Seattle Genetics e Takeda anunciam publicação dos dados finais do estudo clínico de referência de fase II da monoterapia com ADCETRIS® (brentuximabe vedotina) em linfoma de Hodgkin clássico reincidente ou refratário no periódico científico Blood

Seattle Genetics, Inc. (NASDAQ:SGEN) e Takeda Pharmaceutical Company Limited (TSE:4502) anunciaram hoje que os dados finais do estudo clínico de referência de fase II da monoterapia com ADCETRIS (brentuximabe vedotina) em linfoma de Hodgkin clássico reincidente ou refratário foram publicados no periódico científico Blood.

Seattle
Genetics, Inc.
(NASDAQ:SGEN) e Takeda
Pharmaceutical Company Limited

(TSE:4502) anunciaram hoje que os dados finais do estudo clínico de
referência de fase II da monoterapia com ADCETRIS (brentuximabe
vedotina) em linfoma de Hodgkin clássico reincidente ou refratário foram
publicados no periódico científico Blood. O manuscrito, que
resume os resultados de fim do estudo de cinco anos, destaca que os
pacientes que obtiveram uma resposta completa alcançaram o controle da
doença a longo prazo. O manuscrito
está disponível on-line hoje
e será incluído em uma futura edição
impressa do periódico científico Blood. O ADCETRIS é um conjugado
anticorpo-droga (CAD) direcionado para o marcador CD30, um importante
determinante da patogênese do tumor do linfoma de Hodgkin clássico. O
ADCETRIS está sendo avaliado no mundo inteiro como a base da terapia
para o linfoma de Hodgkin em mais de 45 estudos clínicos em andamento
patrocinados por corporações ou pesquisadores.

Esta Publicação Smart News contém multimédia. Ver aqui a publicação na íntegra:
http://www.businesswire.com/news/home/20160718006394/pt/

“No momento do início do estudo, os resultados históricos para os
pacientes com linfoma de Hodgkin, que apresentaram recidiva depois de um
transplante autólogo de células-tronco, eram ruins, com sobrevida média
pós-progressão de 1,3 anos, e a única opção de controle da doença a
longo prazo considerada para estes pacientes foi um transplante
alogênico de células-tronco”, disse Robert Chen, M.D., City of Hope
National Medical Center, Duarte, Califórnia, e principal autor do
manuscrito publicado no periódico científico Blood. “A sobrevida
média dos pacientes na monoterapia com ADCETRIS neste estudo referência
de fase II excede os resultados históricos e, por isso, estou muito
satisfeito de ver a publicação dos dados finais.”

“Por mais de uma década, demonstramos o nosso compromisso de melhorar os
resultados do tratamento do linfoma de Hodgkin através de numerosos
estudos clínicos, avaliando novas abordagens terapêuticas. A publicação
final de hoje do principal estudo de monoterapia com o ADCETRIS em
pacientes com linfoma de Hodgkin representa um marco significativo para
o ensaio que recebeu aprovação em mais de 60 países do mundo inteiro e
estabeleceu o uso atual como o padrão de tratamento no cenário
reincidente”, disse Jonathan Drachman, M.D., diretor médico e
vice-presidente executivo de Pesquisa e Desenvolvimento na Seattle
Genetics. “Os dados de segurança e eficácia de longo prazo do estudo de
referência apoiam o desenvolvimento em andamento do ADCETRIS para outros
cenários de linfoma de Hodgkin clássico, incluindo o cenário de linha de
frente. Nosso amplo programa clínico está investigando o ADCETRIS como a
base do tratamento para o linfoma de Hodgkin e, potencialmente, para
outras doenças malignas que expressam o marcador CD30.”

“Os resultados finais positivos deste estudo do ADCETRIS demonstram que
dos pacientes que tiveram uma resposta completa, 38% conseguiram o
controle da doença a longo prazo pela duração do estudo”, disse Dirk
Huebner, M.D., diretor médico da unidade da área terapêutica oncológica,
Takeda Pharmaceutical Company. “Além disso, a sobrevida geral média de
40,5 meses e a sobrevida livre de progressão de 9,3 meses, observadas
durante o estudo, estabeleceram ainda mais o papel do ADCETRIS na
melhoria dos resultados para pacientes com linfoma de Hodgkin
reincidente.”

