Queda na bolsa; Juros seguem em 14,25%…

Chega de alta?

O Ibovespa caiu 0,21% nesta quarta-feira, interrompendo a maior série de altas desde 2010 — dez consecutivas. Entre os destaques estão as ações do programa de fidelidade Smiles, que subiram 7,6% depois de o Deutsche Bank elevar a recomendação dos papéis para “compra”. Na ponta negativa, as ações do grupo de ensino Kroton caíram 4,9%. Os papéis da exportadora de celulose Fibria recuaram 3,10% depois de sua recomendação ter sido diminuída para “desempenho em linha com a média” pelo banco Itaú BBA.

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Copom: ainda 14,25%

Em reunião encerrada no fim da tarde desta quarta-feira, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu, por unanimidade, manter a taxa Selic em 14,25%. Em nota, o Banco Central afirma que, embora indicadores recentes mostrem uma perspectiva de estabilização da atividade econômica, “as evidências sugerem que a economia segue operando com alto nível de ociosidade” e “no âmbito externo, o cenário permanece desafiador”. Na tarde desta quarta, o presidente Michel Temer afirmou que o “BC tem plena autonomia para definir a taxa de juro”. A fala veio depois de o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, dizer que uma queda na taxa agrada ao presidente.

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Oi sobe mais

As ações preferenciais da companhia telefônica Oi subiram 12,8%; e as ordinárias, 9,3%. O dia foi positivo para a companhia após ser noticiado que um consócio de investidores entrou na disputa para se tornar um acionista relevante da empresa. Segundo o jornal Estadão, o consórcio é formada por João Cox, ex-presidente da Claro; Mario Cesar de Araújo, ex-presidente da TIM; Renato Carvalho, fundador da consultoria de reestruturação de empresas Íntegra; e o banco de investimentos americano ACGM. Desde o pedido de recuperação judicial da Oi, no dia 20 de junho, os papéis da companhia disparam em meio às especulações sobre seu futuro. Em um mês, os papéis dispararam 140%.

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Bancos otimistas

O Instituto Internacional de Finanças, formado pelos 500 maiores bancos do mundo, melhorou as projeções de crescimento para a economia brasileira. A previsão é que o produto interno bruto do país cresça até 1,5% em 2017 e mais 3% em 2018. Em relatório otimista sobre o Brasil, a instituição destaca o comprometimento do governo em reconstruir a credibilidade da política econômica, com consequente impacto nos níveis de confiança de empresários, investidores e consumidores.

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Mais uma para a Brookfield?

O grupo de engenharia espanhol Isolux Corsán está perto de vender algumas de suas linhas de transmissão de energia no Brasil para a gestora de ativos canadense Brookfield. Segundo a agência de notícias Bloomberg, as negociações podem ser finalizadas nesta semana. A companhia espanhola passa por uma reestruturação financeira para reduzir suas dívidas. O grupo possui 4.703 quilômetros de linhas de alta tensão sob concessão no Brasil. A Brookfield tem mais de 40 bilhões de reais em ativos no país. Só no ano passado fez aquisições que custaram 4,8 bilhões de reais.

 

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