Papa pede diálogo e reconciliação com a China

Na primeira entrevista a um veículo de comunicação da China, o papa defendeu o papel do país em favor da paz no mundo

O papa Francisco estendeu a mão nesta terça-feira a Pequim, ao homenagear a “sabedoria” de seu povo, relançando a perspectiva de uma reconciliação entre os dois Estados, cujas relações diplomáticas foram rompidas em 1951.

Em uma entrevista ao jornal Asia Times, divulgada pela assessoria de imprensa do Vaticano, o pontífice manifestou enfaticamente sua “admiração” pela China, por sua “grandeza”, “sabedoria”, história milenar e maturidade, chamando-a de “avó da Europa”.

O papa aproveitou a ocasião para expressar seus “melhores desejos” para o Ano Novo Chinês ao presidente Xi Jinping, e “a todo o povo chinês”.

Na primeira entrevista a um veículo de comunicação da China, o papa defendeu o papel do país em favor da paz no mundo.

“O mundo ocidental e a China têm a capacidade de manter o equilíbrio da paz e a força para obtê-lo. Temos de encontrar o caminho através do diálogo”, afirmou o papa.

Francisco também saudou o fim da política do filho único, recentemente adotada, e lembrou o envelhecimento da população que assola a Itália e a Espanha.

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