O estudo de referência de segmento único, que recebeu a aprovação do FDA
em 2011 do ADCETRIS para esta indicação, foi realizado em 102 pacientes
com linfoma de Hodgkin reincidente ou refratário, que receberam
anteriormente um transplante autólogo de células-tronco (TACT) para
avaliar a eficácia e segurança do ADCETRIS como agente único. Os
pacientes inscritos receberam uma média de mais de três regimes
quimioterápicos prévios. Depois de um período de acompanhamento de cinco
anos, os resultados finais do estudo de referência incluem:

  • A sobrevida geral média e sobrevida livre de progressão foram de 40,5
    meses (intervalo de confiança [IC] de 95%: 28,7, 61,9) e 9,3 meses (IC
    de 95%: 7,1, 12,2), respectivamente. As taxas de sobrevida geral e de
    sobrevida livre de progressão estimadas em cinco anos foram de 41% e
    22%.
  • Dos 102 pacientes tratados, 34 pacientes (33%) apresentaram uma
    remissão completa, com a duração de resposta média não alcançada. Para
    pacientes com remissão completa, a taxa de sobrevida geral estimada em
    cinco anos foi de 64% (IC de 95%: 48, 80) e a taxa de sobrevida livre
    de progressão estimada em cinco anos foi de 52% (IC de 95%: 34, 69).
  • Treze dos 34 pacientes (38%) que alcançaram uma remissão completa
    continuaram com o acompanhamento e permaneceram em remissão durante
    mais de cinco anos até a conclusão do estudo. Destes pacientes, quatro
    foram submetidos a transplante alogênico de células-tronco de
    consolidação, enquanto em remissão, e nove não receberam nenhuma outra
    terapia.
  • Os eventos adversos mais comuns de qualquer grau foram a neuropatia
    periférica sensorial, fadiga, náuseas, neutropenia e diarreia. O
    tratamento da neuropatia periférica emergente foi realizado em 56
    pacientes (55%). Oitenta e oito por cento dos pacientes apresentaram
    melhoria dos sintomas de neuropatia periférica, incluindo 73% com
    resolução completa.

Sobre o ADCETRIS
O ADCETRIS está sendo amplamente analisado
em mais de 70 estudos clínicos em andamento, incluindo o estudo de fase
3 ALCANZA, e em outros dois estudos adicionais de fase 3, o ECHELON-1 em
linfoma de Hodgkin clássico de primeira linha e o ECHELON-2 em linfomas
de células T maduras de primeira linha, assim como em muitos outros
ensaios de diferentes tipos de doenças malignas que expressam o CD30,
incluindo os linfomas de células B.

O ADCETRIS é um CAD (conjugado anticorpo-droga) que compreende um
anticorpo monoclonal anti-CD30 ligado por ligante clivável por protease
ao agente de ruptura dos microtúbulos, o fármaco monometil auristatina E
(MMAE), que utiliza a tecnologia patenteada da Seattle Genetics. O CAD
emprega um sistema ligante concebido para ser estável na corrente
sanguínea e liberar o MMAE ao ingressar em células tumorais que
expressam CD30.

A terapia intravenosa com ADCETRIS recebeu a aprovação do FDA para três
indicações: (1) aprovação regular para o tratamento de pacientes com
linfoma de Hodgkin clássico após fracasso de transplante autólogo de
células-tronco hematopoiéticas (auto-TACTH) ou após fracasso de pelo
menos dois regimes anteriores de quimioterapia multiagente em pacientes
que não são candidatos ao auto-TACTH, (2) aprovação regular para o
tratamento de pacientes com linfoma de Hodgkin clássico com alto risco
de recidiva ou progressão após consolidação do auto-TACTH (3) aprovação
rápida para o tratamento de pacientes com linfoma anaplásico de grandes
células do tipo sistêmico (LAGCs) após fracasso de pelo menos um regime
anterior de quimioterapia multiagente. A indicação do LAGCs é aprovada
com rapidez com base na taxa de resposta geral. A aprovação continuada
para a indicação do LAGCs pode ser condicionada à verificação e
descrição dos benefícios clínicos em ensaios de confirmação. A agência
Health Canada concedeu a aprovação para o ADCETRIS, com condições, para
o linfoma de Hodgkin reincidente ou refratário e LAGCs.

O ADCETRIS recebeu da Comissão Europeia autorização condicional para
comercialização em outubro de 2012 para duas indicações: (1) para o
tratamento de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin reincidente ou
refratário com CD30 positivo após transplante autólogo de células-tronco
(TACT) ou após pelo menos duas terapias prévias quando o TACT ou a
quimioterapia multiagente não é uma opção de tratamento (2) para o
tratamento de pacientes adultos com LAGCs reincidente ou refratário. O
ADCETRIS recebeu autorização de comercialização de autoridades
regulatórias de mais de 60 países.

