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PMDB vai oficializar rompimento com o governo, e ex-presidente Lula começa a negociar "no varejo" com parlamentares da sigla em busca de apoio

PMDB anuncia rompimento com o governo

O diretório nacional do PMDB vai oficializar seu rompimento com o governo de Dilma Rousseff, após acordo entre o vice-presidente Michel Temer e o presidente do Senado, Renan Calheiros. A decisão será tomada por aclamação (não passará por votação). Nem Temer nem os atuais ministros do PMDB deve participar da reunião. O ministro do Turismo, que é do partido, foi o primeiro a pedir afastamento.

Com desembarque do PMDB, Lula adota estratégia da coalizão

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai adotar uma estratégia pessoal de negociação com peemedebistas para tentar manter o maior número possível de parlamentares ao lado do governo. Segundo O Estado de S. Paulo, ele lembrou que, em 2003, seu primeiro ano de mandato, o PMDB decidiu integrar o governo mas várias lideranças estaduais se mantiveram na oposição. “Vai acontecer o que aconteceu em 2003 e vamos ter uma espécie de coalizão sem a concordância da direção. Não sei se é possível, mas acho que é”, afirmou o ex-presidente.

Em eventual gestão Temer, Meirelles seria mais cotado para Fazenda

O vice-presidente Michel Temer já faz planos para a possibilidade de impeachment e de um governo de transição chefiado por ele. Neste cenário, crescem as apostas de que o novo ministro da Fazenda seja Henrique Meirelles, em detrimento do nome de Armínio Fraga, que também estava sendo cotado. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Janot defende posse de Lula, mas pede investigações com Moro

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um parecer em que defende a manutenção da nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro-chefe da Casa Civil. Ele sustenta no parecer, no entanto, que as investigações criminais referentes ao ex-presidente e realizadas até agora devem ser mantidas na Justiça de primeiro grau, ou seja, nas mãos do juiz Sérgio Moro, em Curitiba.

Teori autoriza fatiamento de delação de Delcídio

O ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, autorizou o fatiamento da delação premiada do senador Delcídio Amaral (sem partido-MS). Após pedido da Procuradoria-Geral da República, foram geradas na Corte 19 novas petições. Agora, a PGR vai analisar quais dos fatos narrados pelo senador têm indícios de prática de crime. Nestes casos, serão feitos pedidos de abertura de inquérito.

Petrobras já demitiu 170 mil desde o início da Lava Jato

Desde o início das investigações da operação Lava Jato, a Petrobras e suas subsidiárias já demitiram 169,7 mil pessoas, segundo levantamento da Folha de S.Paulo. Atualmente, a Petrobras conta com 276,6 mil funcionários, segundo dados de fevereiro. Em dezembro de 2013, no auge da euforia com o pré-sal, o quadro de empregados da estatal chegava a 446,3 mil pessoas.

EUA investigam Odebrecht e Braskem

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos está investigando a Odebrecht e a Braskem sobre a possibilidade de corrupção envolvendo contratos com a Petrobras, segundo o jornal Valor Econômico. A investigação sobre a Braskem mira contratos de nafta firmados com a estatal brasileira desde 2009. Procurada pelo jornal, a Odebrecht afirmou que não foi notificada sobre investigações nos EUA envolvendo a si própria, apenas a Braskem.

Lucro da CSN sobe a R$ 2,4 bilhões no 4º trimestre

A Companhia Siderúrgica Nacional encerrou o quarto trimestre com lucro líquido de R$ 2,37 bilhões, ante resultado líquido de R$ 66,99 milhões um ano antes. O melhor resultado foi atribuído a ganhos registrados pela combinação de negócios de mineração. A empresa teve geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado de R$ 686 milhões nos três meses encerrados em dezembro, queda de 20% sobre o terceiro trimestre.

BNDES lança linha de R$ 200 milhões para infraestrutura

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançará uma linha, com orçamento de R$ 200 milhões, para financiar a elaboração de projetos de investimento em infraestrutura, por meio de concessões ou parcerias público-privadas (PPPs). A nova linha será detalhada em apresentação durante seminário promovido pela ABCE, no Rio.

Fundo Cambuhy pode assumir até 25% da Eneva

O fundo de investimentos Cambuhy pode assumir uma fatia equivalente a até um quarto da Eneva (que era a MPX, de Eike Batista), de acordo com o jornal Valor Econômico. Um acordo entre as partes divulgado ontem prevê aumento de capital na empresa de energia. Se outros acionistas não subscreverem a oferta, a Cambuhy (que tem entre seus sócios a família Moreira Salles) pode se tornar o segundo maior acionista da Eneva, atrás apenas do BTG Pactual.

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