10 novidades sobre o mercado que você precisa saber

Após críticas, governo Temer recua publicamente da proposta de conceder reajustes salariais aos servidores públicos e segura votação no Senado

São Paulo – Confira as principais novidades do mercados desta terça-feira (23):

Governo Temer recua e adia reajustes de servidores públicos

Após duras críticas, o governo Temer recuou ontem e decidiu segurar no Senado o aumento de salário dos servidores públicos, já aprovado pela Câmara.

As críticas partiram principalmente do PSDB, que afirmam que os reajustes enfraquecem o discurso de que é preciso adotar medidas “amargas” para equilibrar as contas públicas.

Câmara adia votação da renegociação da dívida dos estados

Com receio de não garantir um bom quorum, o governo mudou o foco e deixou a votação dos destaques ao projeto de renegociação da dívida dos estados e do Distrito Federal para hoje.

O governo quer impedir a aprovação de mudanças na proposta que já sofreu críticas de representantes dos estados das regiões Norte e Nordeste do país.

Moody’s rebaixa rating da Odebrecht de B2 para B3

A agência de classificação de risco Moody’s rebaixou o rating da Odebrecht Engenharia e Construção de B2 para B3, em moeda estrangeira, atribuído às notas seniores não seguradas emitidas pela Odebrecht Finance. Os ratings ainda foram postos em revisão para possível rebaixamento.

O rebaixamento foi justificado por um aumento no risco de crédito devido a evolução de liquidez e dos riscos reputacionais da empresa.

CSN quer 120 dias para pagar fornecedor

A CSN começou a negociar com seus fornecedores um novo padrão para pagamento, que suba dos cerca de 30 dias atuais para 120 dias, segundo o Valor Econômico.

O diretor jurídico da empresa falou que negocia caso a caso, mas que a ideia é que o padrão seja aceito por todos os 6.000 fornecedores.

EDP Brasil estuda entrar em transmissão de energia no país

A EDP Brasil, controlada pelo grupo português EDP, avalia expandir para transmissão de eletricidade sua atuação no país, onde já investe em geração e distribuição.

A meta poderia ser concretizada com a participação da companhia no próximo leilão de linhas de energia, agendado pelo governo para 2 de setembro.

Aneel estuda cancelar usinas de R$ 6 bilhões por atraso

A Aneel iniciou um processo que pode resultar na revogação da autorização para que a Bolognesi Energia implemente duas termoelétricas de R$ 6 bilhões.

Os empreendimentos deveriam ser entregues em 2019, mas a Aneel avalia que estão atrasados, e intimou a empresa em um processo que deverá ser analisado brevemente.

Após prejuízo, Paranapanema foca em renegociar dívida

A Paranapanema, fabricante de produtos de cobre, registrou prejuízo de R$ 280,5 milhões no segundo trimestre, mais que o dobro do resultado negativo do mesmo período no ano passado.

Segundo o Valor Econômico, grande parte da perda se deve a uma provisão, e agora o foco da empresa será rolar a dívida e garantir uma injeção de capital até o fim do ano.

CVS muda comando da Onofre no país

O grupo americano CVS promoveu mudanças no comando da rede de farmárcias Onofre no Brasil, transferindo o presidente da companhia, Mario Ramos, para os Estados Unidos.

No seu lugar, segundo o Valor Econômico, foi nomeada Elizangela Kioko, diretora comercial e de operações desde abril de 2015.

Indicação de Cristiane Alkmin preocupa membros do Cade

O Planalto vai indicar um novo comando para o Cade depois que da votação do impeachment no Senado, e advogados e técnicos estão preocupados com a possível indicação de Cristiane Alkmin.

De acordo com o Valor Econômico, eles reclamam que a conselheira é “dura demais”, analisa os casos muito lentamente, não conhece os ritos do tribunal e tem pouca disposição para dialogar.

Procurada pelo jornal, Alkmin afirmou não ter sido sondada, mas que aceitaria uma eventual proposta.

EUA aprovam compra da Syngenta por estatal chinesa

Os órgãos reguladores dos Estados Unidos aprovaram a venda da Syngenta para a estatal química chinesa China National Chemical Corp por US$ 43 bilhões.

Embora a empresa seja suíça, a decisão do órgão dos EUA poderia travar o negócio, já que 25% das vendas da Syngenta vêm do país.

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