Em junho de 2016, a Comissão Europeia estendeu a aprovação condicional
atual do ADCETRIS e aprovou o ADCETRIS para o tratamento de pacientes
adultos com linfoma de Hodgkin com CD30+ em maior risco de recidiva ou
progressão após o TACT. Veja as informações de segurança importantes a
seguir.

A Seattle Genetics e a Takeda estão desenvolvendo o ADCETRIS de forma
conjunta. Sob os termos do acordo de colaboração, a Seattle Genetics
possui o direito de comercialização do produto nos EUA e Canadá,
enquanto a Takeda possui o direito de comercialização do ADCETRIS no
resto do mundo. Ambas as empresas estão financiando conjuntamente os
custos de desenvolvimento do ADCETRIS, sendo 50% para cada uma, exceto
no Japão, onde a Takeda é a única responsável pelos custos de
desenvolvimento.

Sobre a Seattle Genetics
A Seattle Genetics é uma empresa de
biotecnologia inovadora que desenvolve e comercializa novas terapias
baseadas em anticorpos para o tratamento do câncer. A tecnologia do
conjugado anticorpo-droga (CAD) com liderança na indústria aproveita a
capacidade de segmentação dos anticorpos para fornecer agentes que matam
células diretamente para as células cancerosas. O ADCETRIS®
(brentuximabe vedotina), o principal produto da empresa, em colaboração
com a Takeda Pharmaceutical Company Limited, é o primeiro em uma nova
classe de CADs aprovados globalmente em mais de 60 países para o
tratamento do linfoma de Hodgkin (LH) clássico reincidente e linfoma
anaplásico de grandes células do tipo sistêmico (LAGCs) reincidente. A
Seattle Genetics também está avançando com o vadastuximab talirine
(SGN-CD33A; 33A), um CAD em um estudo de fase III para a leucemia
mieloide aguda. Com sede em Bothell, Washington, a Seattle Genetics
também está avançando um portfólio significativo de terapias inovadoras
para cânceres relacionados ao sangue e tumores sólidos, concebido para
atender às significantes necessidades médicas não satisfeitas e melhorar
os resultados dos tratamentos para os pacientes. A Seattle Genetics
conta com a colaboração de várias empresas em sua tecnologia de CAD
proprietária, incluindo a AbbVie, Astellas, Bayer, Genentech,
GlaxoSmithKline e Pfizer. Veja mais informações no site www.seattlegenetics.com.

Sobre a Takeda
A Takeda Pharmaceutical Company Limited é uma
empresa farmacêutica global orientada para pesquisa e desenvolvimento,
com o compromisso de levar uma melhor saúde e um futuro mais
satisfatório aos pacientes, convertendo a ciência em medicamentos que
transformam vidas. A Takeda concentra seus esforços de pesquisa em áreas
terapêuticas da oncologia, gastrenterologia e do sistema nervoso
central. Ela também tem programas de desenvolvimento específicos em
doenças cardiovasculares especiais, assim como em candidatos de estágio
tardio para vacinas. A Takeda conduz programas de pesquisa e
desenvolvimento internamente e com parceiros para estar na vanguarda da
inovação. Novos produtos inovadores, especialmente em oncologia e
gastrenterologia, assim como sua presença em mercados emergentes,
promovem o crescimento da Takeda. Mais de 30 mil funcionários da Takeda
têm o compromisso de melhorar a qualidade de vida para os pacientes,
trabalhando com nossos parceiros em cuidados de saúde em mais de 70
países. Para mais informações, acesse http://www.takeda.com/news.

Informações adicionais sobre a Takeda estão disponíveis em seu site
corporativo, www.takeda.com,
e outras informações sobre a Takeda Oncology, a marca da unidade do
setor de oncologia global da Takeda Pharmaceutical Company Limited,
estão disponíveis através do seu site, www.takedaoncology.com.

Informações importantes de segurança do ADCETRIS (brentuximabe
vedotina) destinadas aos EUA

ALERTA IMPORTANTE
Leucoencefalopatia multifocal
progressiva (LMP): infecção pelo vírus JC, resultando em LMP e morte
pode ocorrer em pacientes recebendo o ADCETRIS.

