Porta-voz do Subway ficará 15 anos preso por pedofilia

Jared Fogle já havia se declarado culpado por ter feito sexo com 14 menores de idade em agosto

São Paulo – O executivo Jared Fogle, que até pouco tempo era porta-voz do Subway, foi condenado a mais de 15 anos de prisão por praticar pedofilia e distribuir pornografia infantil. A informação é do The Wall Street Journal.

A sentença total é de 188 meses. A decisão foi tomada por uma corte federal dos Estados Unidos em Indianápolis, nesta quinta-feira (19). A audiência durou mais de quatro horas.

Fogle, de 38 anos, havia se declarado culpado em agosto, quando seus advogados propuseram uma pena de cinco anos pelos crimes.

Como parte do acordo feito naquela época, ele também concordou em pagar 100.000 dólares a cada uma das 14 vítimas com quem teria feito sexo.

Agora, ele também ficou obrigado a pagar uma multa de 175.000 dólares à corte.

Histórico

No dia 7 de julho, agentes federais invadiram a casa de Fogle no subúrbio de Indianápolis com um mandado de busca e o prenderam. Seu nome já havia sido associado a um caso de pedofilia relacionado à Jared Foundation, onde ele ensinava hábitos alimentares saudáveis a crianças.

Em abril, o ex-diretor da fundação, Russel c. Taylor, havia sido preso sob suspeita de envolvimento em um esquema de pornografia infantil. Em maio, ele foi formalmente acusado.

Com Taylor, autoridades apreenderam mais de 400 vídeos de sexo com crianças. Os arquivos estavam armazenados em computadores de seu escritório.

Autoridades o acusam de ter produzido materiais desse tipo, incluindo gravações de um grupo de 12 menores que teriam sido filmados secretamente em sua casa. Fogle teria conhecimento das filmagens.

Jared Fogle estaria em contato com esse tipo de crime desde 2011, quando teria descoberto que Taylor se relacionava sexualmente com uma garota de 14 anos e não o denunciou.

Taylor também já se declarou culpado pelas acusações e deve ser julgado no dia 10 dezembro, segundo um advogado contou ao The Wall Street Journal.

Desde a exposição do caso, o Subway cortou ligações com Jared Fogle e imediatamente começou a remover sua imagem do site e das lojas da rede.

Quando o executivo admitiu os crimes, em agosto, a cadeia de restaurantes reforçou em comunicado no Twitter que não queria ser associada ao ex-funcionário.

“Os atos de Jared Fogle são imperdoáveis e não representam os valores de nossa marca. Nós já encerramos nossa relação com ele”, dizia a postagem.

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