JBS -3,6%; Recorde de empresas…

Bolsa cai após seis altas

O Ibovespa seguiu o pessimismo do exterior e caiu 1,67% nesta quarta-feira — depois de seis altas consecutivas. Apenas duas das 59 ações do índice tiveram alta. Os papéis ordinários da administradora de shoppings BR Malls subiram 1,11%; e os da companhia de planos de seguro Qualicorp, 0,68%. Do lado negativo, as ações da empresa de fidelidade Smiles tiveram o pior desempenho: queda de 4,9%. As ações preferenciais da mineradora Vale recuaram 1,8%, enquanto as da Petrobras caíram 0,51%.

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JBS cai, de novo

Do lado negativo, as ações ordinárias da JBS voltaram a cair, 3,6%, repercutindo as notícias de que o BNDES criou uma comissão para avaliar todas as operações do banco relacionadas à empresa. O Tribunal de Contas da União calculou em 711,3 milhões de reais o prejuízo que o maior banco de fomento do país, o BNDES, teve com operações de compra de ações e títulos de dívida do grupo JBS. De acordo com os auditores do órgão, houve “cessão graciosa de dinheiro público” para a empresa.

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Leilão das hidrelétricas

O governo pretende realizar o leilão de quatro hidrelétricas da Cemig, cuja concessão venceu nos últimos anos, em setembro. A informação foi dada pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho. Segundo ele, a expectativa do governo, conforme previsto em orçamento, é arrecadar 11 bilhões de reais com a venda da concessão dessas usinas. “O governo tem pressa por causa da necessidade de receber recursos ainda neste ano. Isso já está previsto no Orçamento. Vamos seguir com o processo do leilão das usinas”, disse.

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Petrobras, enfim, consegue aprovação

A Petrobras recebeu a licença ambiental para iniciar as operações da plataforma P-66, no maior campo produtor de petróleo do país. Com capacidade para produzir 150.000 barris por dia, a P-66 é a sétima plataforma do campo de Lula, no pré-sal da Bacia de Santos. O processo de licenciamento, que termina dois meses após a instalação da plataforma, gerou críticas por parte da estatal em relação ao tempo levado pelo Ibama para avaliar sua viabilidade.

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Recorde de empresas

Em janeiro deste ano, 194.199 empresas foram criadas no país — o maior número para o período desde 2010. O resultado é 16,6% maior do que o registrado no mesmo mês de 2016. Segundo um estudo da consultoria Serasa Experian, o empreendedorismo de necessidade segue pautando a criação de novas empresas. Mais de 159.000 das aberturas se referem ao segmento de microempresa individual (MEI). Foram criadas 12.760 sociedades limitadas, enquanto as empresas individuais totalizaram quase 13.000 novos negócios.

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