Emergência na Turquia; Brexit em 2017…

Mea culpa

A redatora Meredith McIver assumiu a culpa pelo plágio no discurso lido por Melania Trump, esposa do presidenciável republicano Donald Trump, na segunda-feira durante a convenção republicana. Em carta com o brasão das Organizações Trump, McIver assumiu que repetiu “sem más intenções” frases já ditas por Michelle Obama na convenção democrata de 2008. Segundo a redatora — coautora de livros de Donald Trump —, Melania leu os trechos de Michelle para ela ao telefone, pois a atual primeira-dama seria uma pessoa a quem admirava. Em sua conta no Twitter, o magnata afirmou que “toda imprensa é boa imprensa”.

May: saída só em 2017

As negociações para oficializar os termos da saída do Reino Unido da União Europeia só começarão em 2017, conforme anúncio feito nesta quarta-feira pela primeira-ministra britânica, Theresa May. Em coletiva conjunta após encontro em Berlim com a chanceler alemã, Angela Merkel, May afirmou que uma saída organizada levará tempo, mas reiterou que deseja manter “laços econômicos estreitos” com a UE — o mesmo vale para a Alemanha, à qual a premiê se referiu como “um parceiro especial e vital”. Merkel, por sua vez, afirmou que é “compreensível” que o Reino Unido precise de mais tempo, mas exigiu que os britânicos definam prazos para o andamento das negociações.

Reforma aprovada na França

Foi oficializado nesta quarta-feira o controverso projeto de reforma trabalhista na França — que vem causando protestos no país há cinco meses. Diante da recusa de parte do Legislativo em votar a favor das novas regras, o primeiro-ministro Manuel Valls valeu-se de uma cláusula constitucional que dá ao Executivo o poder de se responsabilizar totalmente por uma lei. Um dos pontos mais polêmicos da reforma é o fato de que os acordos trabalhistas não precisarão mais se subordinar a leis gerais de trabalho, o que, na visão dos contrários à medida, poderá abrir caminho para aumento da jornada e outras condições desfavoráveis aos trabalhadores. Valls afirma que as regras buscam tornar a França mais competitiva.

Turquia: estado de emergência

Em nova resposta à tentativa de golpe militar na sexta-feira 15, o governo turco proibiu acadêmicos de sair do país e ordenou a imediata volta dos que já se encontram no exterior. Um oficial disse à Al Jazeera que a medida foi ocasionada pelo medo de as universidades se tornem palco de tramas contra o governo, uma vez que “sempre foram cruciais para as juntas militares” na Turquia. O Ministério da Educação turco já revogou a licença de 21.000 professores, pediu a renúncia de reitores e fechou 600 escolas. No fim desta quarta-feira, o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, decretou estado de emergência por seis meses.

Um bilhão pela Dollar Shave

A fabricante de bens de consumo Unilever anunciou hoje a compra da Dollar Shave Club, um serviço de entrega de assinatura on-line de lâminas de barbear. A Unilever pagou cerca de1 bilhão de dólares pela empresa californiana. Fundada por Michael Dubin em 2011, a Dollar Shave Club destacou-se por apresentar um modelo de negócios alternativo aos formatos tradicionais de varejo e já possui 3,2 milhões de assinantes mensais. Com a aquisição, a Unilever entra num mercado até então dominado pela rival Procter & Gamble, fabricante das lâminas Gillette.

AB InBev aprovada 

O Departamento de Justiça americano aprovou a compra de 58% das ações da SABMiller pela AB InBev, maior fabricante mundial de cerveja e dona da Ambev. O negócio de 107 bilhões de dólares deve ser concluído no segundo semestre deste ano e combinará duas das maiores fabricantes de cerveja do mundo. A Justiça americana fez algumas exigências, como impedir que a AB InBev forneça incentivos aos distribuidores que venderem seus produtos — a fabricante belga enfrenta questionamentos de autoridades antitruste em todo o mundo.

 —

Bom trimestre na Microsoft 

A empresa de tecnologia Microsoft viu suas ações subir 5% nesta quarta-feira depois de divulgar resultados acima do previsto. O lucro do último trimestre chegou a 22,6 bilhões de dólares — 2% mais do que no ano anterior. Os protagonistas foram os produtos de computação em nuvem, como a plataforma Azure, cujas receitas aumentaram 7% e alcançaram 6,7 bilhões de dólares. Para os investidores, a alta pode ser uma prova de que a empresa fundada por Bill Gates estaria, finalmente, convencendo usuários do Pacote Office a migrar para serviços de assinatura mensal na nuvem.

Comentários
Deixe um comentário

Olá,

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s