O Secretário de Trump; Putin no Japão…

Na semana

– O presidente eleito nos Estados Unidos, Donald Trump, revelou a maioria dos nomes de seu futuro gabinete na semana passada, mas a expectativa ainda gira em torno do anúncio de seu secretário de Estado. O nome que deve despontar é o do executivo Rex Tillerson, presidente da Exxon Mobil, multinacional de petróleo e gás. Nomes como o do ex-candidato à presidência em 2012, Mitt Romney, e o presidente da montadora Ford, Alan Mulally, também estão cotados.

– O parlamento venezuelano deve retomar a ofensiva contra o presidente Nicolás Maduro. O legislativo, de maioria opositora, responsabiliza Maduro pela profunda crise econômica do país. A coalizão Mesa de Unidade Democrática (MUD) suspendeu as negociações da última quarta-feira 6, por não reconhecer que o presidente está comprometido com a agenda de discussões políticas, que preveem dar continuidade ao referendo revocatório de seu mandato, e de direitos humanos, acordadas junto ao Vaticano e à Unasul.

Segunda-feira 12

– O presidente americano Barack Obama será entrevistado no programa de TV americana The Daily Show – deve ser sua última entrevista pública na televisão neste ano.

– A companhia aérea americana Southwest inicia rotas de voo para Havana, em Cuba. Depois de 50 anos de hiato, o primeiro voo para a capital cubana, saindo dos Estados Unidos, foi realizado no domingo 28 pela American Airlines, mesmo dia do funeral de Fidel Castro. As companhias americanas começaram a operar no país em agosto, mas Havana ainda estava fora dos destinos. A previsão é de que elas ofereçam 110 voos diários para Cuba até o final do ano, 20 deles com Havana como destino.

– O ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, viaja à Sérvia em viagem oficial. A Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) estuda a possibilidade de o país entrar para o grupo em 2017.

– O conselho de Segurança da ONU, composto por 15 países membros, presta homenagem ao secretário-geral Ban Ki-moon, que deixa o cargo em janeiro. O órgão, responsável pela segurança internacional, é o único com poder para decidir medidas compulsórias para os 193 países das Nações Unidas. O reconhecimento a Ban Ki-moon acontece na Assembleia Geral do conselho, em Nova York.

Terça-feira 13

– O novo primeiro-ministro francês, Bernard Cazeneuve, toma posse no lugar de Manuel Valls, que deixou o cargo após anunciar que será candidato do Partido Socialista à presidência nas eleições de 2017. O presidente François Hollande afirmou que não vai se candidatar.

– O embaixador norte-coreano, Joseph Yun, representa a Coreia do Norte em uma reunião trilateral com Japão e Coreia do Sul para discutir a questão nuclear. Representantes dos Estados Unidos também devem participar.

– O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, visita o Camboja nos dias 13 e 14, e Singapura nos dias 15 e 16. As disputas no Mar do Sul da China podem ser assunto entre Duterte e os líderes locais, e segundo o governo filipino, o objetivo é reiterar o “firme” compromisso das Filipinas com a paz na região.

Quinta-feira 15

– Líderes de países membros e associados da União Europeia se encontram na reunião do Conselho Europeu. A reunião terá como tema assuntos econômicos e o futuro do bloco, enfraquecido com o processo de saída do Reino Unido.

– O premiê japonês Shinzo Abe recebe o presidente russo Vladimir Putin. Os dois conversam sobre as disputas territoriais acerca de algumas ilhas no Pacífico, que vêm desde o fim da Segunda Guerra Mundial. A expectativa é que as boas relações entre Abe e Putin possam fazer as negociações avançarem.

– Na Bolívia, o partido Movimento ao Socialismo realiza seu 9º congresso anual na cidade de Montero. Na pauta, a principal discussão deve ser a agenda de desenvolvimento do país, com foco em 2025. O evento vai até sábado 17.

Sexta-feira 16

– A presidente chilena, Michelle Bachelet, chega à Argentina para a última viagem oficial do seu mandato. Em Buenos Aires, Bachelet se encontra com o presidente Mauricio Macri, num bom momento de negociações bilaterais entre os dois países. Os ministros argentinos e chilenos também se encontram, mantendo a tradição bianual.

Sábado 17

– Defensores do regime de Nicolás Maduro saem pelas ruas de Caracas em Marcha Pela Paz e pela “soberania das forças da revolução”, conforme convocou o governo em chamamento oficial.

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