EUA: Boeing permitido; Nova derrota de May…

Bolsonaro nega emendas  Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro negou que tenha liberado verbas para os parlamentares em troca de apoio na aprovação da reforma da Previdência. Na última segunda-feira, 11, o líder no governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo, afirmou que o governo liberaria R$ 1 bilhão para emendas parlamentares. “Não há verbas … <p><a href="https://abril-com.go-vip.co/appmobile-exame/2019/03/13/eua-boeing-permitido-nova-derrota-de-may/">Continue reading<span> "EUA: Boeing permitido; Nova derrota de May…"</span></a></p>

Bolsonaro nega emendas 

Pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro negou que tenha liberado verbas para os parlamentares em troca de apoio na aprovação da reforma da Previdência. Na última segunda-feira, 11, o líder no governo na Câmara, deputado Major Vitor Hugo, afirmou que o governo liberaria R$ 1 bilhão para emendas parlamentares. “Não há verbas sendo liberadas para aprovação da Nova Previdência como veículos de informação vem divulgando”, escreveu o presidente, acrescentando que seu governo seguiu o rito obrigatório de liberar anualmente as emendas. Junto ao tuíte, Bolsonaro anexou uma imagem com uma declaração própria: “vocês sabem que as pressões são enormes porque a velha política sempre parece que quer nos puxar para o que faziam antes. Nós não pretendemos fazer isso”.

Vélez fica

Nesta terça-feira, 12, pouco antes de receber o presidente do Paraguai, Mario Abdo, o presidente Jair Bolsonaro confirmou que o ministro da Educação Ricardo Vélez segue no cargo. “Tem um probleminha só com o primeiro homem dele, mas está tudo resolvido, continua firme no cargo”, disse o presidente, fazendo referência indireta ao secretário-executivo do MEC, Luiz Tozi. Bolsonaro também disse que Vélez está se entendendo com o escritor e mentor Olavo de Carvalho, que recentemente tem criticado o ministro e chegou inclusive a pedir sua demissão no Twitter. A disputa entre os dois começou na semana passada, quando seis funcionários ligados a Carvalho deixaram o ministério.

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Boeing proibido

A Agência de Segurança de Aviação da União Europeia proibiu nesta terça, 12, que voos com o Boeing 737 MAX 8 circulem em seu espaço aéreo. A decisão foi tomada por suspeitas sobre a segurança do modelo, que esteve envolvido em uma queda no último domingo, 10, na Etiópia, matando 157 pessoas. Em outubro do ano passado, outro acidente com o mesmo Boeing deixou 189 mortos. Antes da União Europeia, 11 países haviam proibido o uso do 737 MAX 8, como Malásia, Austrália e Cingapura. Na última segunda-feira, 11, China e Indonésia decretaram que o modelo deixe de ser usado. No Brasil, voos com Boeing seguem liberados, mas a companhia Gol Linhas Aéreas, a única que opera com o modelo no país, anunciou a suspensão temporária de seu uso.

EUA: Boeing permitido

Os Estados Unidos avaliam que não há motivos para impedir a operação dos Boeing 737 MAX 8 no país, após o acidente de domingo a sudeste de Adis Abeba que matou as 157 pessoas a bordo, informou nesta terça-feira a Administração Federal de Aviação (FAA). “Até o momento, nossa análise não revela problemas de funcionamento sistêmico e não fornece qualquer base para determinar a paralisação destas aeronaves. Outras autoridades da aviação civil também não nos proporcionaram dados que justifiquem esta ação”, destaca o chefe da FAA, Daniel Elwell.

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Presidente da CVC faz delação

O empresário Guilherme Jesus Paulus, presidente do Grupo CVC Turismo, procurou a Polícia Federal (PF) e fez delação premiada para relatar uma suposta propina paga pela companhia com o objetivo de burlar leis fiscais. As revelações levaram a PF e a Procuradoria da República a deflagrar a Operação Checkout, que apontou propina de 39 milhões de reais por parte do grupo para cancelar autuação de 161 milhões de reais da Receita Federal. A operação foi deflagrada na manhã desta terça-feira, 12, e Paulus procurou espontaneamente a PF e o Ministério Público Federal para fechar a colaboração premiada.

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Ford confirma fechamento

Em assembleia realizada na porta da fábrica da Ford em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo, nesta terça-feira, 12, trabalhadores souberam da confirmação do fechamento da unidade. Na última quinta-feira, 7, representantes do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC (SMABC) se reuniram com a direção da Ford nos Estados Unidos para tentar reverter a decisão anunciada no dia 19 de fevereiro. Líderes sindicais que participaram do encontro relataram que a reunião tomou a forma de prestação de contas, pois a diretoria estava firme sobre a decisão de fechar a unidade. “Eles disseram que não vão investir mais nenhum centavo nessa fábrica”, relatou Rafael Marques, líder metalúrgico. De acordo com Marques, há três grupos interessados na aquisição da unidade. Agora, o sindicato torce para que a fábrica seja comprada com a manutenção de todos os trabalhadores.

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Nova derrota de May

Em nova votação nesta terça-feira, 12, o Parlamento Britânico rejeitou novamente um plano da primeira-ministra Theresa May para o Brexit, termo usado em referência à saída do Reino Unido da União Europeia. Foram 391 votos contra a proposta da política e 242 a favor. Em 15 de janeiro, outra proposta de May também foi derrotada no plenário, por isso esta segunda derrota ameaça sua manutenção no poder. Após o resultado, a primeira-ministra anunciou um debate para a próxima quarta-feira, 13, para analisar a possibilidade de o país deixar o bloco sem um acordo. Dependendo dos desdobramentos da reunião de quarta, na quinta-feira poderá ser votado um adiamento da saída, que está marcada para o próximo dia 29 de março.

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Guaidó investigado

A justiça da Venezuela abriu, nesta terça-feira, 12, uma investigação para apurar a responsabilidade do apagão que atinge a maior parte do país desde a última quinta-feira, 7. De acordo com o Procurador-geral da Venezuela, Tareq Saab, a investigação tem por objetivo verificar se o líder oposicionista e autoproclamado presidente, Juan Guaidó, tem alguma responsabilidade sobre o blecaute: “O Ministério Público iniciou uma nova investigação contra o cidadão Juan Gerardo Guaidó Márquez por seu suposto envolvimento na sabotagem realizada contra o Sistema Elétrico Nacional”, declarou Saab.

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