Petróleo oscila e fecha em alta, com expectativas sobre EUA

Antes da alta, o mercado parecia tomar fôlego depois de uma valorização de 50% entre fevereiro e março seguida por uma queda de 13% nas últimas duas semanas

Nova York – Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta terça-feira, 5, subindo nos últimos minutos de negociação, após flutuar perto da estabilidade a maior parte da sessão, enquanto investidores se preparam para receber dados dos estoques nos Estados Unidos.

Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para maio fechou em alta de US$ 0,19 (0,53%), a US$ 35,89 por barril. Na IntercontinentalExchange (ICE), em Londres, o Brent para junho subiu US$ 0,18 (0,48%), a US$ 37,87 por barril.

Analistas e corretores foram pressionados para explicar o rali no final da sessão, e houve um dia fraco de notícias do mercado que justificasse o movimento.

Antes da alta, o mercado parecia tomar fôlego depois de uma valorização de 50% entre fevereiro e março seguida por uma queda de 13% nas últimas duas semanas.

“Tem sido uma queda bem forte”, disse Robert Yawger, diretor de futuros da Mizuho Securities, em Nova York.

O mercado está ansioso pela divulgação de dados dos estoques semanais pelo American Petroleum Institute (API, uma associação de refinarias) ainda nesta terça-feira e pelos números do Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês), que saem amanhã de manhã.

O mercado também está monitorando os bastidores da reunião de grandes produtores que vai acontecer no Catar, ainda em abril, onde os países vão discutir o congelamento de níveis de produção.

Os participantes – membros e não membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) – têm enviado sinais mistos sobre seus respectivos posicionamentos sobre o acordo.

Mesmo assim, o mercado viu algum apoio hoje nos comentários da ministra do Petróleo do Kuwait, que disse que espera as nações participantes entrem em um acordo.

Além disso, o segundo trimestre é tradicionalmente visto como um período lento para a demanda por petróleo, à medida que as refinarias entram no período de manutenção às vésperas do verão no Hemisfério Norte.

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