10 novidades sobre o mercado que você precisa saber

Na China, Temer deve assinar nove contratos de investimento que somam cerca de R$ 10 bilhões

São Paulo – Confira as principais novidades do mercados desta sexta-feira (2):

Brasil e China assinam acordos estimados em R$ 10 bi

A China e o Brasil devem fechar acordos de investimento estimados em R$ 10 bilhões no primeiro ato de Michel Temer como presidente do Brasil, segundo cálculos do Valor Econômico.

Ao longo desta sexta, nove contratos são negociados, superando os R$ 10 bilhões em investimentos de empresas chinesas no Brasil, a maioria focados em infraestrutura.

Governo deve propor idade mínima de 65 anos na Previdência

O governo do presidente Michel Temer vai propor idade mínima de 65 anos para aposentadoria para homens e mulheres, nos serviços público e privado, afirmou nesta quinta-feira o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo.

A proposta, segundo a reportagem, já está fechada e o governo está analisando apenas quando irá encaminhá-la ao Congresso Nacional.

Propostas de Temer para a economia não chegam ao Congresso

A maioria das propostas anunciadas pela equipe de Michel Temer para reanimar a economia ainda está em estudos no governo e não chegou ao Congresso, segundo levantamento da Folha de S.Paulo.

A lista inclui a reforma da Previdência, revisão da legislação trabalhista, simplificação do sistema tributário, privatizações e fim dos entraves para obras e empreendimentos, especialmente de infraestrutura.

Oi deve apresentar plano de recuperação na segunda-feira

O plano de recuperação judicial da Oi já está pronto e deve ser apresentado na segunda ou terça-feira, de acordo com fontes do Valor Econômico.

A proposta deve ratificar o que já estava sendo discutido antes da recuperação, mas uma guerra judicial pode se seguir à apresentação do plano.

Três grandes do setor disputam a Liquigás

A Petrobras recebeu pelo menos três propostas de grandes empresas do setor pela Liquigás, sua subsidiária de gás liquefeito de petróleo, segundo o Valor Econômico.

As ofertas foram apresentadas pela Copagaz, Ultragaz (do grupo Ultra) e Nacional Gás (do grupo Edson Queiroz).

MPF pede revisão de acordo de leniência envolvendo Petrobras

O Ministério Público Federal (MPF) decidiu não homologar acordo de leniência firmado entre Petrobras, SBM Offshore e autoridades, impedindo que a estatal receba, por ora, mais de R$ 1 bilhão pactuados anteriormente.

A decisão ocorre para uma revisão dos termos e o prosseguimento de investigações, explicou o Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle em nota.

Indenização de elétricas custará R$ 52 bi ao consumidor

Os consumidores terão de pagar R$ 52 bilhões às empresas de energia nos próximos oito anos, o que indica uma alta de 5% nas tarifas, segundo cálculos da Abrace publicados pelo Valor Econômico.

O valor se refere à indenização pela renovação antecipada das concessões, acertada entre o governo e as distribuidoras em 2012.

AES negocia produção de Uruguaiana com a Argentina

O grupo AES está em negociações com a Argentina para fornecer a energia gerada na usina térmica de Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, ao país vizinho.

Segundo o Valor Econômico, a ideia é que a usina seja operada com gás natural fornecido pela rede de dutos da Argentina.

STF libera mais de R$ 2 bi da Odebrecht bloqueados pelo TCU

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio deferiu uma liminar que libera R$ 2,1 bilhões da construtora Odebrecht. O dinheiro se encontrava indisponível por decisão cautelar do Tribunal de Contas da União (TCU), proferida em 17 de agosto.

O bloqueio dos recursos teve como objetivo ressarcir a Petrobras de prejuízos com o superfaturamento de contratos em obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco.

Mercado aposta em corte dos juros, mas BC mostra cautela

Para os analistas do mercado, a ata do Copom indica que o BC abriu a porta para a retomada do corte da Selic, que está inalterada em 14,25% desde julho de 2015.

Os membros do Copom, contudo, não pareceram interessados em sancionar uma euforia dos investidores. 

Pelo contrário, destacaram uma lista de condições necessárias para o primeiro corte de juros em mais de um ano, que seria a primeira redução com o BC sob o comando de Ilan Goldfajn.

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