Fed pró-Obama?; Samsung cai 6%…

Saúde de Hillary

O estado médico de Hillary Clinton ganhou as manchetes nesta segunda-feira, depois de a democrata passar mal num evento em homenagem às vítimas do 11 de Setembro na tarde de domingo. A princípio, sua campanha havia dito que o culpado era o calor, mas confirmou mais tarde que ela havia sido diagnosticada com pneumonia dias antes. O republicano Donald Trump já havia chamado a atenção para a saúde da rival, afirmando que lhe faltava “energia mental e física” para ser presidente. Em 2012, a ex-secretária de Estado teve um problema de coágulo sanguíneo e especulava-se que ela não havia se recuperado totalmente do problema — o que os democratas chamaram de teoria da conspiração.

Fed pró-Obama? 

Para Trump, o Fed, banco central dos Estados Unidos, vem mantendo as taxas de juro baixas no país para ajudar o presidente democrata Barack Obama. Em entrevista à CNBC, Trump criticou a presidente do Fed, Janet Yellen. “Ela é obviamente política e faz o que Obama quer que ela faça”, disse, embora sem mencionar Yellen nominalmente. O Fed não quis se pronunciar a respeito de Trump, mas deu nesta segunda-feira mais um sinal de que os juros americanos — hoje entre 0,25% e 0,5% — não devem subir tão cedo. O chefe da instituição em Washington, Lael Brainard, pediu “prudência” e disse que os Estados Unidos ainda estão vulneráveis e que, antes de mexer nos juros, espera ver uma evidência mais consistente no mercado consumidor e no aumento da inflação. O conselho do Fed se reunirá novamente nos dias 20 e 21.

O cessar-fogo na Síria

Após semanas de negociação entre Rússia e Estados Unidos, um cessar-fogo finalmente entrou em vigor na Síria no início desta segunda-feira. Embora a paz tenha durado poucas horas em muitos locais — há relatos de ataques tanto por forças governistas quanto por rebeldes —, nenhum grande ataque foi registrado. O previsto é que o cessar-fogo dure sete dias, respeitando a celebração do Eid al-Adha, festa religiosa dos muçulmanos em homenagem ao profeta Abraão. Em virtude das comemorações, o presidente sírio, Bashar al-Assad, visitou a cidade de Daraya — retomada recentemente de terroristas — horas antes do início do cessar-fogo e afirmou que vai reconquistar “toda a Síria”.

Ministro de Macri questionado

O ministro da Energia argentino, Juan José Aranguren, foi aconselhado pelo Departamento Anticorrupção do país a vender suas ações da empresa de energia Shell — “por prudência”, segundo documento do órgão. O ministro possui 16 milhões de pesos — cerca de 3,5 milhões de reais — na companhia. Aranguren é um dos ministros mais criticados pela população argentina por ser o líder dos reajustes no setor de energia — o governo do presidente Mauricio Macri determinou no início do ano aumentos em serviços básicos, como luz, gás, água e transporte, que chegaram a 1.000%.

Longe demais?

Palco de um terremoto que matou quase 300 pessoas, a cidade italiana de Amatrice está cogitando processar o semanário satírico francês Charlie Hebdo. O alvo da ação é uma charge que mostra vítimas do terremoto como tipos de massa — intituladas “Terremoto Estilo Italiano” —, além de uma segunda imagem que insinua que a máfia tenha culpa pela tragédia. O governo pediu a um promotor local que investigue o Charlie Hebdo por “difamação grave”, crime para o qual a prefeitura poderá solicitar indenizações civis. No ano passado, 12 pessoas foram mortas na sede do Charlie Hebdo por militantes islâmicos que acusaram a revista de blasfêmia por publicar charges do profeta Maomé.

Farc se desculpa

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia pediram desculpa pela “grande dor” causada aos colombianos por meio do sequestro de milhares de pessoas nas últimas décadas. Em vídeo, a guerrilha reconheceu a autoria dos sequestros e afirmou que não repetirá os atos no futuro. A guerra contra o governo colombiano dura 50 anos e já causou 200.000 mortes. Ambas as partes assinaram neste ano um acordo de paz — que ainda precisa ser aprovado pela população colombiana num referendo.

Samsung cai

As ações da empresa de tecnologia Samsung caíram 6,3% nesta segunda-feira por causa das baterias defeituosas do modelo Galaxy Note 7 — já foram reportados dezenas de casos de baterias explodindo durante o carregamento. Depois de pedir a devolução de 2,5 milhões de unidades já vendidas — com exceção da China, que tem outro fabricante de baterias e não sofre do problema —, a companhia chegou a aconselhar, no sábado 10, que os consumidores parassem de usar seus telefones. Analistas calculam que o caso pode ter impacto de mais de 5 bilhões de dólares na receita na imagem

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