Amri: procurado; ajuste argentino…

Motorista: procurado

Nesta quarta-feira, investigadores alemães publicaram uma foto de um homem identificado como Anis Amri, procurado por possivelmente ter relação com o atentado terrorista que deixou 12 pessoas mortas em Berlim, na segunda-feira. O ataque foi reivindicado pelo Estado Islâmico. Com a foto, a política ofereceu uma recompensa para quem fornecer informações relevantes que ajudem a capturar Amri e pediu cautela à população, informando que o procurado pode estar armado e ser perigoso.

Anis Amri

A pedido da polícia alemã, uma brigada anti-terrorista da Tunísia interrogou a família de Anis Amri. Segundo a Agência France Presse, que conversou com uma fonte que preferiu manter o anonimato, os pais dele residem em Oueslatia, região central do país. Amri tinha emigrado clandestinamente para Itália, onde permaneceu durante três anos, antes de se mudar para a Alemanha. As autoridades alemãs afirmaram que ele chegou ao país em julho de 2015, e que seu pedido de asilo foi negado em junho deste ano. A Tunísia, até então, não havia emitido documentação que permitisse expulsá-lo do país.

Ajuste fiscal na Argentina

Nesta quarta-feira, o Senado argentino aprovou ajuste fiscal que vai rever o imposto de renda, num projeto acordado entre o governo, os estados e a Confederação Geral de Trabalho da Argentina. Foram 56 votos a favor, 2 contra e 12 abstenções, a maioria de políticos de corrente ultra kirchnerista. A proposta prevê a elevação do mínimo não tributável, modifica as escalas de tributação, dando mais progressividade à cobrança do imposto, e incorpora à arrecadação deduções de aluguéis, horas extras e de moradores da região da Patagônia. Agora, o projeto volta à Câmara dos Deputados, que deve votar ainda hoje a lei orçamentária para 2017.

Baixa no governo Macri

A presidente da empresa estatal Aerolíneas Argentinas, Isela Constantini, anunciou hoje sua renúncia ao cargo e apresentou carta de demissão ao ministro de Transportes Guillermo Dietrich. Ela ficou à frente da companhia aérea por apenas um ano, e alegou motivos pessoais e o fim de uma etapa. Para o governo, a demissão foi uma surpresa. Constantini havia comandado a filial local da montadora General Motors e foi uma das contratações mais celebradas da gestão Macri. O substituto já foi designado: será o engenheiro Mario Agustín Dell’Acqua, atual presidente da Intercargo, empresa que dá suporte em terra às companhias aéreas. Ele havia assumido o cargo este mês.

Polônia: pressão por democracia

O vice-presidente da Comissão Europeia, Frans Timmermans, emitiu uma advertência para a Polônia nesta quarta-feira, alegando que o país não tem feito cumprir o estado de direito. O processo está se estendendo na comissão de Justiça desde janeiro, denunciando os abusos do governo polonês contra manifestantes e contra a imprensa. Desde 2015, o país é comandado pelo presidente Andrzej Duda, do partido conservador populista Lei e Justiça. A Polônia tem dois meses para se adequar às regras da União Europeia, caso contrário, poderá sofrer sanções.

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