Como Vitor Belfort pode vencer Jon Jones?

Próximo sábado, dia 22 de setembro, Vitor Belfort vai encarar no UFC 153 uma das maiores pedreiras do evento: o campeão mundial dos meio-pesados Jon Jones. Com 16 vitórias e só uma derrota (e ela ainda foi por desclassificação, depois de aplicar uma cotovelada considerada ilegal), Jon Jones é considerado um dos melhores lutadores de […]

Próximo sábado, dia 22 de setembro, Vitor Belfort vai encarar no UFC 153 uma das maiores pedreiras do evento: o campeão mundial dos meio-pesados Jon Jones. Com 16 vitórias e só uma derrota (e ela ainda foi por desclassificação, depois de aplicar uma cotovelada considerada ilegal), Jon Jones é considerado um dos melhores lutadores de MMA do mundo, bom em pé (na trocação), bom nas quedas e bom no chão.

Vitor aceitou lutar com Jon Jones, que estava sem adversário após a lesão de Dan Henderson e todo o rolo que acabou com o cancelamento do UFC 151 (o primeiro da história), e não tem nada a perder. Ficou bem com a direção do UFC (já era, a bem da verdade) e jogou para o espaço a fama de amarelão que conquistou após quebrar o braço e não poder lutar contra Wanderlei Silva no UFC BH. O melhor: como azarão e lutando em uma categoria acima da sua, não tem a menor obrigação de vencer. Mas, claro, ele quer isso.

Artur Mariano, comentarista do canal Combate, mestre de muay thai e ex-lutador de MMA, divulgou agora o que considera uma boa estratégia para a vitória de Vitor:  “Vitor deve trabalhar a distância e, inicialmente, não atacar. O campeão geralmente espera o desafiante atacar e o Vitor não deve cair nessa. Tem que deixar a luta morna, mexer com o psicológico do Jon Jones para ele perder a paciência e partir para cima. Quando o Jones ataca na trocação, ele abre espaços. Esta é a hora exata para o Vitor usar os seus tradicionais socos em linha, os golpes retos, com a sua explosão habitual.  Se atacar na hora exata, sem se expor, Belfort fatalmente vai complicar. Pode, inclusive, aproveitar este momento para tentar derrubar e colocar em prática o seu jiu-jitsu, que é um dos seus diferenciais. Ao chão, ele deve não apenas trabalhar o ground and pound, mas buscar a finalização e posições de controle. Seria uma boa oportunidade de ele finalizar a luta”.

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