IGP-M sobe 1,45% na 2ª prévia de novembro, revela FGV

Com o resultado, o índice acumula aumentos de 9,92% no ano e de 10,61% em 12 meses

Rio – O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 1,45% na segunda prévia de novembro, ante avanço de 1,86% na segunda prévia do mesmo índice de outubro, informou na manhã desta quinta-feira, 19, a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o resultado, o índice acumula aumentos de 9,92% no ano e de 10,61% em 12 meses. Na primeira prévia deste mês, o IGP-M havia subido 1,31%.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de outubro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, subiu 1,88% neste mês, em comparação com a alta de 2,63% na segunda prévia de outubro.

O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou alta de 0,78% na leitura anunciada hoje, após subir 0,57% no mês passado. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve elevação de 0,29%, após registrar aumento de 0,14% na mesma base de comparação.

O IGP-M é muito usado para reajuste no preço do aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice prévio mensal foi de 21 de outubro ao dia 10 deste mês. O resultado final do IGP-M será anunciado no próximo dia 27.

IPAs

A inflação no setor agropecuário desacelerou no atacado. Os preços do IPA Agropecuário subiram 2,26% na segunda prévia do IGP-M de novembro, após aumento de 3,55% na segunda prévia de outubro, informou a FGV.

A inflação industrial atacadista (IPA Industrial) também perdeu força ao registrar alta de 1,74% na leitura divulgada hoje, contra avanço de 2,27% no mês passado.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais subiram 2,75% na segunda prévia de novembro, em comparação com o avanço de 1,65% em igual prévia de outubro.

Os preços dos bens intermediários, por sua vez, tiveram alta de 1,76% na leitura divulgada nesta quinta, após subirem 2,18% no mês passado. Já os preços das matérias-primas brutas avançaram 1,01%, contra aumento de 4,37% na mesma base de comparação.

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