Trump e Putin; gabinete de Macron…

Posso provar

O presidente russo, Vladimir Putin, disse que pode provar que o presidente americano, Donald Trump, não divulgou informações confidenciais durante uma reunião em Washington com oficiais russos na semana passada. Putin disse que a Rússia possui transcrições escritas das conversas, mas congressistas americanos, como o senador Marco Rubio, já se pronunciaram afirmando que não acreditarão em documentos russos. Na segunda-feira, dois oficiais americanos presentes na reunião disseram à imprensa que Trump revelou dados sobre uma ameaça do Estado Islâmico relacionada ao uso de laptops em aviões — o uso dos aparelhos é proibido pelos Estados Unidos há alguns meses nos voos vindos de alguns países árabes.

Alívio para o Irã? 

O Departamento de Estado americano anunciou a diminuição das sanções ao Irã. Um sinal de que o presidente Donald Trump vai manter, por ora, um acordo nuclear feito na gestão do ex-presidente Barack Obama — por meio do qual o Irã se compromete a reduzir seu programa nuclear em troca de abrandamento das sanções. Por outro lado, também nesta quinta-feira, o mesmo Departamento de Estado sancionou mais dois oficiais de Defesa sírios e três chineses, por apoio ao programa nuclear iraniano. Os Estados Unidos classificam oficialmente o Irã de “patrocinador do terrorismo” por fatores como o apoio ao ditador sírio, Bashar al-Assad, e a existência de um partido vinculado ao Hezbollah.

Nikki Haley vs. Venezuela

Um dia após discutir os conflitos com a Coreia do Norte, o Conselho de Segurança da ONU debateu a crise na Venezuela. Segundo a embaixadora americana na ONU, Nikki Halley, nenhuma ação específica será tomada pelo conselho por enquanto, e o objetivo da reunião é apenas “garantir que todos estejam cientes da situação”. Mais de 42 pessoas já morreram em protestos contra o governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, desde que as manifestações se intensificaram, em abril. O enviado da Venezuela à reunião, Rafael Ramirez, disse que a mediação americana estimula “grupos violentos” no país. Em uma reunião com sua equipe na terça-feira, Maduro disse que os venezuelanos são “judeus do século 21”. “Não carregamos a estrela de David, mas, sim, corações cheios de desejo de lutar pela dignidade humana”, disse.

Escudos humanos do Isis

O Estado Islâmico vem colocando bombas nas portas de residentes da cidade iraquiana de Mosul para evitar que os cidadãos fujam da região. Os militantes querem usar os milhares de civis ainda residentes no local como escudos humanos, à medida que o Exército do Iraque se prepara para uma das maiores ofensivas desde que iniciou a operação de retomada da cidade, há sete meses. Com apoio dos Estados Unidos, o Iraque retomou grande parte de Mosul — considerada capital do califado do Isis —, mas os terroristas ainda controlam a chamada “cidade velha”.

Concorrente para a Siri

A Alphabet, companhia-mãe do Google, vai disponibilizar seu assistente virtual para celular iPhone, da concorrente Apple. O anúncio foi feito pelo presidente da empresa, Sundar Pichai, que afirmou que os usuários vêm usando comando de voz de uma forma cada vez “mais natural e imersiva”. Atualmente, o Google Assistente vem instalado por padrão nos dispositivos Android, e usuários de iPhone têm acesso à assistente virtual Siri. Apple, Google e Amazon concorrem para dominar esse mercado.

Outra multa para o Facebook

Após ser multado pela França na terça-feira por sua política de privacidade, o Facebook pode agora ser penalizado por órgãos reguladores da União Europeia pela compra do aplicativo de mensagens WhatsApp em 2014 — o negócio custou 21,8 bilhões de dólares. Na época, o Facebook teria fornecido informações incompletas às agências reguladoras europeias. A investigação sobre o caso acontece há seis meses e, segundo o jornal Financial Times, a decisão de multar o Facebook ainda não é oficial. Se confirmada, a multa poderá chegar a 1% do faturamento do Facebook em 2016, o equivalente a 248 milhões de euros.

O gabinete de Macron

O presidente francês, Emmanuel Macron, divulgou os nomes de seu gabinete nesta quarta-feira, com políticos de todos os posicionamentos. Um dos principais representantes é o ministro da Economia, o conservador Bruno Le Maire, que já foi ministro das Relações Exteriores para a Europa no governo do ex-presidente Nicolás Sarkozy. Le Maire ocupará um cargo que já foi do próprio Macron e será o responsável por levar adiante as reformas do governo. Enquanto isso, o ministro das Relações Exteriores será Jean-Yves Le Drian, que participou do governo do socialista François Hollande e será o responsável por manter o diálogo com a União Europeia. O presidente também cumpriu a promessa de promover a igualdade de gêneros e nomeou mulheres para metade dos 22 ministérios — mas, entre os cinco cargos considerados mais importantes, somente o Ministério da Defesa ficou com uma mulher, a parlamentar europeia Sylvie Goulard.

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