Conheça a Netflix da educação, negócio que fatura R$ 10 mi

O iPED.TV foi criado pelo brasileiro Fabio Neves e já tem mais 5 milhões de estudantes pelo mundo.

São Paulo – Fabio Neves, fundador do iPED – IInstituto Politécnico de Ensino a Distância, acaba de criar a “Netflix” da educação, o iPED.TV, uma plataforma digital que oferece mais de 1000 cursos em vídeo, gravados nos cinco estúdios que ficam na sede da empresa, sendo mais de 600 deles em HD. Os planos variam de R$ 19,90 para somente uma área, a R$ 59,90 por mês que é o plano familiar onde os alunos podem fazer quantos cursos quiserem e ao final da prova recebem o certificado digital emitido pela empresa. São mais de 55 áreas e todos os cursos são autorizados pelo MEC.

Aos 18 anos, o fundador do iPED resolveu criar um sistema para qualificar e especializar as pessoas de onde elas estivessem, isso após notar a falta de qualificação de pessoas que buscavam um emprego em uma empresa na qual trabalhava. Hoje o instituto conta com três estúdios preparados para transmitir cursos, com lousa interativa e mais de 50 funcionários diretos e 100 indiretos. São lançados cerca de 12 novos cursos por mês, todos gravados na sede da empresa, em São Paulo.

“Há praticamente quinze anos criei o instituto para qualificar pessoas para o mercado do trabalho, e hoje, posso levar a educação a todo o país, não só pelo computador, mas também pelos dispositivos móveis. Ou seja, a pessoa consegue fazer o curso de qualquer lugar e a qualquer hora, de acordo com a rotina dela”, conta Neves, que desenvolveu o aplicativo para rodar não só no computador, mas também em dispositivos Android e iOS.

São cerca de 5 mil novos alunos diariamente, que têm o desempenho avaliado detalhadamente a cada módulo. Com o iPED.TV, a empresa acredita que este número possa dobrar. “O fato do aluno ter acesso a diversos cursos por um valor fixo mensal acaba estimulando com que ele busque cada vez mais conhecimentos na área em que atua”, comenta o empresário.

Em 2015, a empresa encerrou o ano com mais de 1 milhão de novos estudantes, mais de 5 milhões em todo o mundo e faturou R$ 10 milhões. Todos os cursos são classificados como livres, ou seja, dispensam processo seletivo ou pré-requisitos. “Nosso objetivo é qualificar mão de obra para o mercado de trabalho nos mais diversos segmentos de atuação e, com isso, suprir a demanda de colaborados no mercado”, diz Neves.

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