Contraindicações
O uso concomitante do ADCETRIS com a
bleomicina é contraindicado devido à toxicidade pulmonar (por ex.:
infiltração e/ou inflamação intersticial).

Advertências e precauções

  • Neuropatia periférica (NP): o tratamento com ADCETRIS provoca uma
    neuropatia periférica que é predominantemente sensorial. Casos de
    neuropatia periférica motora também foram relatados. A neuropatia
    periférica induzida pelo ADCETRIS é cumulativa. Monitore os pacientes
    para sintomas de neuropatia, como hipoestesia, hiperestesia,
    parestesia, desconforto, sensação de queimação, dor neuropática ou
    fraqueza, e modifique as doses, conforme necessário.
  • Reações de anafilaxia e infusão: reações relacionadas à infusão,
    incluindo anafilaxia, ocorreram com o ADCETRIS. Monitore os pacientes
    durante a infusão. Se ocorrer uma reação à infusão, interrompa a
    infusão e administre o tratamento médico apropriado. Se ocorrer
    anafilaxia, descontinue imediatamente e permanentemente a infusão e
    administre a terapia clínica adequada. Pacientes que apresentarem uma
    reação anterior relacionada à infusão devem ser pré-medicados para as
    infusões subsequentes. A pré-medicação pode incluir o acetaminofeno,
    um anti-histamínico e um corticosteroide.
  • Toxicidades hematológicas: neutropenia severa prolongada (≥1 semana) e
    trombocitopenia e anemia de grau 3 ou 4 podem ocorrer com o ADCETRIS.
    Neutropenia febril tem sido relatada com o ADCETRIS. Monitore as
    contagens de hemogramas completos antes de cada dose do ADCETRIS e
    considere uma monitorização mais frequente em pacientes com
    neutropenia de grau 3 ou 4. Acompanhe de perto a febre dos pacientes.
    Se a neutropenia evoluir para grau 3 ou 4, considere o atraso,
    reduções, descontinuação ou o uso profilático do G-CSF nas doses
    subsequentes.
  • Infecções severas e oportunistas: infecções, como a pneumonia,
    bacteremia e sepse ou choque séptico (incluindo resultados fatais),
    foram notificadas em doentes tratados com o ADCETRIS. Acompanhe de
    perto os pacientes durante o tratamento quanto ao surgimento de
    possíveis bactérias, fungos ou infecções virais.
  • Síndrome de lise tumoral: acompanhe de perto os pacientes com tumor de
    proliferação rápida e carga tumoral elevada.
  • Aumento da toxicidade na presença de insuficiência renal grave: a
    frequência de reações adversas ≥ grau 3 e mortes foi maior em
    pacientes com insuficiência renal grave em comparação aos pacientes
    com função renal normal. Evite o uso do ADCETRIS em pacientes com
    insuficiência renal grave.
  • Aumento de toxicidade na presença de insuficiência hepática moderada
    ou grave: a frequência de reações adversas ≥ grau 3 e mortes foi maior
    em pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave em
    comparação aos pacientes com função hepática normal. Evite o uso do
    ADCETRIS em pacientes com insuficiência hepática moderada ou grave.
  • Hepatotoxicidade: casos graves de hepatotoxicidade, incluindo
    resultados fatais, ocorreram com o ADCETRIS. Os casos foram
    consistentes com a lesão hepatocelular, incluindo aumentos de
    transaminases e/ou bilirrubina, e ocorreram após a primeira dose do
    ADCETRIS ou retoma. Doença hepática preexistente, valores basais
    aumentados das enzimas hepáticas e medicações concomitantes também
    podem agravar o risco. Monitore as enzimas hepáticas e a bilirrubina.
    Os pacientes que experimentarem aparecimento, agravamento ou
    recorrência da hepatotoxicidade devem ter a dose do ADCETRIS
    retardada, reduzida ou interrompida.
  • Leucoencefalopatia multifocal progressiva (LMP): infecção pelo vírus
    JC, resultando em LMP e morte, tem sido relatada em pacientes tratados
    com o ADCETRIS. Primeiro aparecimento dos sintomas ocorreu em vários
    momentos do início da terapia do ADCETRIS, com alguns casos ocorrendo
    nos 3 meses da exposição inicial. Além da terapia com o ADCETRIS,
    outros fatores que podem contribuir incluem as terapias anteriores e
    doenças de base que podem causar imunossupressão. Considere o
    diagnóstico de LMP em qualquer paciente com sinais e sintomas recentes
    de anormalidades do sistema nervoso central. Suspenda o uso do
    ADCETRIS, se houver suspeita de LMP, e interrompa o seu uso, se a LMP
    for confirmada.
  • Toxicidade pulmonar: casos de toxicidade pulmonar não infecciosa,
    incluindo pneumonite, doença intersticial pulmonar e síndrome do
    desconforto respiratório agudo, alguns com desfechos fatais, foram
    relatados. Monitore os pacientes quanto a sinais e sintomas de
    toxicidade pulmonar, incluindo tosse e dispneia. Em caso de novos
    sintomas pulmonares ou de agravamento, suspenda o uso do ADCETRIS
    durante os exames e até a melhora sintomática.
  • Reações dermatológicas graves: a Síndrome de Stevens-Johnson (SJS) e a
    necrólise epidérmica tóxica (NET), incluindo desfechos fatais, foram
    relatados devido ao uso do ADCETRIS. Se ocorrer SJS ou NET, interrompa
    o ADCETRIS e administre o tratamento clínico apropriado.
  • Complicações gatrointestinais (GI): complicações gastrintestinais
    fatais e graves, incluindo perfuração, hemorragia, erosão, úlcera,
    obstrução intestinal, enterocolite, colite neutropênica e íleo
    adinâmico, foram relatadas em pacientes tratados com ADCETRIS. Linfoma
    com envolvimento GI pré-existente pode aumentar o risco de perfuração.
    Em caso de novos sintomas ou agravamento de GI, realize uma avaliação
    diagnóstica rápida e trate adequadamente.
  • Toxicidade embrionária e fetal: com base no mecanismo de ação e
    resultados obtidos em animais, o ADCETRIS pode causar danos fetais
    quando administrado em mulheres grávidas. Mulheres com potencial
    reprodutivo devem evitar a gravidez durante o tratamento com o
    ADCETRIS e durante pelo menos 6 meses após a última dose do ADCETRIS.

