Seul busca se tornar referência do “turismo médico”

Nesta sexta, Seul inaugurou um novo site em quatro idiomas para oferecer informação aos estrangeiros sobre diferentes procedimentos nos hospitais da cidade

Seul – Seul visa se tornar referência do “turismo médico” no mundo e traçou como objetivo para 2018 triplicar o número de pacientes estrangeiros que viajam à cidade em busca de tratamentos clínicos e estéticos.

Mais de 155 mil pessoas, um terço da China e o restante de diversos países como EUA, Japão e Rússia, gastaram 422 bilhões de wons (R$ 1,38 bilhão) no ano passado em diversos procedimentos médicos na capital sul-coreana, informou à Agência Efe um porta-voz do governo metropolitano de Seul.

O número representa um aumento de 25% em relação a 2013, um grande avanço que levou Seul a traçar objetivos ainda mais ambiciosos.

“A nossa meta é chegar aos 400 mil pacientes estrangeiros para 2018”, conforme indicou o porta-voz do governo local.

Nesta sexta-feira, Seul inaugurou um novo site em quatro idiomas para oferecer informação aos estrangeiros sobre diferentes procedimentos nos hospitais da cidade, desde a cirurgia estética até medicina oriental, exames médicos, tratamentos de diversas doenças e operações cirúrgicas.

O prefeito da cidade, Park Won-soon, anunciará em breve o “Plano de Ativação do Turismo Médico de Seul” que definirá novas estratégias a serem seguidas para atrair estrangeiros que queiram intervenções clínicas ou estéticas.

“Vamos transformar Seul em uma cidade de referência do turismo médico no mundo em cooperação com suas instituições médicas, que possuem uma alta tecnologia quanto a técnicas e equipamento”, expressou o prefeito através de um comunicado de imprensa.

Sem dúvida, as tecnologias médicas coreanas são uma exigência para este tipo de turistas, embora existam outros motivos.

“Os russos vêm principalmente de Vladivostok e outras regiões orientais na busca de tratamentos complexos disponíveis apenas nas grandes cidades, já que para eles Seul fica geograficamente muito mais perto que Moscou”, explicou à Efe Julia N., que trabalha como assistente e tradutora de pacientes da Rússia na Coreia do Sul.

O governo central da Coreia do Sul aprovou uma lei no dia 3 de dezembro para incentivar os hospitais a captar pacientes estrangeiros e marcou como objetivo atrair 500 mil turistas médicos em todo o país até 2017 e criar a cada ano 50 mil empregos relacionados.

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