UE recebeu 213.200 novos pedidos de asilo de abril a junho

A Alemanha foi o país que recebeu mais solicitações na UE, um total de 80.935 de abril a junho, mais de um terço dos pedidos

A União Europeia (UE) recebeu entre abril e junho 213.200 novos pedidos de asilo, 85% a mais que no mesmo período de 2014, com um forte aumento de sírios e afegãos, que representam um terço das novas demandas, anunciou agência europeia de estatísticas Eurostat.

A Alemanha foi o país que recebeu mais solicitações na UE, um total de 80.935 de abril a junho, mais de um terço dos pedidos.

A Hungria foi o segundo, com 32.675, o que, na proporção com sua população total, coloca o país em primeiro lugar entre os 28 membros da UE.

No primeiro semestre do ano, a UE recebeu quase 400.000 novos pedidos de asilo, dos quais 219.540 foram apresentados na Alemanha (38%) e Hungria (15,3%).

Os sírios constituíram entre abril e junho a primeira nacionalidade entre as novas solicitações de asilo (44.000, uma em cada cinco). Em segundo lugar aparecem os afegãos (27.000, mais da metade na Hungria).

Os albaneses constituem a terceira nacionalidade, com 17.700 pedidos.

No mesmo período, a Áustria foi o terceiro país da UE a receber mais solicitações, 17.395 (quase 30% de sírios e 20% de afegão). A Itália recebeu quase 15.000, principalmente nigerianos e gambianos.

França e Suécia receberam, respectivamente, 14.685 e 14.295.

A Espanha registrou 3.675 pedidos entre abril e junho, um aumento de 26% na comparação com o primeiro trimestre (2.910). O número representa 1,7% do total de solicitações na UE.

As solicitações procedentes do Kosovo, considerado um país “seguro” pela maioria dos membros da UE, caíram de 50.000 no primeiro trimestre para 10.000 no segundo.

Na comparação com o primeiro trimestre do ano, a quantidade de novas demandas de asilo no período abril-junho disparou na Holanda (159%), Letônia (123%), Áustria (79%), Finlândia (67%) e Dinamarca (66%).

No conjunto da UE quase 600.000 solicitações de asilo aguardavam resposta em junho, segundo a Eurostat, 52% delas na Alemanha.

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