Reações adversas
Em dois estudos de segmento único sem grupo
de controle do ADCETRIS como monoterapia em 160 pacientes com LH
clássico reincidente e LAGCs, as reações adversas mais comuns (≥20%),
independentemente da causalidade, foram: neutropenia, neuropatia
periférica sensorial, fadiga, náuseas, anemia, infecção do trato
respiratório superior, diarreia, febre, erupção cutânea,
trombocitopenia, tosse e vômitos.

Em um estudo controlado por placebo do ADCETRIS em 329 pacientes com LH
clássico em alto risco de recidiva ou progressão após transplante
autólogo de células-tronco hematopoiéticas (auto-TACTH), as reações
adversas mais comuns (≥ 20%) no segmento de tratamento do ADCETRIS (167
pacientes), independentemente da causalidade, foram: neutropenia,
neuropatia periférica sensorial, trombocitopenia, anemia, infecção do
trato respiratório superior, fadiga, neuropatia motora periférica,
náuseas, tosse e diarreia.

Interações medicamentosas
O uso concomitante de inibidores
ou indutores potentes de CYP3A4, ou de inibidores de P-gp, tem o
potencial para afetar a exposição ao monometil auristatina E (MMAE).

Uso em populações específicas
A exposição ao MMAE e reações
adversas são superiores em pacientes com insuficiência hepática moderada
ou grave ou insuficiência renal grave. Evite o uso.

Mulheres com potencial reprodutivo devem ser aconselhadas a evitar a
gravidez durante o tratamento com ADCETRIS e por pelo menos 6 meses após
a dose final do ADCETRIS.

Homens com parceiras com potencial reprodutivo devem ser aconselhados
quanto ao uso de anticoncepcionais eficazes durante o tratamento com o
ADCETRIS e por pelo menos 6 meses após a dose final do ADCETRIS.

Deve-se aconselhar que os pacientes relatem imediatamente casos de
gravidez e que evitem a amamentação durante o tratamento com o ADCETRIS.

Para mais informações de segurança, incluindo a ADVERTÊNCIA EM
DESTAQUE, consulte as informações completas de prescrição do ADCETRIS em
www.seattlegenetics.com
ou
www.ADCETRIS.com.

Informações globais de segurança do ADCETRIS (brentuximabe vedotina)

Consulte o Resumo das Características do Medicamento (RCM) antes de
prescrever.

