Forças iraquianas arrebatam área do EI no oeste do Iraque

Nesta ofensiva, pelo menos 60 jihadistas do EI morreram e foi destruído material militar, segundo a fonte

Bagdá – As forças iraquianas arrebataram nesta segunda-feira do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) uma área ao oeste da cidade de Ramadi, a capital da província de Al-Anbar (oeste), disse à Agência Efe uma fonte de segurança de dita província.

A fonte detalhou que uma força formada pelo Exército iraquiano, a Polícia de Al-Anbar e combatentes de clãs tribais conseguiram libertar a zona de Al Dulab, situada cerca de 70 quilômetros ao oeste de Ramadi, onde içaram bandeiras iraquianas em diferentes edifícios.

Nesta ofensiva, pelo menos 60 jihadistas do EI morreram e foi destruído material militar, segundo a fonte.

Por outro lado, a fonte acrescentou que as Forças de Segurança iraquianas e homens armados dos clãs abortaram uma ofensiva do EI na zona Al Ratba, localizada cerca de 280 quilômetros ao oeste da cidade de Ramadi.

A fonte detalhou que os jihadistas começaram a ofensiva com dois carros-bomba conduzidos por dois suicidas e outros três jihadistas com cinturões de explosivos, mas as forças iraquianas conseguiram matá-los antes que chegassem a seus alvos.

Após o ataque suicida, outros jihadistas atacaram as posições das forças iraquianas em dita zona, e pelo menos 11 dos agressores morreram, segundo a fonte.

Além disso, uma fonte de segurança na província de Saladino disse à Agência Efe que forças da Polícia iraquiano e a milícia pró-governo Multidão Popular repeliram outra ofensiva do EI contra as forças de segurança no campo petrolífero de Asas, situado a 40 quilômetros ao norte da cidade de Tikrit, em centro de Saladino.

A fonte detalhou que na ofensiva morreram pelo menos nove dos jihadistas, três membros das forças de segurança e quatro milicianos da Multidão Popular.

O EI ainda mantém uma destacada presença em Al-Anbar (oeste), assim como no norte do Iraque, desde que proclamou um califado nas zonas sob seu controle neste país e a vizinha Síria em junho de 2014.

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