Policiais mortos; Proteção anti-Rússia…

Policiais mortos

Cinco policiais foram mortos durante um protesto em Dallas, no Texas, na noite de quinta-feira 7. Outros policiais e civis ficaram feridos. Um suspeito, Micah Johnson, foi morto logo após o atentado. Ele tinha 25 anos de idade, já havia servido no Exército dos Estados Unidos e não era vinculado a nenhum grupo, segundo informou a imprensa local. Antes de morrer, Johnson teria dito que queria “matar pessoas brancas, especialmente policiais”. Além dele, três suspeitos foram presos. O protesto em Dallas — mesma cidade que presenciou o assassinato do presidente John F. Kennedy em 1963 — foi organizado pelo movimento Black Lives Matter e tinha por objetivo lembrar a morte de dois homens negros pela polícia nos estados de Louisiana e Minnesota nesta semana.

Repercussão

Diante da tragédia, os presidenciáveis Hillary Clinton e Donald Trump cancelaram seus compromissos de campanha marcados para esta sexta-feira e lamentaram o ocorrido. Em viagem a Varsóvia para a reunião da Otan, aliança militar dos países do Atlântico Norte, o presidente Barack Obama disse que o episódio foi um ato “calculado e cruel”.

Proteção anti-Rússia 

Reunidos na capital polonesa, líderes dos 28 países-membros da Otan concordaram em deslocar de 3.000 a 4.000 soldados para auxiliar na proteção da Polônia e dos Países Bálticos aos avanços russos na região. Em discurso nesta sexta-feira, o secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg, afirmou que “um ataque em qualquer aliado será considerado um ataque a toda a aliança”. Apesar de alguns líderes terem ensaiado um discurso de diálogo com a Rússia, as sanções contra o país não serão retiradas até que se chegue a um cessar-fogo na Ucrânia. Um porta-voz do governo russo classificou como absurda a decisão da Otan de discutir possíveis ameaças vindas do país.

Terceira via nos EUA

Uma nova pesquisa da Reuters/Ipsos, divulgada nesta sexta-feira, mostra que cresceu o desejo dos eleitores americanos por uma via alternativa aos candidatos dos partidos Republicano e Democrata. Dos mais de 2.000 entrevistados, 21% afirmaram que não desejam votar em Donald Trump nem em Hillary Clinton nestas eleições, o que abre espaço para os candidatos da chamada “terceira via” — Gary Johnson, do Partido Libertário, e Jill Stein, do Partido Verde. Numa corrida presidencial entre os quatro presidenciáveis, Clinton teria 45% dos votos; Trump, 34%; Johnson, 5%; e Stein, 4%.

Tufão causa estragos em Taiwan

Um supertufão batizado de Nepartak deixou mais de 15.000 pessoas desabrigadas ao atingir o sul e o centro de Taiwan nesta sexta-feira. O fornecimento de energia foi interrompido em milhares de residências e mais de 600 voos domésticos e internacionais foram cancelados. Há relatos de dois mortos e algumas dezenas de feridos. À tarde, a tempestade enfraqueceu à medida que rumava para o sudeste da China.

Pokémon sobe ações da Nintendo

As ações da fabricante de jogos Nintendo saltaram 9% nesta sexta-feira após o sucesso do game Pokémon Go, lançado na quarta-feira 6 em alguns países. No novo jogo em realidade virtual, voltado para dispositivos móveis, os usuários caminham pela vizinhança de sua moradia para buscar e capturar pokémons com o celular. O sucesso foi tamanho que a polícia da Austrália emitiu recomendações oficiais para que jogadores não se aventurassem por lugares perigosos na procura de pokémons.

Uber obtém novo empréstimo

A empresa de transporte por aplicativo Uber conseguiu 1,5 bilhão de dólares numa nova rodada de empréstimos, segundo informou ao The Wall Street Journal uma pessoa próxima à empresa. Com o financiamento, a companhia chega a um total de 15 bilhões em capital, entre empréstimos e investimentos — o que possibilita que continue expandindo seus serviços ao redor do mundo sem a necessidade de abrir o capital na bolsa e sem diluir a atual base de acionistas. Há um mês, o Uber já havia recebido 3,5 bilhões em investimentos de um fundo soberano da Arábia Saudita.

Sem nascimentos na UE

A União Europeia registrou pela primeira vez um número maior de mortes do que de nascimentos em 2015. Um relatório divulgado nesta sexta-feira pelo Eurostat, gabinete de estatísticas da UE, mostra que houve 5,1 milhões de nascimentos no ano passado, ante 5,2 milhões de óbitos. O crescimento da população só não foi negativo devido à entrada de 1,9 milhão de migrantes — num ano marcado pela maior crise migratória desde a Segunda Guerra Mundial. Atualmente, a União Europeia abriga uma população de pouco mais de 510 milhões de habitantes.

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