INDICAÇÕES
ADCETRIS® é indicado para o tratamento
de pacientes adultos com linfoma de Hodgkin (LH) CD30+ recidivante ou
refratário:

1. Após transplante autólogo de células-tronco (TACT) ou

2. Após, no mínimo, duas terapias anteriores, quando o TACT ou a
quimioterapia multiagente não for uma opção de tratamento.

O ADCETRIS é indicado para o tratamento de pacientes adultos com LH
CD30+ em risco de aumento de reincidência ou progressão após TACT.

ADCETRIS é indicado para o tratamento de pacientes adultos com linfoma
anaplásico de grandes células do tipo sistêmico (LAGCs) reincidente ou
refratário.

INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA IMPORTANTES

CONTRAINDICAÇÕES

O ADCETRIS é contraindicado para pacientes com hipersensibilidade ao
fármaco brentuximabe vedotina e seus excipientes. Além disso, o uso
combinado de ADCETRIS com bleomicina causa toxicidade pulmonar e é
contraindicado.

ADVERTÊNCIAS ESPECIAIS E PRECAUÇÕES

Leucoencefalopatia multifocal progressiva (LMP): reativação do
vírus John Cunningham (JCV), resultando em LMP e morte podem ocorrer em
pacientes tratados com ADCETRIS. LMP foi relatada em pacientes tratados
com ADCETRIS após receberem vários regimes prévios de quimioterapia.

Os pacientes devem ser cuidadosamente monitorados para problemas
neurológicos novos ou piora, problemas cognitivos ou sinais ou sintomas
comportamentais que podem sugerir a LMP. A avaliação sugerida da LMP
inclui a consulta de neurologia, ressonância magnética do cérebro
aprimorada com gadolínio e análise do líquido cefalorraquidiano para DNA
JCV por reação em cadeia da polimerase ou uma biópsia do cérebro com
evidência de JCV. A dose do ADCETRIS deve ser suspensa para qualquer
caso de suspeita de LMP e deve ser interrompida permanentemente, caso o
diagnóstico da LMP seja confirmado.

Pancreatite: a pancreatite aguda foi observada em pacientes
tratados com o ADCETRIS. Desfechos fatais foram relatados. Os pacientes
devem ser atentamente monitorados quanto ao aparecimento ou agravamento
de dor abdominal, que pode sugerir pancreatite. A avaliação do paciente
pode incluir o exame físico, avaliação laboratorial para amilase e
lipase sérica e imagiologia abdominal, tais como o ultrassom e outras
medidas de diagnóstico apropriadas. O ADCETRIS deverá ser suspenso em
qualquer caso de suspeita de pancreatite aguda. O ADCETRIS deverá ser
interrompido permanentemente, se um diagnóstico de pancreatite aguda for
confirmado.

Toxicidade pulmonar: casos de toxicidade pulmonar, alguns com
desfechos fatais, foram relatados em pacientes recebendo o ADCETRIS.
Embora uma associação casual com o ADCETRIS não tenha sido estabelecida,
o risco de toxicidade pulmonar não pode ser descartado. No caso de
aparecimento ou agravamento de sintomas pulmonares, uma avaliação
diagnóstica imediata deve ser realizada e os sintomas tratados
apropriadamente.

Infecções graves e infecções oportunistas: infecções graves, como
pneumonia, bacteremia estreptocócica, sepse/choque séptico (incluindo
desfechos fatais) e herpes zoster, além de infecções oportunistas, como
pneumonia por Pneumocystis jiroveci e candidíase oral, foram
relatadas em pacientes tratados com o ADCETRIS. Os pacientes devem ser
cuidadosamente monitorados durante o tratamento quanto ao surgimento de
possíveis infecções graves e oportunistas.

Reações relacionadas à infusão (RRI): RRI imediata e tardia,
assim como anafilaxia, ocorreram com o ADCETRIS. Os pacientes devem ser
cuidadosamente monitorados durante e após uma infusão. Se houver
anafilaxia, a administração do ADCETRIS deverá ser interrompida
imediatamente e permanentemente e a terapia médica apropriada deverá ser
administrada. Se uma RRI ocorrer, a infusão deverá ser interrompida e o
controle médico apropriado instituído. A infusão pode ser reiniciada a
uma taxa mais lenta após a resolução dos sintomas. Os pacientes que
apresentaram anteriormente uma RRI devem ser pré-medicados para as
infusões subsequentes. As RRIs são mais frequentes e mais graves em
pacientes com anticorpos para o ADCETRIS.

