Alertas indicaram fumaça no voo da EgyptAir antes da queda

As mensagens indicaram que havia uma fumaça intensa na parte da frente do avião, especificamente no banheiro e em um compartimento abaixo da cabine

Autoridades egípcias estão investigando nesta sexta-feira relatórios segundo os quais havia fumaça no voo da EgyptAir, que ia de Paris para o Cairo, pouco antes de a aeronave cair no Mediterrâneo.

“Nós estamos analisando este relatório”, disse à AFP um funcionário do Ministério da Aviação Civil egípcio. “Neste momento, não posso negar nem confirmar” a informação, acrescentou.

O jornal americano Wall Street Journal publicou que alertas automáticos indicaram que havia fumaça no nariz da aeronave e um problema aparente com o sistema de controle de voo.

Os avisos, que foram enviados automaticamente pelos sistemas informáticos do Airbus A320, chegaram às 02:26 de quinta-feira, hora local, pouco antes dos controladores de tráfego aéreo perderem contato com o avião que transportava 66 pessoas, segundo o jornal.

As mensagens indicaram que havia uma fumaça intensa na parte da frente do avião, especificamente no banheiro e em um compartimento abaixo da cabine. Os avisos de erro também indicaram que o computador de controle de voo teve problemas de funcionamento, segundo o relatório.

A rede de televisão americana CNN também publicou que houve alertas de fumaça no avião minutos antes dele cair, citando informações que foram arquivadas em um sistema de comunicações da aeronave.

O ministro da Aviação do Egito disse que era mais provável que a queda tivesse sido provocada por um ataque terrorista do que por falhas técnicas.

Na sexta-feira, equipes de busca encontraram destroços, que incluíam assentos e bagagens, cerca de 290 quilômetros ao norte da cidade costeira egípcia de Alexandria, informou o Exército egípcio.

O avião desapareceu sem emitir qualquer pedido de socorro entre a ilha grega de Karpathos e a costa egípcia.

A aeronave fez duas manobras bruscas no espaço aéreo egípcio antes de despencar por 22.000 pés (6.700 metros) e desaparecer dos radares, disse o ministro da Defesa grego, Panos Kammenos.

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