10 novidades sobre o mercado que você precisa saber

Petrobras elege novo conselho de administração, e Vale estuda retomar projeto bilionário na Argentina

Confira as principais novidades do mercado desta quinta-feira (28):

Vale lucra R$ 6,3 bilhões no 1º trimestre e supera expectativas

A mineradora Vale teve lucro líquido R$ 6,311 bilhões no primeiro trimestre de 2016, ante um prejuízo de R$ 9,538 bilhões no mesmo período de 2015.

Em dólares, o lucro da empresa foi de US$ 1,776 bilhão, superando a previsão média do mercado, de lucro de US$ 1,06 bilhão, segundo pesquisa da Reuters.

Vale pretende retomar projeto bilionário na Argentina

A Vale está tentando retomar um empreendimento de exploração de potássio no rio Colorado, na Argentina. A obra tinha sido interrompida por três anos, gerando conflitos com a então presidente Cristina Kirchner.

Segundo a Folha de S. Paulo, já foram injetados cerca de R$ 9 bilhões na obra, que teve previsão de capacidade reduzida de 4,3 milhões de toneladas por ano para 1,3 milhão de toneladas.

Petrobras elege hoje novo conselho de administração

A Petrobras vai realizar hoje as assembleias para votar os nomes dos novos integrantes do conselho de administração da empresa, segundo o Valor Econômico

Também deve ser votado o novo estatuto, que reduz de sete para seis o número de diretores executivos e acaba com o cargo de conselheiros suplentes.

Lucro do Bradesco cai 2,9% no 1º trimestre

Bradesco reportou lucro líquido contábil de R$ 4,121 bilhões no primeiro trimestre deste ano, cifra 2,9% menor que a vista no mesmo intervalo de 2015, de R$ 4,244 bilhões.

Em relação aos três meses anteriores, quando ficou em R$ 4,353 bilhões, a retração foi ainda maior, de 5,3%.

Temer barganha fim da reeleição para fechar aliança com PSDB

O vice-presidente Michel Temer deu sinais de que pode encaminhar um projeto de lei que acabe com a reeleição a partir de 2018, uma exigência do PSDB para apoiar um eventual governo do vice.

Segundo a Folha de S.Paulo, o assunto teria surgido nas conversas entre Temer e Aécio Neves. O senador deve ir a São Paulo apresentar as propostas do peemedebista para Fernando Henrique Cardoso e Geraldo Alckmin.

Dilma decide não fazer governo de transição para vice

A presidente Dilma Rousseff decidiu não facilitar para o vice-presidente Michel Temer e vai deixá-lo “à míngua”, segundo o Estado de S. Paulo, sem informações sobre a administração.

Além disso, faz parte do plano do PT acelerar programas em fase de conclusão para que sejam lançados por Dilma e se aproximar da base do partido, acenando para movimentos sociais.

Copom deixa juros em 14,25% pela sexta vez seguida

O Comitê de Política Monetária do Banco Central anunciou a manutenção em 14,25% da taxa básica de juros da economia, a Selic.

É a sexta vez consecutiva que os juros ficam inalterados neste patamar, onde estão desde o final de julho de 2015. A última vez que a Selic esteve tão alta foi há quase uma década, em agosto de 2006.

Com Ilan Goldfajn no BC, mercado espera queda rápida nos juros

Analistas do mercado financeiro apostam em uma queda mais rápida nos juros, caso se concretize a nomeação do economista-chefe do Itaú, Ilan Goldfajn, como presidente do Banco Central em eventual governo Temer, segundo o Valor Econômico.

Ele foi um dos primeiros analistas a prever um corte na Selic, e espera que ela esteja em 12,25% no fim do ano e em 10% em 2017.

Telefônica Brasil tem lucro de R$1,2 bilhão no 1º trimestre

A Telefônica Brasil, grupo de telecomunicações que opera sob a marca Vivo, teve forte alta no lucro líquido do primeiro trimestre, impulsionada pela venda de torres de telecomunicações e queda no endividamento e investimentos.

A companhia teve lucro líquido de 1,22 bilhão de reais no primeiro trimestre, resultado bem acima dos 436 milhões obtidos no mesmo período do ano passado. Desconsiderando a venda das torres, o grupo teve resultado positivo de 879 milhões de reais.

Gerdau pagou três vezes mais por fatia de Itaú em controlada

Nove meses depois de anunciar a compra de ações de quatro de suas controladas que estavam nas mãos de Itaú BBA e de Arcelor Mittal, a Gerdau revelou que pagou ao banco um valor três vezes maior do que o que foi pago para a empresa pelas mesmas ações.

Mas a Gerdau não esclareceu porque pagou valores tão diferentes. A divulgação das informações confirmou as desconfianças dos minoritários da empresa.

Atualizada às 8h40

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