Síndrome de lise tumoral (SLT): foram relatados casos de SLT com
o uso do ADCETRIS. Os pacientes com tumor de proliferação rápida e
elevada carga tumoral sofrem risco de SLT e devem ser monitorados
atentamente e tratados de acordo com as melhores práticas clínicas.

Neuropatia periférica (NP): o tratamento com ADCETRIS pode causar
neuropatia periférica sensorial ou motora. Na maioria dos casos, a NP
induzida por ADCETRIS geralmente é cumulativa e reversível. Os pacientes
devem ser monitorados quanto ao aparecimento de sintomas de NP, como
hipoestesia, hiperestesia, parestesia, desconforto, sensação de
queimação, dor neuropática ou fraqueza. Os pacientes que experimentarem
aparecimento ou agravamento da NP podem exigir uma redução ou
retardamento da dose ou a interrupção do uso do ADCETRIS.

Toxicidades hematológicas: anemia de grau 3 ou grau 4,
trombocitopenia e neutropenia de grau 3 ou 4 prolongada (igual ou maior
que uma semana) podem ocorrer com o uso do ADCETRIS. As contagens de
hemogramas completos devem ser monitoradas antes da administração de
cada dose.

Neutropenia febril: existem relatos de neutropenia febril. Os
pacientes devem ser atentamente monitorados quanto ao desenvolvimento de
febre e tratados de acordo com as melhores práticas clínicas, se a
neutropenia febril ocorrer.

Síndrome de Stevens-Johnson (SJS): casos de SJS e necrólise
epidérmica tóxica (NET) foram relatados com ADCETRIS. Desfechos fatais
foram relatados. Se a SJS ou NET ocorrer, o tratamento com o ADCETRIS
deverá ser interrompido e a terapia médica apropriada deverá ser
administrada.

Complicações gastrointestinais (GI): complicações GI, algumas com
resultados fatais, incluindo obstrução intestinal, íleo adinâmico,
enterocolite, colite neutropênica, erosão, úlcera, perfuração e
hemorragia, foram relatados. Sintomas gastrointestinais novos ou seu
agravamento devem ser prontamente avaliados e tratados adequadamente.

Hepatotoxicidade: elevações na alanina aminotransferase (ALT) e
do aspartato aminotransferase (AST) foram relatados. Casos graves de
hepatotoxicidade, incluindo resultados fatais, também ocorreram. A
função hepática deve ser testada antes do início do tratamento e
monitorada rotineiramente em pacientes que receberem o ADCETRIS. Os
pacientes que apresentarem hepatotoxicidade podem exigir uma modificação
ou retardamento da dose ou a interrupção do uso do ADCETRIS.

Hiperglicemia: hiperglicemia foi relatada durante os ensaios
clínicos em pacientes com alto índice de massa corporal (IMC), com ou
sem história de diabetes mellitus. Qualquer paciente que apresente um
evento de hiperglicemia deve ter a sua glicose sérica rigorosamente
monitorada. O tratamento com antidiabéticos deve ser administrado como
adequado.

Insuficiência renal e hepática: existe uma experiência limitada
em pacientes com insuficiência renal e hepática. Os dados disponíveis
indicam que a eliminação do MMAE pode ser afetada por insuficiência
renal grave, insuficiência hepática e pela baixa concentração de
albumina sérica. A dose inicial recomendada em pacientes com
insuficiência hepática ou insuficiência renal grave é de 1,2 mg/kg
administrada por infusão intravenosa durante 30 minutos a cada 3
semanas. Pacientes com insuficiência renal ou hepática devem ser
monitorados cuidadosamente quanto ao aparecimento de eventos adversos.

Conteúdo do sódio em excipientes: este medicamento contém um
máximo de 2,1 mmol (ou 47 mg) de sódio por dose. Deve-se levar em
consideração para pacientes com uma dieta controlada de sódio.

INTERAÇÕES
Pacientes que estão recebendo um inibidor forte
da CYP3A4 e inibidor da P-gp, concomitantemente com o ADCETRIS, podem
ter um maior risco de neutropenia e devem ser cuidadosamente
monitorados. A administração concomitante de ADCETRIS com um indutor da
CYP3A4 não alterou a exposição de plasma do ADCETRIS, mas pareceu
reduzir as concentrações no plasma de metabólitos do MMAE, que poderiam
ser analisadas. Não se espera que o ADCETRIS altere a exposição a
medicamentos que são metabolizados por enzimas CYP3A4.

