4 tendências para data centers mais eficientes

O conceito de data center como mero espaço para armazenamento de dados está, há muito, vencido

O conceito de data center como mero espaço para armazenamento de dados está, há muito, vencido. A explosão de forças como a computação em nuvem, a mobilidade e o big data tornou-se o motor de rupturas profundas nos negócios. Como resultado, esses centros têm apostado alto em inovação para atender à demanda do mercado corporativo por uma tecnologia da informação (TI) mais moderna e eficiente.

O salto na variedade das ofertas é um dos maiores traços dessa transformação. A abordagem convencional, como aluguel de espaço para máquinas (co-location), agora divide mercado com soluções que ofertam software, infraestrutura e plataformas tecnológicas, comercializadas como serviço.

Entre as vantagens dos novos data centers está a diminuição dos gastos com equipamentos, reduzindo o peso desses centros no custo total de TI, apontam especialistas. Segundo Henrique Cecci, diretor de pesquisas do Gartner, o cenário também favorece um salto na segurança. “Hoje, é possível criar um ambiente virtual externo tão ou mais seguro do que dentro da empresa”, diz.

Tal mudança de cenário ocorre dentro de um mercado que ainda tem fôlego para crescer: a Frost & Sullivan prevê que, em 2018, esse mercado deva movimentar 2,7 bilhões de dólares no Brasil, após projeção de fechamento em 1,9 bilhão de dólares em 2014.

Confira, a seguir, quatro tendências que impulsionam a eficácia dos data centers:

1. Centros virtuais: a nuvem está por trás do crescimento dos data centers virtuais terceirizados que substituem servidores físicos. Além da abordagem tradicional, restrita ao processamento e à memória de servidores, a solução incorpora elementos como storage e redes e une a flexibilidade da nuvem com a solidez das hospedagens tradicionais

2. Recursos sob demanda: outra evolução dos data centers é a oferta de soluções personalizadas para o usuário, que paga somente o quanto usa, gerando economia em escala. A elasticidade ajuda principalmente o mercado corporativo, que ganha dinamismo na infraestrutura

3. Segurança gerenciada: os novos dispositivos de segurança, como monitoramento de tráfego e identificação mais robusta de ataques, também estimulam a terceirização dos servidores. O mercado de segurança gerenciada consegue responder à sofisticação diária de ameaças virtuais, tornando vantajoso para as empresas procurar profissionais atualizados em ataques cibernéticos e tecnologias de proteção

4. Eficácia energética: da captação do ar noturno à adoção de fontes de energia alternativas, a indústria tem testado novas técnicas de resfriamento diante do desafio de economizar eletricidade. Em paralelo, as operações em larga escala dos grandes fornecedores permitem que eles melhorem a eficiência energética de suas centrais de dados

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