Bovespa contraria exterior e sobe com Petrobras

Às 10h34, a PN da Petrobras subia 1,14%, e a ON, avançava 1,01%. O Ibovespa tinha alta de 0,22%, aos 47.551,08 pontos

São Paulo – Contrariando o desempenho negativo das bolsas europeias e os futuros de Nova York, a Bovespa exibe uma leve alta na manhã desta segunda-feira, 20.

Puxam o Ibovespa as ações dos bancos e a Petrobras, que teve uma resposta positiva nesta manhã do juiz responsável pelos processo contra a petroleira em Nova York.

O juiz responsável pelos processos da estatal brasileira na Corte de Nova York, Jed Rakoff, aceitou parte dos argumentos da Petrobras e pediu que os 11 fundos que entraram com ação individual contra a petroleira apresentem mais evidências de que adquiriram os papéis da companhia nos Estados Unidos e em ofertas primárias.

A decisão de Rakoff representa uma vitória parcial dos advogados que defendem a Petrobras nos processos individuais, que correm de forma paralela à ação coletiva, também aos cuidados do juiz norte-americano. Rakoff deu prazo até quinta-feira, 22, para estes fundos apresentarem a documentação adicional.

Às 10h34, a PN da Petrobras subia 1,14%, e a ON, avançava 1,01%. O Ibovespa tinha alta de 0,22%, aos 47.551,08 pontos. Em NY, o Dow Jones futuro caía 0,07%; Nasdaq recuava 0,09%; S&P 500 perdia 0,17%.

Mais cedo, o recuo dos três índices futuros era maior. A desaceleração nas perdas aconteceu depois de os EUA divulgarem que a construção de moradias iniciadas subiram 6,5% em setembro, sendo que a previsão era um aumento de +1,8%. Além disso, o dado referente a agosto foi revisado para melhor: de -3% para -1,7%.

Mais cedo, o Ibovespa marcou a máxima da sessão, chegando a 47.677 pontos (+0,48%). Naquele momento, os papéis da Vale ainda subiam. No horário acima, já marcavam uma perda de 1,12% (ON) e de 1,23% (PNA).

À espera do início de produção de seu projeto S11D, a Vale deverá encarar mais um resultado trimestral no vermelho diante do ciclo de deterioração dos preços das commodities.

Nessa esteira, a mineradora brasileira deverá reportar prejuízo líquido de US$ 3,68 bilhões no terceiro trimestre do ano, mais do que o dobro do prejuízo anotado no mesmo intervalo de 2014 e reverterá, com isso, lucro visto no trimestre imediatamente anterior, a despeito do forte trabalho em redução de custos e maiores volumes de produção que vem sendo registrados na companhia.

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