Berlim aplaude plano de redução de emissões de CO2 dos EUA

A porta-voz do Meio Ambiente Frauke Stamer indicou à imprensa que a decisão do presidente Barack Obama é um "sinal importante" para a Cúpula do Clima

Berlim – O governo alemão elogiou o anúncio de um plano que será feito nesta segunda-feura pelos EUA para reduzir em 32% até 2030 as emissões de CO2 de suas centrais térmicas com relação aos níveis de 2005.

A porta-voz do Meio Ambiente Frauke Stamer indicou à imprensa que a decisão do presidente Barack Obama é um “sinal importante” para a Cúpula do Clima que será realizada no final de ano em Paris, que servirá para alcançar um acordo global para combater o aquecimento global.

“Aplaudimos que os Estados Unidos afrontem o desafio da mudança climática“, afirmou Stamer.

O plano, que está previsto que o próprio presidente apresente hoje, demonstra que a luta contra a mudança climática é um elemento da agenda política da administração Obama.

Vários meios de comunicação americanos publicaram ontem que o governo dos EUA anunciará hoje um plano que procura que o país mais contaminante reduza até 2030 32% das emissões de carbono de suas centrais termoelétricas com relação aos níveis de 2005.

A medida é a versão definitiva de uma ordem executiva conhecida como “Plano de Energia Limpa” que o governo americano antecipou há um ano e que, após um período de comentários e mudanças, é ainda mais ambicioso, de acordo com os detalhes obtidos pelo “Washington Post” e “Wall Street Journal”.

Obama, em um vídeo divulgado ontem através da rede social Facebook, garantiu que “a mudança climática não é um problema para outra geração” e pediu atuação.

“Por isso, na segunda-feira, minha Administração apresentará a versão final do ‘Plano de Energia Limpa’ dos Estados Unidos, o maior e mais importante passo que tomamos para combater a mudança climática”, acrescentou.

A Cúpula do Clima de Paris tem o ambicioso objetivo de fechar um acordo internacional e vinculativo para reduzir as emissões de CO2 e conter o aquecimento global.

Se atingir o objetivo, este novo acordo substituirá, a partir de 2020, o Protocolo de Kioto.

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