Itaú apresenta evolução do bem-estar do brasileiro

Debate apresenta última edição do Índice Itaú de Bem-Estar Social

12/09/2013 – 12:13

Cobertura ao vivo é encerrada

Encerramos agora a cobertura ao vivo do evento do Itaú. Agradecemos a todos que acompanharam o blog.

12/09/2013 – 12:12

Índice subiu 0,057 em 2010 e 0,050 em 2011

O debate é concluído e os convidados deixam a sala. O Itaú apresentou hoje em São Paulo os resultados da segunda edição do Índice de Bem-Estar Social, que considera condições econômicas, condições humanas e desigualdade social com igual peso. O aumento do índice em 2011 (0,050) foi menor do que o observado no ano anterior (0,057) e próximo à média anual observada desde 2008 (0,056).

12/09/2013 – 12:00

Convidados discutem entraves para o bem-estar

Milton Jung pergunta qual é o maior entrave para a melhora do bem-estar do brasileiro hoje. Para Ilan Goldfjan, no curtíssimo prazo é infraestrutura e no médio e longo prazo é educação. Para Caio, o mais importante é produtividade – tanto de trabalho quanto do serviço público. Lia Lombardi acredita que há um consenso de que a educação é o principal eixo para o avanço do país.

12/09/2013 – 11:58

Fator ambiental foi incluído pela primeira vez este ano

Convidados perguntam sobre dados que não são levados em conta, como os ambientais e institucionais. Caio nota que o meio ambiente continua subestimado, mas já houve um avanço pois não era levado em conta no ano passado e foi incluído neste ano. De forma geral, eles notam que é importante não colocar dados demais para não perder o foco.

12/09/2013 – 11:33

Economistas explicam porque não usam dados de percepção

Convidada pergunta sobre subjetividade: porque o Índice não leva em conta a percepção das pessoas, como vários outros indicadores de bem-estar tem feito? Para Caio, eles escolheram usar dados que tem disponibilidade de uma série histórica mais longa, para ser possível fazer comparação de vários períodos. Já Ilan diz que há uma questão cultural envolvida: o Brasil aparece em pesquisas como um dos países mais felizes do mundo. Se fomos levar isso como critério, há pouco para mudar no país.

12/09/2013 – 11:27

“Nova classe média já não aceita saúde do passado”, diz Ilan

Milton Jung pergunta se não há uma contradição entre melhora verificada na saúde e insatisfação maior da população em relação a esse tema. Para Ilan Goldfjan, é uma questão de expectativas mais altas: o consumo melhorou mais do que o serviço público. “A nova classe média já não aceita saúde da classe do passado. É uma demanda absolutamente legítima”, ele diz.

12/09/2013 – 11:22

Ilan diz que índice não deve ser politizado

Repórter da Bloomberg pergunta o que o Índice diz sobre as ações do governo Dilma. Ilan Goldfjan diz que não gostaria de politizar o indice e que tanto os avanços quanto as deficiências identificadas são responsabilidade de todos os governos que vieram até agora.

12/09/2013 – 11:14

“Pessoas são menos felizes no auge da capacidade produtiva”

Milton Jung pergunta sobre diferenças regionais, de gênero e idade no índice. Caio aponta que nível é menor e crescimento maior no norte e nordeste; no sul e sudeste, o crescimento é menor mas parte de uma base maior. Na média, as pessoas são mais felizes na infância e em idades mais avançadas do que na fase adulta e de auge da capacidade produtiva. Em relação a gênero, não há diferença.

12/09/2013 – 11:09

Debate: como fazer o bem-estar crescer mais que o PIB?

Milton Jung pergunta: “somos reféns do PIB? Não é possível avançar mais o bem-estar mesmo com crescimento mais baixo?”. Ilan aponta que em alguns momentos, o PIB avança mais e o bem-estar avança menos, em alguns momentos, é o contrário, mas os dois estão associados. Para Caio, é possível aumentar o bem-estar acima do crescimento, pois há investimentos com pouco impacto econômico mas muito impacto de bem-estar – como o em saneamento. Milton diz que estava ficando preocupado que “minha felicidade depende do Guido Mantega”.

12/09/2013 – 11:04

Ilan Goldfajn: Desaceleração brasileira “veio muito cedo”

Ilan diz que “não dá pra crescer o tempo todo com uma velocidade elevada”, mas que a desaceleração brasileira veio muito cedo.

12/09/2013 – 11:02

Caio Megale: Brasil tem de “ir da infância pra adolescência”

“Porque o índice está avançando menos?”, pergunta Milton para Caio. Ele responde que o crescimento do Brasil no início da década passada dependeu de uma grande capacidade de produção que estava ociosa. Ele cita a rodoviária de São Paulo e o Aeroporto de Guarulhos como locais que eram considerados “elefantes brancos” antes do surto de crescimento e hoje vivem lotação acima da capacidade. Agora é preciso “sair da infância para a adolescência”. 

12/09/2013 – 10:57

Para Lia Lombardi, é preciso conciliar negócios e sociedade

Lia Lombardi, diretora executiva do CEBDS (Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável), diz que as empresas precisam estar próximas das demandas sociais e que o momento é de conciliação entre negócios e sociedade. Para ela, o Índice – que já está na segunda edição – ajuda nessa união e reflete o debate sobre qual sociedade queremos, além dos índices econômicos.

12/09/2013 – 10:48

Redução da desigualdade continua

A redução da desigualdade social também continua. Caio Megale lança a pergunta: como compatibilizar o avanço do indicador de bem-estar com a insatisfação da população demonstrada nas manifestações sociais a partir de junho? Ele apresenta dados de outros países para mostrar que o avanço cria novas expectativas e que ainda há muito espaço para melhora nos indicadores e “é muito cedo para desacelerar”

12/09/2013 – 10:43

“Avanço social é contínuo, gradual e disseminado”

Em relação a condições econômicas, o índice avalia que o mercado de trabalho e o consumo continuam bem, mas há na margem sinais de esgotamento, com inflação estabilizada em patamares mais altos, por exemplo. Nas condições humanas, há um “avanço contínuo, gradual e disseminado” nas últimas duas décadas. O avanço é mais lento a partir de 2008 em educação e saneamento.

12/09/2013 – 10:39

Três fatores são levados em conta no Índice de Bem-Estar

O Índice de Bem-Estar Social criado pelo banco é um índice qualitativo para medir a qualidade de vida no país. Três aspectos são considerados com o mesmo peso: condições econômicas, condições humanas e distribuição de renda.

12/09/2013 – 10:37

“Crescimento não traz necessariamente bem-estar”

Caio Megale, economista do Itaú Unibanco e coordenador do índice, é convidado para iniciar a apresentação. Ele diz que crescimento econômico e de renda não necessariamente trazem mais felicidade ou bem-estar social – muitas vezes, acontece o contrário

12/09/2013 – 10:30

Jornalista Milton Jung abre apresentação

O jornalista Milton Jung abre o encontro, que ocorre no Itaú Cultural em São Paulo. Ele chama para a mesa Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú Unibanco.

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