Grupo da TAM e da LAN estreia nova marca global LATAM

Também foram apresentados novos elementos, como uniformes de funcionários e sinalização em aeroportos

São Paulo – O Grupo LATAM Airlines, que engloba a TAM e a LAN, apresentou nesta quinta-feira, 28, o novo design dos seus aviões, já com a pintura e identificações com a marca global LATAM.

Também foram apresentados novos elementos, como uniformes de funcionários e sinalização em aeroportos.

A primeira aeronave com a identificação LATAM a entrar em operação será um Boeing 767, que decolará em primeiro de maio do Rio de Janeiro para Genebra, para buscar a Tocha Olímpica.

Essa aeronave retornará a Brasília e será utilizada para o tour de revezamento da Tocha dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.

Em 5 de maio, irão decolar os primeiros voos comerciais de aeronaves já identificadas com a imagem LATAM: um Boeing 767, na rota São Paulo-Santiago; um Airbus A319, no trajeto Santiago-Lima, e outro Airbus A319, ligando São Paulo e Brasília.

No mesmo dia, o grupo começará a alterar a imagem em 13 aeroportos na América Latina, que passarão a usar a identificação LATAM em balcões de check-in, cartões de embarque e informações em telas.

Durante conversa com jornalistas, a CEO da TAM, Claudia Sender, afirmou que a adoção de uma marca única dará aos clientes a dimensão do tamanho da rede atendida pelo grupo LATAM.

“Quando um passageiro vê duas marcas, não consegue entender que há um grande grupo, com uma grande rede de voos”, disse a executiva. “Hoje, por exemplo, podemos dizer que a LATAM voa para a Austrália”.

Ainda em 2016, a LATAM espera finalizar a pintura exterior de mais de 50 aeronaves – a conclusão da alteração de toda a frota deve ocorrer até 2018.

Segundo Sender, as marcas TAM e LAN não irão desaparecer imediatamente, mas vão continuar a existir em conjunto com a marca LATAM, até que a troca seja bem assimilada pelos passageiros.

“A marca TAM vai dar força para a marca LATAM. Hoje, se o passageiro passar a voar numa companhia desconhecida, talvez exista rejeição. É importante transferir a força de uma marca para outra para garantir que não percamos passageiros nesse processo”, disse a executiva.

Questionada sobre o timing da mudança, ocorrendo em meio ao momento turbulento da economia e política do Brasil, Sender afirmou que o movimento representa um desafio e que, num momento de crise, a empresa tem a oportunidade de se reinventar e construir uma posição mais forte.

“Temos que ser protagonistas, temos que ajudar a construir uma pauta positiva para o País.”

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