Vitória em Mossul; Blackberry e Ford…

O exército de Trump

O Partido Democrata processou o presidenciável republicano Donald Trump em quatro estados, afirmando que os eleitores do candidato vêm fazendo uma campanha de “vigilante intimidação de eleitores” nos locais de votação. Nas últimas semanas, Trump tem afirmado que há “fraude” nas eleições americanas e chegou a convocar seus apoiadores a vigiar as urnas. O pleito já está aberto em muitos estados, e pelo menos 21 milhões de eleitores já votaram.

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A defesa de Thiel

O bilionário Peter Thiel convocou uma coletiva de imprensa para justificar seu apoio a Donald Trump. Membro do conselho da rede social Facebook e fundador do sistema de pagamentos digitais PayPal, Thiel afirma que a liderança política americana “falhou” e que os americanos precisam de alguém fora da política tradicional para consertar o país. Odiado no Silicon Valley por seu protecionismo econômico e aversão a imigrantes, Trump tem em Thiel seu apoiador mais proeminente no mercado de tecnologia.

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Vitória em Mossul

O exército do Iraque afirma ter tomado da facção terrorista Estado Islâmico a última localidade à leste de Mossul — capital do califado proclamado pelo EI. Desde o início do mês, uma operação de Iraque, Estados Unidos, Turquia e forças curdas tenta recuperar a cidade, vista como um dos principais redutos do EI. O premiê iraquiano, Haider al-Abadi, pediu às tropas do grupo terrorista que se rendam, pois “não terão saída e não terão como escapar”.

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Itália: sem mortes, mas com muitos estragos

Após um terremoto atingir novamente a região central italiana no domingo 30, o primeiro-ministro do país, Matteo Renzi, prometeu ajudar todos os desabrigados pelo tremor. Renzi disse ainda que a ausência de mortes “dá alívio”, mas lamentou os danos ao patrimônio histórico e cultural. As estimativas apontam de 30.000 a 40.000 pessoas desabrigadas. O tremor, de 6,6 graus na escala Richter, foi o mais forte no país desde a década de 80. Em agosto, um abalo na região causou a morte de 300 pessoas.

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Apoio americano

O vice-secretário americano de Estado para Assuntos Políticos, Thomas Shannon, viaja a Caracas nesta segunda-feira para transmitir o apoio do governo dos Estados Unidos aos diálogos entre governo e oposição na Venezuela. Shannon permanecerá no país até quarta-feira 2. Em meio a uma grave crise política no país, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, reuniu-se com a oposição na noite de domingo 30, em um encontro intermediado pelo Vaticano. Uma nova rodada de negociações foi marcada para o próximo dia 11.

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Líbano elege presidente

O parlamento do Líbano elegeu como presidente o ex-comandante do exército Michel Aoun, após dois anos de impasse político que deixaram o cargo vago. Desde 2014, 45 sessões no Legislativo falharam na missão de eleger um novo líder, mas desta vez Aoun teve 83 votos a favor, bem acima dos 65 necessários. Como ele é aliado do grupo Hezbollah, sua eleição é vista como vitória do eixo pró-Irã no Oriente Médio e um enfraquecimento da influência da Arábia Saudita. O Hezbollah é apoiador do presidente sírio, Bashar al-Assad, que enfrenta uma guerra civil no país desde 2011.

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Novas prisões na Turquia

A polícia turca prendeu o editor e pelo menos nove repórteres do jornal Cumhuriyet, importante veículo de oposição. Eles são acusados de ligação com o clérigo Fethullah Gulen, que é visto pelo governo turco como o articulador da tentativa de golpe contra o presidente Recep Tayyip Erdogan, em julho. Desde então, o governo decretou estado de emergência, e mais de 37.000 pessoas já foram presas, enquanto outras 100.000 estão sendo investigadas ou foram suspensas de seu cargo.

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EUA: consumo em alta

Responsável por 70% da atividade econômica dos Estados Unidos, o consumo no país cresceu acima das expectativas em setembro, fechando em 0,5% — ante a uma queda de 0,1% em agosto. De acordo com dados divulgados pelo Departamento de Comércio nesta segunda-feira, a alta foi puxada pelas boas vendas no setor de automóveis.

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Blackberry e Ford

A empresa de tecnologia BlackBerry assinou um acordo para que a Ford utilize seu sistema de segurança, o QNX. É o primeiro negócio entre a BlackBerry e uma montadora, embora a empresa canadense já tenha acordos com fabricantes de outros produtos do mercado automotivo, como a Panasonic — que usa o QNX em painéis que fornece para a própria Ford. Conhecida por seus celulares, famosos na era pré-smartphone, a BlackBerry pretende se firmar como produtora de softwares de segurança. A Ford quer usar o QNX sobretudo em seus veículos autônomos — o primeiro deve ser lançado em 2021.

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