seguem separadas. De acordo com comunicado da presidência mexicana, no encontro também foi abordada a negociação do Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (Nafta) e as eleições à Presidência de 1º de julho no México, que elegeram o candidato de esquerda, Andrés Manuel López Obrador.

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Microsoft pede regulações

Em meio aos pedidos de maior regulação de tecnologias de reconhecimento facial, a fabricante de software Microsoft se tornou a primeira gigante de tecnologia a endossar o coro nesta sexta-feira. Em uma postagem de blog, o presidente e diretor legal da companhia, Bradford Smith, discorreu sobre os usos e abusos desse tipo de tecnologia. Smith comparou o reconhecimento facial a remédios e carros, produtos que são severamente regulados e pediu que o Congresso estudasse a questão e agisse. “Vivemos em uma nação de leis e o governo precisa desempenhar um importante papel na regulação de tecnologias de reconhecimento facial”, escreveu.

 

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