10 novidades sobre o mercado que você precisa saber

Balanço da CSN traz prejuízo de R$ 43 milhões, 93% a menos do que no segundo trimestre do ano passado

São Paulo – Confira as principais novidades do mercados desta terça-feira (16):

BNDES mudará política de investimento após prejuízo

Dias após divulgar prejuízo de R$ 2,2 bilhões no primeiro semestre, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) já analisa mudanças em suas políticas de investimento e financiamento.

A reestruturação inclui o BNDESPar, braço de participações acionárias. Também está nos planos retomar o papel da década de 90 do banco, atraindo a iniciativa privada para comandar segmentos hoje ocupados por estatais.

CSN encerra 2º trimestre com prejuízo 93% menor

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) registrou prejuízo líquido consolidado de R$ 43 milhões no segundo trimestre de 2016, montante 93% menor que o prejuízo de R$ 614,593 milhões registrado no mesmo trimestre do ano passado.

A receita líquida de vendas da empresa totalizou R$ 4,349 bilhões entre abril e junho, com alta de 17,9% ante o registrado no mesmo trimestre do ano passado.

Lucro líquido da Cteep sobe para R$ 107,9 milhões no 2º tri

A Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep) registrou lucro líquido de R$ 107,9 milhões no segundo trimestre deste ano, o que corresponde a um crescimento de 35% em relação ao mesmo período de 2015.

A receita líquida cresceu 2,8% na mesma comparação e totalizou R$ 287 milhões no segundo trimestre deste ano.

Aneel propõe indenizar Cemig em R$ 892 mi por investimentos

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai propor uma indenização de R$ 892 milhões à Cemig por investimentos realizados em linhas de transmissão construídas antes do ano 2000.

A indenização se refere ao plano de renovação das concessões promovido pelo governo em 2012, que previa a redução de tarifas em 20% e ao qual a Cemig não aderiu.

Governos têm plano B para privatizar Celg

Os acionistas da Celg, estatal de energia de Goiás, estão dispostos a baixar o preço pedido para venda da sua distribuidora, a Celg-D, caso não haja interessados na privatização.

Segundo o Valor Econômico, o governo federal, a Eletrobras e o Estado de Goiás também cogitam injetar dinheiro na distribuidora agora, para depois vendê-la por um preço mais alto.

CVM pede esclarecimento ao BTG sobre venda da Leader

A CVM pediu esclarecimentos ao BTG Pactual sobre os contratos de aquisição da rede Leader, de acordo com informações do Valor Econômico.

O pedido foi feito depois que o BTG informou que não é diretamente o controlador da varejista e que, portanto, não poderia prestar esclarecimentos sobre a venda para um grupo de investidores em abril.

Apesar de briga, reforma da Saraiva começa a dar resultados

Apesar de estar mergulhada em conflitos societários e amargando prejuízos seguidos, a Saraiva está tentando tocar uma reforma pesada dos negócios que já começa a dar resultados.

A empresa vendeu a divisão de educação no ano passado e tem reduzido o tamanho de algumas lojas e instalando cafeterias em outras, para cortar custos e aumentar as receitas, o que já se traduz em prejuízo menor e redução da dívida.

Fundos de pensão temem contaminação pela dívida da Sete Brasil

Fundos de pensão sócios da Sete Brasil temem ser ainda mais contaminados pela dívida da empresa, que apresentou seu plano de recuperação judicial, de acordo com a Folha de S.Paulo.

Os participantes dos fundos temem que os credores recorram aos acionistas para cobrar as dívidas, caso o plano de recuperação não seja bem-sucedido.

Após tentar alternativas, Mercedes-Benz começa a demitir

Depois de dois anos flexibilizando a jornada dos trabalhadores e adotando programas de demissão voluntária, a Mercedes-Benz paralisou a produção de caminhões e ônibus na fábrica de São Bernardo e começou a demitir funcionários.

A empresa não infomou o número de demitidos, mas disse que os primeiros a serem cortados são os 1.400 que já estão em licença remunerada desde fevereiro.

Governo não incluirá aumento de imposto no Orçamento de 2017

O governo brasileiro não irá incluir aumento de impostos no projeto da Lei Orçamentária (LOA) de 2017, que tem de ser encaminhado ao Congresso até o final deste mês, de acordo com fontes da Reuters.

A equipe econômica, no entanto, não descarta a possibilidade de aumentos futuros para cumprir a meta fiscal se as receitas continuarem decepcionando.

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