10 novidades sobre o mercado que você precisa saber

Após o impeachment, o governo brasileiro chama embaixadores na Venezuela, Equador e Bolívia.

São Paulo – Confira as principais novidades do mercados desta quinta-feira:

Temer diz que é preciso mudar CLT para garantir empregos. 
Em seu 1º pronunciamento na TV, ele também defendeu a reforma da Previdência.

Após a posse, Temer, Meirelles e Renan viajam para China para participar do G-20. 
Eles vão participar de reuniões bilaterais para tentar mostrar ao mundo que o novo governo é legítimo. 

PM usa bombas de gás para dispersar ato contra impeachment em São Paulo.
As manifestações foram marcadas por cenas de violência de ambos os lados. Houve protestos em outras cidades do país.

Governo brasileiro chama embaixadores na Venezuela, Equador e Bolívia.
Os três países, além de Cuba e Nicarágua, classificaram o impeachment como um golpe de Estado.

PSDB e DEM criticaram manutenção dos direitos políticos de Dilma.
O afastamento da pena gerou um ruído inesperado na base governista, que pode complicar, no futuro, a aprovação de projetos importantes para recuperação da economia.

Tribunal condena GP e Arbeit a pagar indenização a consumidores da Imbra, segundo o jornal Estado de S. Paulo.
Em 2010, a empresa quebrou e deixou na mão 25 mil pessoas que eram atendidas mensalmente por suas clínicas. Não há estimativas precisas dos valores envolvidos.

Petrobras deve demitir 8 mil empregados.
De acordo com fontes da agência Estadão Conteúdo que tiveram acesso ao programa de demissão voluntário, os desligamentos acontecerão gradativamente. 

Copom mantém a taxa Selic em 14,25% pela nona vez seguida.
A avaliação é que as expectativas de inflação ainda não caíram o suficiente e que um corte pode acontecer somente em outubro.

Orçamento separa R$17 bi para reajuste de servidores em 2017.
Segundo o ministro do Planejamento, as contas asseguram recursos para o aumento do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). 

Donald Trump volta do México e faz um discurso inflamado. 
“Nós vamos construir um grande muro. E o México vai pagar por ela. Cem por cento. Eles ainda não sabem, mas vão ter de pagar por isso”, disse. Horas antes, o candidato republicano encontrou-se com o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, que foi duramente criticado por seus compatriotas. 

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