O plano da Petrobras; FED e os juros…

Na semana

– Deve ser concluído o parecer da Proposta de Emenda Constitucional que estabelece o teto de gastos da União. A expectativa é que, com o texto finalizado esta semana, a matéria seja avaliada na Câmara dos Deputados no próximo dia 4 de outubro, com votação prevista para o dia 7.

Segunda-feira 19

– Nesta segunda-feira, pelo menos 17 estados podem decretar calamidade pública, por crise financeira. Na última semana, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, se negou a aceitar a reivindicação dos governadores, que pedem 7 bilhões de reais para a cobertura de perdas provocadas por incentivos concedidos pela União.

– A Petrobras anuncia, nesta segunda-feira, seu novo plano de negócios, desenvolvido sob a gestão do atual presidente da companhia, Pedro Parente. A estratégia é continuar o plano de privatizações, com desmobilização de cerca de 15 bilhões de dólares em ativos. Como foco da gestão deve ser apresentado o “orçamento zero”, modelo que desconsidera o histórico orçamentário e de receitas para definir, a cada ano, os projetos que serão priorizados.

– O banco central da Argentina sedia uma conferência para discutir política monetária em Buenos Aires. Participam do evento, que vai até a terça-feira 20, os presidentes dos bancos centrais do Chile e do Brasil, Ilan Goldfajn, para discutir os desafios para as moedas da América Latina.

Terça-feira 20

– Paralelamente à assembleia da ONU, em Nova York, o presidente Michel Temer se reúne com o presidente uruguaio, Tabaré Vazquéz, para discutir medidas econômicas e comerciais para reativar o Mercosul. O debate ocorre após o bloco ter decidido negar à Venezuela a presidência rotativa.

– A operadora logística FedEx e a desenvolvedora de softwares Adobe divulgam resultados trimestrais nesta terça-feira.

Quarta-feira 21

– O banco central americano, o FED, faz reunião nesta quarta-feira para discutir as taxas de juros dos Estados Unidos. Ao longo da última semana, diretores do banco se pronunciaram a favor da cautela, indício de que a taxa deve se manter inalterada, entre 0,25% e 0,50%.

– O primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, apresenta relatório sobre a política monetária do país. Na última sexta-feira 17, o presidente do banco central, Haruhiko Kuroda, afirmou que o Japão deve manter as taxas de juros negativas e as “condições ultrafrouxas” para sustentar o crescimento econômico do país.

Quinta-feira 22

– Os bancos centrais da Noruega, Nova Zelândia, Indonésia, África do Sul, Turquia, Filipinas e Egito se reúnem para discutir suas políticas monetárias.

Sexta-feira 23

– Agências de avaliação de risco de crédito atualizam suas avaliações dos fundos soberanos de diversos países. Entre eles a Alemanha e o Reino Unido.

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