Nomes de Trump; o mundo em Lima…

Na semana

– A expectativa é que o presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, anuncie novos nomes de sua equipe de transição e de seu futuro gabinete. O vice de sua chapa, Mike Pence, lidera o processo, acompanhado por nomes como o governador de Nova Jersey, Chris Christie, e o ex-prefeito de Nova York, Rudolph Giuliani. Especula-se que seu genro, Jared Kushner, possa assumir o cargo de chefe da Casa Civil – Kushner é dono do jornal New York Observer e casado com uma das filhas de Trump, Ivanka.

Segunda-feira 14

– O presidente da Alemanha, Joachim Gauck, vai ao Japão pela primeira vez, em visita de uma semana. Gauck se reúne com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe – os dois já se encontraram numa visita de Abe à Alemanha, em 2014. O líder alemão também passa pelo museu de Nagasaki, uma das cidades atingida pela bomba atômica dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial.

– Acompanhado de acadêmicos e empresários, o presidente de Israel, Reuven Rivlin, inicia uma visita de seis dias à Índia. O israelense será recebido pelo presidente indiano Pranab Mukherjee e pelo primeiro-ministro Narendra Modi, e deve discutir parcerias em campos como educação, segurança, computação e agricultura. Rivlin é apenas o segundo presidente de Israel a visitar a Índia desde o restabelecimento de laços diplomáticos entre os países, em 1992 – a última visita de um presidente israelense foi em 1996.

Terça-feira 15

– Após uma semana cheia em casa com a eleição do republicano Donald Trump, o presidente americano Barack Obama visita a Grécia para “cumprimentar o governo grego pelo sucesso” na implementação de suas reformas fiscais. Segundo a Casa Branca, contudo, a agenda da visita não inclui conversas sobre as negociações entre a Grécia e a União Europeia.

– O primeiro-ministro canadense Justin Trudeau visita Cuba, onde se encontra com o presidente Raúl Castro. Até o fim da semana ele também passa pela Argentina, onde se reúne com o presidente argentino Mauricio Macri. O premiê canadense disse estar “ansioso” para trabalhar com Castro e Macri e afirmou que quer promover o Canadá como opção de comércio e investimento na região da Ásia e do Pacífico. No sábado, Trudeau também vai ao Peru, onde participa do Fórum de Cooperação Ásia-Pacífico (APEC).

– A Câmara dos Deputados americana pode decidir a permanência do republicano Paul Ryan como presidente da casa. Tradicionalmente, a votação acontece uma semana após as eleições, mas os republicanos pedem para que a escolha seja adiada – de modo que o Congresso possa se focar em temas mais urgentes, como a lei orçamentária. Crítico do presidente eleito, Donald Trump, durante a campanha, especula-se se Ryan terá ou não o apoio de Trump e de seus aliados para se reeleger.

Quinta-feira 17

– Começa o Fórum de Cooperação Ásia-Pacífico (APEC), em Lima, no Peru. O evento, que é anual, vai até domingo 20 e conta com a presença de líderes mundiais e empresários. Estão confirmadas as presenças de nomes como o presidente do Facebook, Mark Zuckerberg, o presidente americano Barack Obama, o presidente russo Vladimir Putin e o presidente chinês Xi Jinping.

– O primeiro-ministro japonês Shinzo Abe será recebido por Donald Trump em Nova York. Segundo a secretária de gabinete de Abe, o encontro é um “ótimo começo para construir confiança” entre as partes, e os dois vão discutir sobre como cooperar para a paz e a estabilidade na região do Pacífico – mas não devem falar sobre o TPP.

Sexta-feira 18

– Obama chega ao Peru para participar da cúpula da APEC. A programação do americano inclui uma reunião com o presidente peruano, Pedro Pablo Kuczynski, e outros líderes de países-membros do chamado Tratado Transpacífico, o TPP, um acordo de livre comércio com a participação de 12 países da América e da Ásia. Obama fica no país até domingo 20.

– Jens Stoltenberg, secretário-geral da Otan – acordo militar entre países do Ocidente – discursa em Bruxelas sobre o futuro da aliança e sobre como uma Europa fortalecida pode beneficiá-la. A incerteza sobre o futuro da Otan cresceu após a eleição de Trump, que afirmou durante a campanha que, se eleito, iria repensar o papel dos Estados Unidos na organização.

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