Assad fala; mortes na Venezuela…

Desculpa, foi engano

Uma coalizão liderada pelos Estados Unidos matou, por engano, 18 aliados rebeldes na Síria. Os mortos são da Força Democrática Síria (FDS), exército de oposição ao ditador Bashar al-Assad. A ação ocorreu próximo à cidade de Raqqa, um dos redutos de combate ao grupo terorista Estado Islâmico. O Pentágono afirmou que forças aliadas haviam “identificado o alvo como uma posição do Estado Islâmico” e prestou “as mais profundas condolências aos membros da FDS e suas famílias”.

Erdogan e Putin: contra Assad?

O presidente russo, Vladimir Putin, e o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, concordaram em apoiar uma investigação da Organização para a Proibição de Armas Químicas sobre o ataque contra civis sírios na semana passada. O governo do ditador Bashar al-Assad é acusado de ter ordenado a ação, que matou mais de 70 pessoas. Na quarta-feira, a Rússia, aliada de Putin, vetou pela oitava vez sanções à Síria no Conselho de Segurança da ONU. Erdogan, embora aliado de Putin, é opositor de Assad.

100% fabricado

Em sua primeira entrevista desde o ataque, Bashar al-Assad disse não ser responsável pelo lançamento do gás químico e culpou os Estados Unidos. Assad disse ainda que “não é claro” se o ataque contra civis de fato ocorreu porque “há muitos vídeos falsos agora”. “Para nós, é 100% fabricado”, disse. “Eles fabricaram a história toda para ter um pretexto para atacar”, disse, fazendo referência ao ataque americano a uma base militar síria, que aconteceu dias depois em represália.

Mortes na Venezuela

A oposição venezuelana culpa grupos de apoio ao presidente Nicolás Maduro — chamados colectivos — pela morte de pelo menos cinco pessoas em um protesto contrário a Maduro na quarta-feira, na cidade de Barquisimeto. Um dos mortos foi um menino de 14 anos, ao receber uma bala de borracha no abdômen. Novos protestos ocorreram nesta quinta-feira. Os protestos contra Maduro tornaram-se quase diários nas últimas semanas, após uma decisão da Justiça tomar posse da Assembleia Legislativa.

Adeus, Haiti

O Conselho de Segurança da ONU vai encerrar sua missão de paz no Haiti, comandada pelo Brasil desde 2004. Ao longo dos próximos dois anos, uma força de transição vai ajudar a capacitar a polícia haitiana. Batizada de Minustah, a operação no Haiti oi implantada há 13 anos para conter a violência no país após a deposição do ex-presidente Jean-Bertrand Aristide. A operação custa 346 milhões de dólares.

Uber: caça aos agentes duplos

A empresa de transporte por aplicativo Uber teria usado um aplicativo chamado “Hell” para espionar motoristas e descobrir quais trabalhavam em turno duplo para a rival Lyft. De posse das informações, o Uber dava mais trabalho aos motoristas “duplos”, impedindo-os de trabalhar para a concorrente. A acusação é do site de tecnologia The Information, que afirma que o Uber teria usado o programa entre 2014 e 2016.

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