Ibovespa avança ajudado por dados da China

O tom positivo no pregão brasileiro era ainda endossado pela a ausência de novos ruídos no cenário político

São Paulo – O principal índice da Bovespa avançava na manhã desta quarta-feira, favorecido pela alta de commodities após dados da balança comercial chinesa reforçarem a visão de estabilidade da segunda maior economia do mundo.

O tom positivo no pregão brasileiro era ainda endossado pela a ausência de novos ruídos no cenário político.

Às 10h39, o Ibovespa subia 1,32%, a 51.152 pontos.

O volume financeiro era de 664 milhões de reais.

Na China, as exportações caíram mais do que o esperado em maio devido à demanda fraca, mas as importações recuaram menos do que analistas estavam projetando, sinalizando melhora da demanda doméstica.

Entre as commodities, os preços do petróleo s avançaram para o maior nível em oito meses, amparados em fortes dados sobre a demanda chinesa e interrupções na produção na Nigéria.

Wall Street mostrava o S&P 500 em alta de 0,26%.

No quadro doméstico, enquanto o noticiário político negativo dava uma trégua, favorecia os ganhos da Bovespa a aprovação no plenário do Senado para que o economista Ilan Goldfajn comande o Banco Central.

Destaques

Petrobras tinha as preferenciais em alta de 3,83%, beneficiadas pela alta dos preços do petróleo e anúncio de que abriu processo competitivo para a venda de terminais de Gás Natural Liquefeito (GNL) no Rio de Janeiro e no Ceará, bem como das usinas termelétricas associadas aos terminais.

Vale mostrava os papéis preferenciais subindo 0,62%, favorecidos pelos dados chineses, embora o preço do minério de ferro à vista tenha recuado na China.

CSN subia 2,58%, com o setor siderúrgico como um todo beneficiado pelo noticiário chinês.

Itaú Unibanco e Bradesco avançavam 1,63% e 1,57%, respectivamente, em meio ao clima mais favorável na bolsa, referendando a trajetória positiva do Ibovespa em razão do peso significativo que ambos detêm no índice.

Fibria caía 2,53%, em sessão negativa para empresas que tendem a se beneficiar da depreciação da taxa de câmbio do país, conforme o dólar recuava 1,55% frente ao real.

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