Nas taxas de juros, dólar em alta adiciona prêmio à curva

Às 9h30, o DI para abril de 2016 projetava taxa de 14,700%, ante 14,676% no ajuste da quarta-feira, 13

São Paulo – Os juros futuros abriram em alta nesta quinta-feira, 14, acompanhando a valorização do dólar ante o real e em meio à expectativa com o leilão de títulos do Tesouro que será realizado mais tarde.

No radar dos investidores ainda está o cenário externo, que continua volátil, diante da instabilidade dos mercados chineses e dos preços do petróleo.

Às 9h30, o DI para abril de 2016 projetava taxa de 14,700%, ante 14,676% no ajuste da quarta-feira, 13. O DI para julho de 2016 mostrava 15,045%, exatamente no ajuste da véspera. O DI para janeiro de 2017 apontava 15,52%, de 15,46%.

O DI para janeiro de 2018 estava em 16,25%, de 16,14%. E o DI para janeiro de 2021 tinha taxa de 16,47%, de 16,29%. O dólar à vista no balcão subia 0,60%, a R$ 4,0344.

O leilão do Tesouro Nacional também tende a sustentar as taxas para cima. Serão ofertadas nesta quinta Letras do Tesouro Nacional (LTN) para 1/04/2017, 1/04/2018 e 1/01/2020; e Notas do Tesouro Nacional – Série F (NTN-F) com vencimento em 1/01/2027.

Além disso, no fim da tarde, o mercado deve monitorar o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, em encontro com o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho.

Na manhã desta quinta, o IBGE informou que o volume de serviços prestados recuou 6,3% em novembro de 2015 ante igual mês de 2014, já descontados os efeitos da inflação. Trata-se do pior resultado desde o início da série, em janeiro de 2012. Com isso, o volume de serviços prestados acumula queda de 3,4% no ano. Já em 12 meses, o recuo é de 3,1%.

Enquanto isso, a Bolsa de Xangai, a principal da China, fechou em alta nesta quinta-feira, após uma sessão bastante volátil.

O índice Xangai Composto subiu 2%, encerrando o dia a 3.007,65 pontos, mas chegou a cair 2,8% durante os negócios, rompendo a mínima registrada em 26 de agosto do ano passado, período de forte turbulência nos mercados chineses.

No ponto mais baixo do pregão, o Xangai chegou a acumular perdas de mais de 20% em relação à máxima do último dia 22 de dezembro, o que significa que entrou brevemente no chamado “território baixista”.

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