Reunião do FED; Balanço da Inditex…

Segunda-feira 12

– O Japão divulga os pedidos de maquinário, um dado que é considerado um forte medidor da economia japonesa. É esperado que o índice suba 1% em outubro, depois de ter caído 3,3% no mês anterior.

– A China divulga vários números importantes sobre a economia do país, como dados da indústria, do varejo e do mercado imobiliário. Investidores procuram por sinais de instabilidade no crescimento chinês. Os dados devem vir de acordo com os meses anteriores, talvez com uma leve melhora.

Terça-feira 13

– Investidores nacionais e internacionais aguardam ansiosos a última votação no Senado da PEC 241, que confere um teto aos gastos públicos do governo brasileiro. A medida é uma das principais do atual governo no campo econômico e vem sendo longamente aguardada pelo mercado.

– O Banco do Japão divulga a pesquisa Tankan, um dado trimestral sobre a confiança da indústria. É esperado um aumento significativo no número do final do ano, em comparação ao último, com o aumento das exportações diante de um yen enfraquecido.

– No Reino Unido, deve ser apresentado um aumento na inflação do país. É esperado que o Índice de Preços ao Consumidor apresente um aumento 0,2% em novembro, frente ao 0,1% visto em outubro.

– Por aqui, o IBGE divulga os números relativos às vendas no varejo estrito e ampliado em outubro. É esperado uma queda de 0,6% no varejo restrito em relação ao mês passado, que pode sinalizar um freio na queda de 1% registrada em setembro. No varejo ampliado, a queda nas vendas deve vir de 0,5%, um aumento em relação ao 0,1% do mês anterior. Ambos os dados devem mostrar vendas menores do que no mesmo mês do ano passado.

Quarta-feira 14

– O FED, o banco central dos Estados Unidos, faz a última reunião do ano em que decide um aumento na taxa básica de juros americana. Um aumento de 0,25 ponto percentual é tido como certo pelo mercado, já que os números de emprego e inflação estão condizentes com o esperado. O aumento dos juros americanos, que devem ir para 0,75%, sinaliza uma fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. Será o segundo aumento na taxa em uma década – o último foi em dezembro do ano passado.

– A Inditex, a maior varejista de moda do mundo, dona da Zara, divulga o balanço do terceiro trimestre. Ano após ano, a empresa vem registrando aumento substancial nas vendas, e nos lucros, com um modelo de negócio de rápida substituição, que ficou conhecido como fast fashion. Analistas de mercado esperam um novo aumento nos lucros, de 10%, em relação ao mesmo trimestre do ano passado. O faturamento deve crescer 7%.

Quinta-feira 15

– O Banco Nacional da Suíça decide sobre as políticas monetárias na última reunião do ano. Embora o franco, moeda do país, esteja muito forte em relação ao euro, diante das incertezas pelas quais passou o bloco europeu este ano, é pouco provável que a taxa básica de juros do país sofra alterações. Atualmente, os juros na Suíça são de 0,75% negativos.

– A companhia de softwares Adobe apresenta o relatório do quarto trimestre do ano fiscal. É esperado um faturamento de 1,6 bilhão de dólares, 22% maior do que no mesmo período de 2015. Os lucros devem crescer 40%. A Adobe vem se aproveitando do bom momento do sistema de armazenamento em nuvem, que lhe permitiu mudar o modelo de negócios, passando a cobrar mensalmente por seus softwares, ao invés de vendê-los em pacotes prontos.

– A Fundação Getúlio Vargas divulga os dados do IGP-10, índice inflacionário que acompanha os preços de bens de consumo e de produção. As expectativas do mercado giram em torno de um aumento para 0,16% em dezembro, ante 0,06% do mês anterior.

– O Banco Central deve dar o tom de como irá se encerrar a economia brasileira este ano. Sai o IBC-Br de outubro, índice de atividade econômica, dado que é tido como uma prévia do PIB. O consenso entre analistas é uma queda 0,5% na comparação mês a mês e uma queda abrupta de 5,3% em relação a outubro do ano passado.

– No Reino Unido, o Banco da Inglaterra se reúne para discutir a política monetária do país. É esperado que as taxas básicas de juros continuem em 0,25%, as menores já registradas, a fim de conter a inflação e lidar com as consequências econômicas do Brexit, referendo que tirou o Reino Unido da União Europeia, votado em junho.

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