Ministro argentino prevê crescimento de até 5% em 2017

No encontro anual do Conselho das Américas em Buenos Aires, o ministro de Produção se mostrou "muito otimista" com o futuro econômico da Argentina

Buenos Aires – O ministro de Produção da Argentina, Francisco Cabrera, afirmou nesta quinta-feira que haverá uma melhora na economia do país no último trimestre deste ano e previu uma perspectiva de crescimento de até 5% para 2017.

No encontro anual do Conselho das Américas em Buenos Aires, o ministro se mostrou “muito otimista” com o futuro econômico da Argentina. Disse que a inflação no país irá reduzir, que as obras públicas irão começar e que haverá uma acumulação de investimentos.

“Se falou muito sobre se poderíamos dobrar a inflação ou não, e vamos terminar o ano com taxas próximas a 1% (mensal), o que já começou a ser visto em julho”, disse Cabrera em discurso no fórum, que reuniu empresários da região e políticos argentinos.

Além disso, mencionou “outros desafios” para o governo de Mauricio Macri, como “a falta de demanda de emprego em um país com só 6 milhões de pessoas que trabalham no setor privado formal”.

Por isso, destacou a necessidade de “gerar postos de trabalho de qualidade e cuidar dos atuais”.

Ao contrário de outras edições realizadas durante os governos de Néstor e Cristina Kirchner, o evento contou com uma grande presença de membros do governo que assumiu o poder em dezembro de 2015.

O chefe de gabinete da presidência, Marcos Peña, afirmou que o governo de Mauricio Macri está conseguindo controlar a inflação e afirmou que os temas propostos na campanha já foram “encarados ou resolvidos” pela nova administração.

“O governo levou adiante muitas medidas sociais que foram tomadas para cuidar dos setores vulneráveis”, afirmou Peña.

Por sua vez, o presidente da Câmara Argentina de Comércio e Serviços, Jorge di Fiori, pediu uma “reorganização do país” e disse que a missão está “nas mãos do governo, dos empresários e dos trabalhadores”.

“Precisamos de investimentos do exterior, mas eles não virão se o capital argentino não der sinal de confiança suficiente para que nossos mercados voltem a ser atrativos”, afirmou Fiori.

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