Trump custa 1 tri; Biles dopada?…

Obama por Hillary

Com a agenda da presidenciável democrata Hillary Clinton cancelada nesta terça-feira por problemas de saúde — ela foi diagnosticada com pneumonia e chegou a passar mal num evento no domingo 11 —, coube a Barack Obama fazer campanha no lugar da ex-secretária de Estado. Em um comício na Filadélfia, Obama criticou a relação entre o presidenciável republicano, Donald Trump, e o presidente russo, Vladimir Putin — a quem chamou de “ídolo” de Trump depois de o magnata afirmar que o russo é um “líder forte”. “Saddam Hussein tinha 90% de aprovação”, disse o presidente americano, citando o ditador iraquiano ao rebater uma afirmação de Trump no sábado 10, quando o bilionário afirmou que Putin tem 90% de avaliação positiva na Rússia.

O custo Trump 

A empresa de consultoria Oxford Economics divulgou um estudo mostrando que o PIB americano poderá encolher até 1 trilhão de dólares em 2021 com a eleição de Trump, de 18,5 trilhões para 17,5 trilhões de dólares. O motivo seriam suas políticas protecionistas e anti-imigração, que dificultariam o ambiente para os negócios. Também nesta terça-feira o cofundador do LinkedIn, Reid Hoffman, prometeu doar 5 milhões de dólares a uma campanha de veteranos militares se Trump divulgar sua declaração de impostos. A negação do magnata em divulgar seus rendimentos vem causando polêmica, pois se acredita que o temor de Trump em tornar públicos os dados venha do fato de ele ser menos rico do que afirma — o patrimônio alto é um de seus trunfos de campanha.

Renda sobe nos EUA

Dados do governo americano mostram que a renda média nos Estados Unidos teve no ano passado sua primeira alta desde 2007. O rendimento anual cresceu 5,2%, de 53.700 para 56.500 — de acordo com os números, famílias brancas, negras, asiáticas e hispânicas viram sua renda aumentar. Assim, a quantidade de pessoas vivendo abaixo da linha da miséria caiu para 43,1 milhões, e a taxa de pobreza diminuiu de 14,8% em 2014 para 13,5% em 2015. Para analistas, os dados mostram uma melhora nas condições da classe média, uma das faixas da população mais afetadas pela crise de 2008.

Biles e Williams no doping? 

Hackers russos invadiram o banco de dados da Agência Mundial Anti-Doping (Wada, na sigla em inglês) e vazaram documentos mostrando que as tenistas Venus e Serena Williams e a ginasta Simone Biles receberam permissão para usar drogas proibidas. Em pronunciamento nesta terça-feira, a Wada confirmou a autenticidade dos documentos, mas disse que o uso é permitido se requisitado por atletas com condição médica específica — e que a regra foi cumprida pelas estadunidenses. Uma substância proibida chegou a ser encontrada no teste anti-doping de Simone Biles na Rio-2016. O caso torna-se polêmico, já que a maioria dos atletas russos foi banida dos Jogos Olímpicos devido a um esquema de doping envolvendo a federação olímpica do país.

Luxemburgo: Hungria fora da UE

O chanceler de Luxemburgo, Jean Asselborn, afirmou que a Hungria deve ser excluída — temporária ou definitivamente — da União Europeia pela forma como trata os refugiados que chegam ao país. Para Asselborn, o país do leste europeu trata seus refugiados “pior do que animais selvagens”. A Hungria vem construindo cercas para limitar a passagem de refugiados e recusa-se a colaborar nas discussões da UE para o recebimento dos migrantes.

Ministro vende ações da Shell

O ministro da Energia argentino, Juan José Aranguren, informou nesta terça-feira que vendeu seus 16 milhões de pesos — 3,5 milhões de reais — em ações da empresa de energia Shell depois de ser aconselhado a fazê-lo pelo Departamento Anticorrupção da Argentina. Em comunicado a Aranguren, o órgão aconselhou o ministro a se desvincular da Shell, “por prudência”. Aranguren é um dos ministros mais criticados pela população argentina por ser o líder dos reajustes no setor de energia — o governo do presidente Mauricio Macri determinou no início deste ano aumentos em serviços básicos, como luz, gás, água e transporte, os quais chegaram a até 1.000%.

Novamente, Monsanto avalia Bayer

Uma fonte próxima da agroquímica americana Monsanto afirmou que o conselho diretor da empresa se reuniria nesta terça-feira para discutir se aceita a oferta de aquisição da farmacêutica Bayer. Depois de várias propostas recusadas durante meses de negociação, a oferta mais recente da companhia alemã teria sido de 65 bilhões de dólares — 127,50 dólares por ação, ante os 130 pedidos pela Monsanto. Enquanto isso, o conselho da Bayer pretende se reunir na quarta-feira 14 para avaliar a resposta da Monsanto. As ações de ambas as empresas caíram 0,3% nesta terça-feira.

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