GRAVIDEZ: mulheres em idade fértil devem usar dois métodos
anticoncepcionais eficazes durante o tratamento com o ADCETRIS e até 6
meses após o tratamento. Não existem dados sobre a utilização de
ADCETRIS em mulheres grávidas, embora estudos em animais tenham
demonstrado toxicidade reprodutiva. O ADCETRIS não deve ser usado
durante a gravidez, a menos que o benefício para a mãe supere os
potenciais riscos para o feto. Se uma mulher grávida tiver que ser
tratada, ela deverá ser claramente informada sobre o risco potencial
para o feto.

LACTAÇÃO (amamentação): não existem dados sobre se o ADCETRIS ou
seus metabólitos são excretados no leite humano; portanto, o risco para
o recém-nascido/lactente não pode ser excluído. Com o risco potencial,
uma decisão deverá ser tomada quanto à interrupção da amamentação ou
interrupção/abstenção do tratamento com o ADCETRIS.

FERTILIDADE: em estudos não clínicos, o tratamento com o ADCETRIS
resultou em toxicidade testicular e pode alterar a fertilidade
masculina. Homens sendo tratados com este medicamento são aconselhados a
não ter filhos durante o tratamento e até 6 meses após a última dose.

REAÇÕES ADVERSAS

Reações adversas graves ao medicamento foram: neutropenia, síndrome da
insuficiência respiratória aguda, trombocitopenia, constipação,
diarreia, vômitos, náusea, febre, neuropatia periférica motora e
neuropatia periférica sensorial, hiperglicemia, polineuropatia
desmielinizante, síndrome de lise tumoral e síndrome de Stevens-Johnson.

Em estudos clínicos do ADCETRIS, reações adversas definidas como muito
comuns (≥1/10) foram: infecção, infecção do trato respiratório superior,
neutropenia, NP (sensorial e motora), tosse, dispneia, diarreia,
náuseas, vômitos, constipação, dor abdominal, alopecia, prurido,
mialgia, artralgia, fadiga, calafrios, febre, reações relacionadas à
infusão e diminuição de peso. As reações adversas definidas como comuns
(≥1/100, <1/10) foram: sepse/choque séptico, herpes zoster, pneumonia,
herpes simples, anemia, trombocitopenia, hiperglicemia, tonturas,
polineuropatia desmielinizante, aumento de ALT/AST, erupção cutânea e
dor nas costas.

Declarações prospectivas da Seattle Genetics
Algumas
declarações feitas neste comunicado de imprensa são prospetivas, tais
como aquelas, entre outras, relacionadas com o potencial terapêutico do
ADCETRIS (brentuximabe vedotina), incluindo as relacionadas às taxas de
sobrevida geral no LH após o tratamento com ADCETRIS, futuros ensaios
clínicos e possíveis usos em cenários da doença que não sejam os já
aprovados. Os resultados ou desenvolvimentos reais podem diferir
substancialmente daqueles projetados ou subentendidos nestas declarações
prospetivas. Os fatores que podem ocasionar tal diferença incluem que os
resultados históricos em ensaios clínicos para o ADCETRIS podem não
prever os resultados em ensaios clínicos em andamento ou futuros do
ADCETRIS e os dados resultantes dos estudos adicionais com o ADCETRIS
podem não apoiar as aprovações nas indicações estudadas e a
possibilidade de eventos adversos de segurança detectados recentemente e
a ação regulatória adversa. Mais informações sobre os riscos e
incertezas enfrentados pela Seattle Genetics podem ser encontradas sob o
título “Fatores de Risco”, incluído no relatório trimestral da empresa
no formulário 10-Q para o trimestre encerrado em 31 de março de 2016,
registrado junto à Securities and Exchange Commission. A Seattle
Genetics nega qualquer intenção ou obrigação de atualizar ou revisar
qualquer declaração prospetiva em consequência de novas informações,
acontecimentos futuros ou outros motivos.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada.
As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se
referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que
tem efeito legal.

Contato:

Seattle Genetics
Pesquisadores:
Peggy Pinkston:
425-527-4160
ppinkston@seagen.com
ou
Meios
de comunicação:
Tricia Larson: 425-527-4180
tlarson@seagen.com
ou
Takeda
Meios
de comunicação no Japão:
Tsuyoshi Tada: +81 (0) 3-3278-2417
tsuyoshi.tada@takeda.com
ou
Meios
de comunicação em outros países:
Sara Noonan: 617-755-3683
sara.noonan@takeda.com

Fonte: BUSINESS WIRE

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