Virtualização de workstations auxiliam exploração de óleo e gás

Com a plataforma de virtualização de gráficos NVIDIA GRID, a empresa Ouro Preto Óleo e Gás avança nos seus trabalhos de prospecção e exploração de recursos naturais.

Tendência cada vez mais em alta no ambiente corporativo mundial, a virtualização de workstations com processadores gráficos da NVIDIA tem conquistado muitos adeptos de diferentes setores da indústria e de serviços no Brasil.

Um exemplo de sucesso no uso dessa tecnologia está na exploração de óleo e gás, uma tarefa complexa que exige a participação integrada de diversas workstations e de diferentes profissionais, como, por exemplo, geólogos, geofísicos, cartógrafos e engenheiros. Entretanto, este processo demanda uma alta quantidade de recursos por conta dos altos requisitos de hardware exigidos pelos softwares da indústria.

Visando à modernização de sua área de Exploração e Produção (E&P), a Ouro Preto Óleo e Gás investiu na virtualização de dez workstations utilizando soluções gráficas NVIDIA GRID K2, que impactaram positivamente no trabalho de dez usuários da plataforma.

Com a virtualização, a Ouro Preto possibilita que seus usuários acessem suas workstations, independentemente de onde eles estejam ou de qual dispositivo estejam utilizando. “Isto permite, por exemplo, que nossos geólogos e geofísicos usem softwares que exijam grande capacidade de hardware por meio de seus computadores pessoais, tablets ou até mesmo celulares. Já temos empregados manipulando dados sísmicos remotamente pelos seus tablets”, explica Eduardo Cunha, responsável pela área de Tecnologia da Informação da Ouro Preto Oléo e Gás.

O Country Manager da NVIDIA Brasil, Richard Cameron, aponta outro ponto importante: o investimento em melhorias após a implementação do projeto oferece benefícios para todos os usuários simultaneamente, otimizando o investimento. “Quando a estrutura crescer, basta a Ouro Preto investir nos servidores e todos os usuários terão ganhos de performance, enquanto que em uma estrutura tradicional seria necessário investir em todas as workstations separadamente, gerando ainda mais custos”, explica.

Segundo dados da consultoria Gartner, o custo total de propriedade de uma arquitetura centralizada em servidores, com thin clients como estações-cliente, fica entre 12% e 48% menor do que a opção pelos ambientes com PCs nas mesas dos usuários, dependendo da aplicação e, principalmente, do nível de gerenciamento. “No nosso caso, estamos tratando de workstations, que são máquinas com custo mais elevado que os tradicionais PCs. Ao utilizar essa tecnologia em nossa área de Geologia e Geofísica, conseguimos racionalizar a disponibilização desses recursos de acordo com a demanda efetiva dos profissionais envolvidos em diversos projetos da companhia”, explica Cunha.

O futuro virtualizado pela GPU
O projeto conduzido pela SPE Data Informática, que atuou como parceira no desenho e implantação da virtualização das workstations das áreas de Geologia e Geofísica da Ouro Preto, utilizou placas gráficas NVIDIA GRID K2 como solução para aplicativos com uso intenso de gráficos em estações locais e remotas, proporcionando, assim, gráficos 2D e 3D de alta qualidade e excepcional performance. Esta tecnologia fornece excelência de processamento a desktops virtuais, que equivale a de workstations locais ao compartilhar uma GPU com diversos usuários.

“As soluções de virtualização de desktops e aplicativos fornecem ao setor de Tecnologia da Informação uma nova abordagem simplificada para oferecer, proteger e gerenciar desktops e aplicativos Windows, reduzindo os custos e garantindo que os usuários finais possam trabalhar a qualquer momento, de qualquer lugar no mundo, por meio de qualquer dispositivo, como celulares, tablets e notebooks”, complementa Cunha. O que começou como teste conceitual para avaliar os benefícios da plataforma virtualizada deu tão certo que a Ouro Preto já se prepara para aperfeiçoar suas estações de trabalho.

“Durante o início dos testes que realizamos no período conceitual, virtualizamos apenas três workstations. Precisávamos testar a plataforma que utilizamos, uma vez que soluções de VDI (infraestrutura de dados virtualizados) são pouco difundidas na indústria de E&P. O conceito com as GPUs da NVIDIA foi um sucesso e resolvemos dar mais um passo em direção a esse processo”, explica Cunha.

“Já virtualizamos toda nossa área técnica, que hoje conta com dez workstations utilizadas por geólogos, geofísicos, engenheiros de perfuração, engenheiros cartógrafos etc. O pedido dos equipamentos envolvidos na solução (hardware e software) já foi efetuado e estamos apenas aguardando a entrega dos mesmos para criar o ambiente definitivo”, finaliza.

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